A secretaria de Turismo de Minas Gerais lançou agora uma campanha especial para atrair turistas europeus - especialmente portugueses - para o estado. A meta do governo estadual é que mais de 60 mil turistas europeus visitem cidades mineiras durante este ano de 2008.
No começo deste mês, jornalistas e autoridades participaram do passeio inaugural do Great Brazil Express, o primeiro trem de luxo do Brasil. O Great Brazil é mesmo uma coisa totalmente inédita por aqui; e se depender da empolgação dos turistas estrangeiros que estão fazendo suas reservas para o passeio, veio mesmo para ficar.
Se você é um dos muitos viajantes solitários (por opção ou por falta de) do mundo e andava dando tratos à bola para escolher lugares mundo afora em que se sentisse verdadeiramente feliz e integrado, sozinho, saiba que o site de viagens Igo Ugo, uma comunidade online de viajantes mantida pela Travelocity, acabou de listar os dez melhores lugares do mundo para conhecer on your own.
A compilação dos locais é o ranking top 10 na opinião dos administradores e dos internautas do site - e tem Brasil no topo. Então, voilá: seguem aqui os dez melhores lugares do mundo para se conhecer sozinho.
O governo federal lançou hoje a cartilha ‘Brasileiros no Exterior, Informações Úteis‘. A meta principal da idéia é orientar os brasileiros que pretendem emigrar para outros países, seja para morar ou estudar. Dados atuais do governo federal revelam que cerca de quatro milhões de brasileiros vivem atualmente no exterior.
Todo mundo gosta de aproveitar atrações gratuitas durante as viagens, especialmente mundo afora. Pois a França preparou um presentão de ano novo para turistas do mundo inteiro: desde o dia 3 de janeiro, e durante os próximos seis meses, 14 museus franceses poderão ser visitados gratuitamente. A ação é parte de uma campanha lançada pelo ministério da Cultura para atrair mais visitantes para os museus do país. Infelizmente, museus como o Louvre e o D’Orsay ainda não fazem parte dessa experiência, mas a notícia é sem dúvida animadora para quem pretende visitar o país neste semestre. Eis os museus participantes e a cidade onde estão localizados:
Museu Guimet (Paris)
Museu Cluny (Paris)
Museu des Arts et métiers (Paris)
Museu das Antiguidades Nacionais (Saint-Germain-en-Laye)
Museu Nacional da Renascença (Ecouen)
Museu do Ar (Bourget)
Museu da Marinha (Toulon)
Museu Adrien-Dubouché (Limoges)
Museu Magnin (Dijon)
Palácio Jacques-Coeur (Bourges)
Palais du Tau (Reims)
Château d’Oiron (Oiron)
Museu Nacional do Château de Pau (Pau)
Château de Pierrefonds (Pierrefonds)
Que todo mundo - especialmente brasileiros - adora Londres a gente já está cansado de saber. Mas agora isso ficou definitivamente comprovado com a pesquisa da Euromonitor Internacional, que divulgou nesta semana o ranking das cidades mais visitadas do mundo. Com folga, Londres foi a campeã de visitas em 2006, com quase dezesseis milhões de turistas por seus museus, atrações e pubs.
Enquanto a maioria dos jovens fica contando seu dinheirinho suado para conseguir mochilar por aí, há jovens endinheirados que estão se tornando o foco principal de algumas marcas associadas ao turismo de luxo. O novo hotel de design da Cidade México veio nesse embalo.
Berlim deu início nesta semana às obras para a construção da maior roda gigante da Europa. Serão 180 metros de altura consumindo cerca de 120 milhões de euros até sua conclusão em 2009.
Já dizia um escritor chamado Paul Theroux que Londres não pode ser chamada de “cidade”; a capital inglesa é praticamente um país, em que cada um pode inventar sua própria cidade lá dentro. Ele era enfático: “minha Londres não é a sua Londres”; o que é inteiramente verdade, convenhamos: cada um de nós tem uma Londres na sua cabeça e nas suas memórias. Pubs, fish&chips, black cabs, ônibus vermelhos e scons com chá costumam ser lembranças comuns a muita gente. Mas há que se concordar que o lendário Tube faz parte das memórias de todos, seja qual for sua Londres: sem um bom mapa impresso em suas mãos, ninguém consegue se locomover com sucesso em suas 275 estações. São 140 anos de “mind the gap”, slogan e símbolo que se converteu numa linha incrível de souvenirs para turistas do mundo inteiro.
Não há como negar que o nome é pra lá de sugestivo: La Purificadora. Mas ele vem acompanhado de muito estilo, já que define o novo hotel design na Cidade do México. O La Purificadora (www.lapurificadora.com) é o sexto hotel design do grupo Habita e foi batizado com este nome curioso porque fica no prédio onde antes estava instalada a empresa purificadora de água da cidade. O projeto arquitetônico, de autoria do renomado mexicano Ricardo Legorreta, ocupa um prédio de quatro andares do século 19 cheio de aquedutos de pedra e ruínas dos antigos muros da construção que convivem ao lado das novas e modernas paredes de vidro. Com um animadíssimo bar na cobertura, à noite o hotel parece um verdadeiro club e atrai turistas e moradores jovens e endinheirados todos os dias da semana. Os quartos, com decoração minimalista com destaque para a cor púrpura, têm vista para o jardins do Paseo de San Francisco, TVs de tela plana, telefones Bang & Olufsen, caixas de som para iPod e Wi-Fi. Na cobertura, há também uma piscina semelhante a um aquário e uma banheira de hidromassagem.
As diárias vão de 145 a 295 dólares por noite, dependendo do tipo do quarto.
