No distante século XIV era costume das potências européias estabelecer entrepostos comerciais na Ásia e para garantir a segurança de seu pessoal se negociava tratados de soberania. Desta época datam os portugueses Goa, na Índia, e Macau na China. Não eram colônias porque não tinham colonos, mas eram entrepostos comerciais.
Mas eis que o tamanho colossal da China comportou varias dessas zonas internacionais (chamadas de portos de tratado).
Na prática, eram locais fortificados que os nativos não podiam entrar e só valia a lei do estrangeiro.
Nesse período Xangai foi uma das maiores cidades do tratado e a arquitetura histórica da cidade até hoje reflete a dominação européia, sendo que o principal expoente é a área chamada “The Bund”, ou “a praia”, em alemão, que está ao lado do rio Huang Pu.
Hoje o Bund ainda mantém uma cara meio européia e o contraste dos prédios em arquitetura clássica com o ultra moderno distrito de Pudong, logo do outro lado do rio, é algo especial.

Uma coisa legal de se fazer no Bund é caminhá-lo de ponta à ponta.

Em certo momento vimos uma mãe colocando seu bebê para mijar no muro do calçadão. Normal num país onde as roupas das crianças pequenas são abertas no fundilho. E não, elas não usam fraldas.
OBS: na segunda-feira rola um post sobre o imperdível Museu Nacional de Xangai







Viajaram