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	<title>Goitacá Blog de Dicas de Viagem &#187; Brasília</title>
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	<description>Turismo, aventura, exploração, dicas no Brasil e no Mundo</description>
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		<title>Implosão de 2 hotéis em Brasília</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 13:13:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bender</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como preparação para receber mais turistas durante a Copa do Mundo, um grupo de empresários planeja implodir 2 hotéis antigos do Setor Hoteleiro Sul da capital federal. Ambos os prédios são de 1965. A operação está marcada para acontecer às 10h da próxima quarta-feira (2), no feriado de Dia de Finados, quando uma área de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como preparação para receber mais turistas durante a Copa do Mundo, um grupo de empresários planeja implodir 2 hotéis antigos do Setor Hoteleiro Sul da capital federal. Ambos os prédios são de 1965.</p>
<blockquote><p> A operação está marcada para acontecer às 10h da próxima quarta-feira (2), no feriado de Dia de Finados, quando uma área de mais de 2 mil metros quadrados deve ser isolada. Para as implosões dos prédios de 12 andares, a equipe deve utilizar ao todo 500 quilos de dinamite.</p>
<p>Os trabalhos de preparação para as implosões começaram há três meses. No espaço que será liberado, a previsão é construir hotéis mais modernos, com cerca de 250 leitos, 12 lojas, centro de convenções e estacionamentos com três subsolos para a Copa de 2014.(<a href="http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2011/10/dois-hoteis-serao-implodidos-no-centro-de-brasilia.html">fonte</a>)</p></blockquote>
<p>Já não é a primeira vez que se implodem hotéis na cidade. Em 2010 outro antigo hotel foi para as cucuias para dar espaço a ordem e progresso do Distrito Federal. A diferença é que este estava vazio há anos e, honestamente, merecia ir para o espaço.</p>
<blockquote><p>Um prédio de 14 andares onde funcionava um hotel foi implodido, por volta das 10h14m desta manhã, no Setor Hoteleiro Norte, em Brasília. O imóvel estava abandonado há 17 anos, por conta de uma briga judicial entre herdeiros, e servia para abrigo de moradores de rua. A implosão durou cerca de 5 segundos.(<a href="http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2010/09/19/predio-de-antigo-hotel-implodido-em-brasilia-918248741.asp">fonte</a>)</p></blockquote>
<p>Estes novos hotéis <strong>ironicamente condenados a sumir no Dia de Finados </strong>estavam ocupados até a pouco tempo. Como mostra a mensagem deixada no site de um deles, o <a href="http://www.alvoradahotel.com.br/">Hotel Alvorada</a>.</p>
<p><img src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2011/10/alvorada.jpg" alt="" title="alvorada" width="500" height="376" class="aligncenter size-full wp-image-2479" /></p>
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		<title>Brasília: Plantada no Cerrado</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 01:13:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[[matéria escrita sob encomenda e à distância para a revista da Ocean Air] Esta cidade nasceu diferente. Fruto da vontade de Juscelino Kubitschek, lá está o plano inventado por Lúcio Costa, arquitetado por Oscar Niemeyer e construído com o suor de muitos brasileiros que garantiram a ocupação do coração do Brasil. Reconhecida como Patrimônio da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[<em>matéria escrita sob encomenda e à distância para a revista da Ocean Air</em>]</p>
<p>Esta cidade nasceu diferente. Fruto da vontade de Juscelino Kubitschek, lá está o plano inventado por Lúcio Costa, arquitetado por Oscar Niemeyer e construído com o suor de muitos brasileiros que garantiram a ocupação do coração do Brasil.<br />