Após dois anos fechado para reformas que consumiram 22 milhões de libras, o Museu do Transporte de Londres reabriu suas portas nesta semana, no último dia 22 de novembro. Apesar de ainda usar as mesmas instalções, o museu tem agora uma cara muito mais moderna e interativa, mostrando a história do transporte público não apenas na capital inglesa como também em Nova Déli, Paris, Shangai, Tóquio e, claro, Nova York. O transporte nessas últimas cidades também é abordado numa perspectiva futura do transporte no mundo. O interessante é que parte do conteúdo sobre elas é exibido através de imagens feitas por usuários do transporte público das mesmas.
Já faz décadas que os europeus começaram a freqüentar as praias da Tunísia, mas foi somente nos últimos dois ou três anos que o país começou a atrair a atenção do Brasil. Mas não são os mil e duzentos quilômetros de praias tunisianas que nos atraem – como balneário, o país decepciona brasileiros; é o deserto que mais nos fascina. Aliás, não apenas desertos: cidades históricas, ruínas, praias, mesquistas, compras, museus…. As compras na Tunísia são uma verdadeira aventura, os preços são muito camaradas e mais de 70% dos 800 hotéis do país são de quatro ou cinco estrelas (embora não ostentem todo o luxo que se espera de hotéis destas categorias). E é o tipo de país em que até dá para encarar um pacote para percorrê-lo com tranquilidade e conforto (os melhores são os de operadoras espanholas, com saídas de Madri ou Barcelona).
Cheia de cores, temperos e cheiros, a Tunísia não tem nada do estereótipo dos países muçulmanos; mas a verdade é que as mulheres ocidentais têm sempre a sensação (fundamentada) de estarem sendo observadas o tempo todo. Para as acompanhadas, curiosamente as mais branquinhas e cheinhas, rola sempre aquela brincadeira de perguntar ao homem quantos camelos quer para deixar sua mulher por lá.
As fotos do presidente Ben Ali, no poder desde o final da década de 80, estão literalmente em todo lugar e as sirenes chamam várias vezes por dia para as orações. Extremamente simpáticos, os tunisianos sabem como poucos receber seus milhões de turistas: a infra-estrutura de aeroportos, hotéis e restaurantes impressiona e os comerciantes se desdobram para falar tudo quanto é língua. Fanáticos como nós pelo futebol, quando identificam brasileiros, querem logo mostrar que entendem do assunto e que adoram Ronaldo.
A Medina de Tunis, parte da antiga cidade cercada de muros, é uma festa para os consumidores mais afoitos e o Museu do Bardo certamente vale a visita, assim como as ruínas Aqueduto de Zaghouan. Mas as melhores atrações estão mesmo nos 450 quilômetros que a separam de Douz, bem na entrada do deserto. A primeira parada costuma ser a encantadora Sid Bou Said, com suas casinhas brancas e portas azuis, seguida por Cartago e, depois, o Coliseu de El Djem, patrimônio mundial do começo do século III: menor em tamanho mas muito mais conservado que o de Roma, ficou conhecido mundialmente quando foi cenário de um comercial de refrigerante que contava também com jogadores brasileiros. Kairouan é a cidade sagrada para muçulmanos e a entrada na grande mesquita permite conhecer com detalhes suas instalações – com destaque para o Mausoléu do Barbeiro -, de arquitetura muito peculiar. Destruída e reerguida várias vezes até o século IX, tem uma imensa colunata em seu pátio central em que nenhuma das colunas é idêntica à outra: são de períodos, materiais e estilos diferentes.
A cidadela de Tozeur encanta com seus tijolos à mostra e grandes palmeirais, assim como o vilarejo de Nefta, bem nos limites entre os desertos de sal e areia, famosa pelas viagens de balão no comecinho do dia. Douz – doce em francês - é a porta de entrada dos turistas para o Saara, com seus pitorescos passeios em dromedários e os jantares beduínos típicos. Matmata, onde foram filmadas cenas da série Guerra nas Estrelas, é toda de cor avermelhada e quase não se vê construções na superfície, dado o calor na região - as habitações são encravadas na areia. Vale também destacar Gabes, famosa pelos tapetes e porcelanas, Sousse, e seus hotéis à beira mar e agitada vida noturna e a ilha de Djerba, banhada pelo mediterrâneo. Nesta última, as nativas casadas usam lenços da cor vermelha; as viúvas, a amarela; e as solteiras, a verde (não há como não pensar numa analogia engraçada com um semáforo…). Os casamentos na ilha também são famosos, conhecidos como os “casamentos das três noites”: a do grito, quando as mulheres são pela primeira vez depiladas e há muito barulho e música na casa para abafar os sons; a do riso, quando acontece a primeira conversa sobre sexo com a noiva; e a da festa, quando acontece o casamento propriamente dito e à meia-noite os noivos se retiram para consumar o ato. Mas nada chama mais a atenção dos turistas que os imensos desertos de sal - grandes lagos de água salgada que ficam secos na maior parte do ano: o mais famoso é Chott El Djerid, que divide a Tunísia ao meio numa grande planície de sal – são mais de duas horas de viagem numa estradinha bem no meio do lago que não tem nada além de vendedores de tâmaras ao longo do trajeto.
Brasileiros, quando pensam em viajar aos Estados Unidos, elegem majoritariamente três destinos: Miami, Orlando e Nova York. Pois o LVCVA (Las Vegas Convention and Visitors Authority) quer mudar esse cenário e colocar a cidade de Las Vegas na rota dos brasileiros que visitam os States. Uma série de eventos está sendo realizada no Brasil para estimular a ida de brasileiros à capital mundial da diversão (sim, esse é o slogan deles!).