<a href="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/06/740709628_0e3e1498ee_m.jpg" title="Catedral de Bras�lia, flickr do XaV"><img src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/06/740709628_0e3e1498ee_m.jpg" alt="Catedral de Bras�lia, flickr do XaV" /></a> Reconhecida como Patrimônio da Humanidade em 1997 pela UNESCO, Brasília mostra a sua força, desenhada como um pássaro no chão do Planalto Central, marcado pelos Eixos Monumentais e pelas Asas Sul e Norte. Quando o turista chega do aeroporto rumo ao Setor Hoteleiro, não escapa: vê sem intermediários o Eixo Monumental Leste. Lá estão, ao vivo, os prédios-símbolos da cidade: a Catedral, a Esplanada dos Ministérios, o Palácio do Itamaraty e o Ministério da Justiça. Separando tudo, um enorme <a href="http://www.goitaca.com/busca-sua-viagem/?cx=partner-pub-7544340246959729:8w987c-wmrb&#038;cof=FORID:9&#038;ie=ISO-8859-1&#038;q=Gramado&#038;sa=Pesquisar"target="_self"title="Tudo o que você queria saber sobre Gramado" >gramado</a>; fechando tudo, o Palácio do Congresso Nacional. Atrás dele, a Praça dos Três Poderes, com o Planalto e o Supremo Tribunal Federal.<br />
No Eixo Monumental Oeste, ficam a torre de TV (o mirante é um ótimo lugar para fotos) e o Memorial JK. Como ornamento da arquitetura, o céu, que reina sempre graças ao terreno plano e aos prédios baixos. Conselho? Admire primeiro, pense depois.<br />
Brasília é composta por uma infinidade de vias largas, com muitas mãos. Os prédios estão longe das ruas &#8211; muitos e muitos metros de grama depois. Portanto, alugue um carro e peça um mapa. Não é fácil se adaptar às siglas. Mas os turistas encontrarão uma cidade cheia de surpresas – e bela até quando a luz se vai.<br />
<strong> Natureza, arte e gastronomia sofisticada</strong><br />
<a href="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/06/508635349_f9238f5f1d_m.jpg" title="Museu Nacional, foto do Flickr de Luiz Castro"><img src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/06/508635349_f9238f5f1d_m.jpg" alt="Museu Nacional, foto do Flickr de Luiz Castro" /></a></p>
<p>Impossível listar, em curto espaço, todos os destaques da nossa Capital Federal. São tantas obras de arte, museus, histórias&#8230; E Brasília é muito mais que as belas linhas de Niemeyer transformadas em concreto. Há o Parque Nacional, com suas piscinas de água mineral que abastecem a cidade e seus 30 mil hectares de mata preservada. Ainda na área natural, o Jardim Botânico é outro passeio fundamental, feito de carro, que mostra toda a glória e diversidade da natureza brasileira. Há o Zôo, mas também o Bálsamo Spa, um lugar para desintoxicar, relaxar e voltar ao equilíbrio.<br />
Mais que isso, Brasília reserva um verdadeiro tesouro para todas as crenças. Na Catedral, quem sussurra em uma porta, pode ser ouvido na outra, longe. Sob a bênção de São João Belchior Bosco, que teve a visão sobre a Terra Prometida entre os paralelos 15º e 20º Sul, templos de todos os credos vicejam.<br />
<a href="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/06/20378862_a65008ab62_m.jpg" title="Bras�lia à noite, foto do Flickr do Josa"><img src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/06/20378862_a65008ab62_m.jpg" alt="Bras�lia à noite, foto do Flickr do Josa" /></a> À noite, o Distrito Federal se ilumina e convida à diversão sob a Lua do Cerrado. Seja no Pontão do Lago Sul, onde há diversos bares e restaurantes com uma linda vista e ótimos coquetéis, como em torno da boa mesa do restaurante Oca da Tribo ou nas varandas debruçadas sobre o Paranoá do Patú Anú, Brasília acolhe visitantes e habitantes com especialidades próprias. E vale descobrir cada uma.</p>
<p>Um passeio: <a href="http://www.jardimbotanico.df.gov.br">Jardim Botânico</a><br />
Um restaurante (que conheço à distância, de tanto ouvir os amigos falarem bem): <a href="http://www.ocadatribo.com.br">Oca da Tribo</a></p>
<p>Crédito das fotos:<br />
<a href="http://www.flickr.com/photos/xav/740709628/" title="Catedral de Brasilia">Catedral de Brasília: Flickr do XaV</a><br />
<a href="http://www.flickr.com/photos/lfcastro/508635349/" title="Museu Nacional, foto Luiz Castro">Museu Nacional: Flickr do  Luiz Castro</a><br />
<a href="http://www.flickr.com/photos/josa/20378862" title="Brasilia Noite">Brasília à noite: Flickr do Josa  Jr</a></p>
<h4>Buscas relacionadas:</h4><ul><li>cerrado de brasilia</li></ul><div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>Viagem Rio-Cuiabá de busum! :-)</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jun 2007 03:45:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Armadilhas]]></category>
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		<description><![CDATA[Estava ali, browseando o Goitacá, e me deparei com uma imagem do Cristo Redentor. Não era a original [Corcovado], e o fato de ser uma *cópia* me fez recordar uma viagem furada que fiz. Eu estava, digamos, aham “apaixonada”! E o carinha gostava muito de aventuras&#8230; Digamos que ele tinha um certo sangue *Rambo* nas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava ali, browseando o Goitacá, e me deparei com uma imagem do Cristo Redentor. Não era a original [Corcovado], e o fato de ser uma *cópia* me fez recordar uma viagem furada que fiz. </p>
<p><strong>Eu estava, digamos, aham “apaixonada”!</strong> E o carinha gostava muito de aventuras&#8230; Digamos que ele tinha um certo sangue *Rambo* nas veias, sabe como é? Então ele me convidou, de forma irrecusável, a conhecer seus parentes em Cuiabá, Mato Grosso. Mais especificamente, a sogrinha, a irmã e o cunhado dele.Enquanto ele tentava me entusiasmar com a idéia, pensei: <em>“Legal!!.. Até que um passeio de avião não seria nada mal! Conhecer um lugar diferente&#8230;”</em>  E ele continuava a falar, falando sobre o Pantanal, que era lindo&#8230; As paisagens, a natureza&#8230; E eu pensando: <em>“E&#8230; realmente, é um lugar um pouco quente&#8230; e úmido, mas tudo bem&#8230; Afinal, seriam alguns dias, mas é tudo *novidade*&#8230;”</em> E vocês sabem, *novidade* é como acampamento: Pode chover, pode acontecer de você ser literalmente devorada pelos mosquitos, mas você acha graça de tudo, acha tudo bom porque, ora, *É NOVIDADE*!!! Ah, eu estava já entusiasmada com aquela história toda de viagem quando ele finalizou&#8230; <em>“&#8230; e não vai demorar tanto assim&#8230;os ônibus são muito confortáveis!!”</em> HÃÃÃÃ??? Ueeepa? Será que eu ouvi direito? <em>“Mas como assim *ônibus*?” “É, ora.. vão ser apenas ..hum&#8230; 72horas”</em>, ele falou assim com uma certa naturalidade <em>“GULP [engoli em seco]”</em>  E ele acrescentou: <em>“Essa viagem é tranqüila. É só pegar um * lugar bom*, perto da janela.  Meu irmão já fez várias vezes, mas sozinho. Sozinho é ruim porque você nunca sabe *quem* vai se sentar ao seu lado. Minha irmã e o marido também, com a filha ainda bebê, e correu tudo bem”</em>. <em>“Ah.. [riso amarelo] É mesmo? [outro riso amarelo]”</em><em>OBS.: Moro no Rio. De Janeiro. Menos pior do que se fosse no Rio Grande do Sul.. kkk mas ainda assim, foram quase dois mil quilômetros!!! </em> </p>
<p><strong>Não me pergunte *<br />
como* </strong>[epa, também não vou responder.. heheh] mas fui convencida de que seria uma viagem assim&#8230; *diferente*. Iríamos chegar mais descansados. O ônibus, confortável. As poltronas, reclináveis. Seria tudo muito *tranqüilo*. “Ah, ta&#8230; [sorriso amarelo]”Bom, no dia marcado estava eu de malas prontas, mas *vestida a caráter* pra embarcar na Rodoviária. Aliás, malaS não, mala! <em>“Porque, se vamos de ônibus, temos que reduzir a bagagem, não é?”</em> explicou-me ele.OBS: Estar *vestida a caráter* para embarcar na Rodoviária é bem diferente de estar *vestida a caráter* para embarcar em um avião. Então, fui de moleton, tênis velho, tudo muito *confortável* [bleargh] pra Rodoviária, com uma mala velha e uma bolsa tipo saco com coisas extremamente necessárias para as *paradas*. <em>“Paradas? Mas que paradas são estas?”</em>. OBS.: Eu confesso nunca ter feito uma viagem distante de ônibus que levasse mais de 3 horas. <em>“Ah, são os lugares que o ônibus pára, assim os passageiros lancham, almoçam, esticam as pernas, vão ao banheiro, estas coisas&#8230;” “Ah, sei. Então tem lugar legal pra almoçar é?”</em>, perguntei [ingenuamente] animada. <em>“Bom, mais ou menos.”</em> E eu: [GULP]. <em>“Mas algumas são *muito boas*”. “Ah&#8230;sei”</em>, com um sorriso amarelo tentando me recuperar do [GULP].</p>
<p>OBS.: Será que preciso dizer que minha mãezinha ficou preocupada com esta aventura, acho que não né? Vocês são bons em captar as entrelinhas.. hehehe.</p>
<p>Chegando à Rodoviária, era uma espécie de feriado&#8230; Será que você consegue imaginar a Rodoviária Novo Rio lotada??? Claro que sim. Acho que todo mundo na vida, ao menos uma vez, já se aventurou a viajar pra Região dos Lagos no <a href="http://www.goitaca.com/category/dicas/festas/carnaval/"title="Leia mais sobre o carnaval" >Carnaval</a>. É assim que estava o local! Conseguimos chegar à plataforma de embarque com certa dificuldade. Sim, já tínhamos comprado a passagem com antecedência. Ah, outra *coisinha*. A cada parada era necessário ficar de olho no bagageiro do ônibus, sim, pra ver se a bagagem não ia sair de fininho. É, “acontece”. Faltou dizer que durante o percurso, haveria troca de ônibus. Isso, eu ainda ia encarar uma *baldeação*!!!<br />
Bom, sentamos juntos e conseguimos relaxar. Ah, sim, embarcamos no final da tarde, por volta de 16h, por aí. Por que? Ah, imagina no calor sentada o tempo todo, com o sol batendo<br />
em cima. Ar condicionado? Hãã? Nãããooo. Lembro que não fomos de ônibus leito [era meio caro demais ou não tinha mais passagem disponível]. No início da viagem foi tudo tranqüilo. Sentei confortável, comi algumas das coisas que trazia na bolsa enquanto conversávamos. A primeira parada, lembro bem, foi um alívio!! Banheiro, oba!! Kkkk. Foi em Aparecida, a caminho de SP e já era fim de tarde/noite.<br />
Não lembro de *todos* os detalhes, nem de todas as paradas, mas lembro do calor. Muito menos me interessei em saber o nome das cidades pelas quais íamos passando. Algumas delas com nomes estranhos. Pelo caminho que o ônibus fazia era difícil reconhecer certos locais, apesar de alguns deles serem conhecidos. À medida que o tempo passava e a noite chegava, o ônibus ficava mais vazio e mais silencioso. Isso também significava *espaço*. Desta forma podíamos sentar separados e ocupar duas cadeiras para esticar as pernas, pegar um ventinho, estas coisas. Quanto mais o percurso nos distanciava das capitais, e avançava para o interior, notava que a paisagem mudava, e com ela também mais *precárias* eram as paradas. E quando digo *precárias* é isso mesmo que quero dizer. Passamos por várias paradas precárias. Você percebe que a parada é precária quando nota o artesanato local, e a falta de infra-estrutura.<br />
Lembro que comi muito pouco nesta viagem. Não lembro de ter almoçado direito até encontrar um lugar em que as instalações me deixassem confiante pra fazer isso. E como este lugar custou a chegar!! Ainda bem que o carinha me deu algumas *<a href="http://www.goitaca.com/category/dicas/"title="Dicas de Viagem" >dicas</a>* do tipo, beber Toddyinho e comer queijo quente: era o que podia ser menos *venenoso*. Era salgado, não enjoava, enganava a fome e ao menos eu não iria ficar doente e ter uma diarréia durante a viagem.<br />
Um dos pontos altos da viagem foi quando vi o tal Cristo. Era o sinal de que estávamos quase chegando lá, finalmente J. Os outros foram o da *pior parada* e o da *melhor parada*.<br />
A *pior parada* podia ser comparada a uma banca de camelô debaixo de uma árvore sendo o chão de terra batida com umas galinhas ciscando<br />
em volta. Isso mesmo, ficava bem ali, no meio do nada. Tudo bem, não chegava a tanto, mas era muito perto disso: só não era embaixo da árvore. A lanchonete ficava na janela da casa do sujeito. E se alguém quisesse usar o banheiro era lá mesmo.<br />
Ah&#8230; mas tive o prazer de conhecer a *melhor parada*! Nossa!! Ainda me lembro como se fosse hoje: Era Rodo-alguma-coisa! Era noite ou era madrugada. Tive a mesma sensação que teria um ser sedento ao avistar um oásis. No meio do nada, no meio da escuridão, lá estava aquele local  super iluminado. Tinha muitas comidas saborosas *eita fome* e o banheiro além de limpo era cheirosinho. </p>
<p><strong>Banho?</strong> Ah que saudade disso&#8230;.  Não, não dava tempo de tomar um banho decente. O tempo não permitia, nem as instalações. Quando não faltava limpeza faltavam chuveiros. Ou os dois. Em alguns lugares o banheiro estava tão lotado&#8230; Isso foi no início da viagem, em Aparecida, no Santuário. Mas estas paradas técnicas só davam pra usar o pipi-room, lavar o rosto, renovar o desodô, escovar os dentes e comer *alguma coisa*, ou seja: o básico. </p>
<p><strong>Nem precisa dizer</strong> que cheguei com *aquela cara* ao destino. Não, *aquela cara* não significa que cheguei mal humorada. De jeito nenhum. Até que encarei a aventura de bom humor. Cheguei foi toda amarrotada, moída, a cara amassada, me sentindo melada, suja..arghhh.. um horror. Era noite. E tenho a foto tirada na Rodoviária de Cuiabá pra provar que eu cheguei lá! Rss.. Quer dizer, a foto do meu namorado, pois eu estava tão horrível que nem me atrevi a aparecer na frente da lente. Ele *aff* parecia um foragido, ou melhor, um retirante: sandália de dedo, um short amarrotado, camiseta sem manga que não combinava com o short: uma figura! E a mala: no bagaço! </p>
<p>Ah, durante toda a viagem eu havia levado na bolsa saco minha máquina fotográfica: uma olympus automática. Não, isso foi antes da era digital. Essa era uma 35 mm. Mas diante dos locais, das paradas, dos *cuidados* fiquei até com medo de sacar a câmera e registrar os detalhes da viagem. Teria sido interessante.  </p>
<p><strong>Um dos piores momentos</strong> da viagem, depois da *pior parada*, foi quando trocamos de ônibus. Entramos em um veículo tão confortável quanto o primeiro, mas que parecia ser usado para os *trechos internos* do percurso.  Arrgghh.. o busum fedia, era sujo, um horror!! Sim, era no-jen-to! Mais tarde, no trecho próximo à chegada, mudamos para um *melhorzinho*. Sim, quando cheguei na casa da *sogrinha* depois de dizer “oi”, pousar as malas e lavar as mãos, o que eu mais queria, depois de comer algo *decente* era tomar um bom, quente, demorado e limpo banho! Ah&#8230; nunca um banho foi tão bom! J </p>
<p>No dia seguinte, banho tomado, café da manhã tomado&#8230; beleza! Eu era outra pessoa, ou melhor: eu era EU de novo!! Saímos, alugamos um carro e fomos conhecer a Chapada dos Guimarães. Há lugares muito lindos. Tomamos banho em algumas das cachoeiras, mas não fomos muito longe. Neste dia sim, bati muitas fotos. Ficamos apenas 2 ou 3 dias por lá. Conhecemos um casal de vizinhos, gente boa que nos emprestou a câmera de vídeo com uma fita para gravarmos nosso passeio pela Chapada. Nem lembro se guardei a fita. Sabe como é, depois que o namoro acaba [mal] você fica mais é querendo detonar as fotos ou qualquer coisa que lembre aquela pessoa. E fica *ligeiramente* arrependida de ter feito *algumas coisas*, incluindo esta viagem.  </p>
<p><strong>Nossa viagem de aventura</strong> continuaria voltando ao <a href="http://ad.zanox.com/ppc/?18421662C9245894T"target="_blank"rel="nofollow"title="Promoções no Rio" >Rio de Janeiro</a> com uma parada em Brasília, outra em <a href="http://ad.zanox.com/ppc/?18421895C439718494T"target="_blank"rel="nofollow"title="Descontos em São Paulo" >São Paulo</a>: mais alguns parentes para conhecer. Só que chega um momento em que você não agüenta mais conhecer parentes, trocar gentilezas, sentir que esta incomodando os outros, ter que acompanhar os passeios dos outros, se sentir fora da sua casa, do seu conforto, dos seus horários&#8230; Eu queria mais era voltar pra minha casa, pra minha zona de conforto, como dizem alguns. A viagem de aventura já estava perdendo o encanto. E já começava a me incomodar com o fato de dependermos do transporte de outras pessoas para ir daqui até ali&#8230; Sabe como é, em Brasília tudo é longe; em São Paulo, não há como dar um *pulinho ali* sem estar com um carro. Metrô não leva a qualquer lugar. E percebi que meu namorado era um péssimo guia de turismo. Ele só me levava aonde ele queria ir, e não aonde eu queria ir. Em pouco tempo a viagem de aventura virou um pesadelo. Ele me levou para conhecer o interior do MASP quando eu queria conhecer o bairro da Liberdade.  </p>
<p>A volta foi menos emocionante. Demorou mais, como era de se esperar. E não pude evitar uns pulinhos de alegria quando cheguei em *terra firme*.  Algum tempo depois meu namorado sugeriu uma outra viagem que foi rapidamente recusada!!! Estava cansada de *emoções fortes*! </p>
<p>Ah sim&#8230; depois disso o namoro também não durou muito mais tempo&#8230; J</p>
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		<title>Museu Nacional em Brasília, DF</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Apr 2007 23:43:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Newton Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[As fotos de Brasília sempre mostraram um espaço vazio, em frente ao Teatro Nacional. Eram o Museu e a Biblioteca Nacional que foram projetados por Oscar Niemeyer, mas não deixaram de ser construídos, provavelmente por causa do prazo de entrega da cidade. Quase 50 anos depois da inauguração da nova capital, o Governo do Distrito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As fotos de Brasília sempre mostraram um <strong>espaço vazio</strong>, em frente ao Teatro Nacional. Eram o <strong>Museu e a Biblioteca Nacional</strong> que foram projetados por Oscar Niemeyer, mas não deixaram de ser construídos, provavelmente por causa do prazo de entrega da cidade.</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/04/museunac.jpg' alt='Museu Nacional' /></p>
<p>Quase 50 anos depois da inauguração da nova capital, o Governo do Distrito Federal resolveu <strong>terminar o projeto</strong> do arquiteto construindo os dois edifícios que faltavam, preenchendo por completo o espaço da esplanada, e criando mais uma opção para quem visita a cidade.</p>
<p>Por enquanto apenas o Museu foi inaugurado, e funciona de segunda a domingo das 9h até às 18h45, inclusive feriados. A primeira exposição é justamente sobre as obras do arquiteto <strong>Oscar Niemeyer</strong>, não só na capital do país, mas as curvas que ele projetou por todo o mundo.</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/04/museunac2.jpg' alt='Museu Nacional' /></p>
<p>Se passar por Brasília, não deixe de visitar a obra de Niemeyer na Esplanada dos Ministérios e no Museu Nacional.</p>
<h4>Buscas relacionadas:</h4><ul><li>Museu nacional de brasilia</li><li>museu nacional brasilia</li></ul><div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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