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	<title>Goitacá Blog de Dicas de Viagem &#187; Portugal</title>
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	<description>Turismo, aventura, exploração, dicas no Brasil e no Mundo</description>
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		<title>Portugueses mortos não levitam</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 11:28:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bizarro]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[Sei que o título é estranho, mas nada explica melhor estas fotos de espigueiros em Soajo, no noroeste português. &#8220;Os espigueiros são construções destinadas à armazenagem e conservação das espigas de milho grosso. Estes são formados por uma câmara estreita, com paredes aprumadas de fendas verticais para arejamento e assentam numa base de pés simples, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sei que o título é estranho, mas nada explica melhor estas fotos de<a href="http://retratosdeviagens.blogspot.com/2007/03/espigueiros-do-soajo-granaries-of-soajo.html"> espigueiros em Soajo</a>, no noroeste português.</p>
<blockquote><p>&#8220;Os espigueiros são construções destinadas à armazenagem e conservação das espigas de milho grosso. Estes são formados por uma câmara estreita, com paredes aprumadas de fendas verticais para arejamento e assentam numa base de pés simples, rematada por coroas ou capitéis salientes, de forma a impedir o acesso dos ratos. O corpo é coberto por um telhado de duas águas, com uma forma de guarda-vento, cujas lajes de pedra, são apoiadas em peças interiores, às cangas e uma cruz encima normalmente do topo frontal da porta.&#8221;</p></blockquote>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/04/portugal.jpg' alt='Espigueiro voador' /></p>
<p id="bte_opp"><small>Originally posted 2007-04-09 07:24:14. Republished by  <a href="http://www.blogtrafficexchange.com/old-post-promoter/">Blog Post Promoter</a></small></p><div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>Mochilão na Europa semana IV &#8211; De Madri até Lisboa</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 13:24:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Mochilão]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[No domingo eu continuei minha peregrinação até o Palácio Real, luxuoso e belíssimo, onde fui barrado para entrar. Não permitem canivetes na casa do rei. Deixei ele, disparado a mais importante ferramenta a ser carregada em viagem, com os seguranças e fui conhecer o interior do lugar. Não preciso dizer que esqueci o canivete lá, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No domingo eu continuei minha peregrinação até o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pal%C3%A1cio_Real_de_Madrid">Palácio Real</a>, luxuoso e belíssimo, onde fui barrado para entrar. Não permitem <a href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.pesquisa&#038;af=2239&#038;texto=Canivetes&#038;catid=310">canivetes </a>na casa do rei. Deixei ele, disparado a mais importante ferramenta a ser carregada em viagem, com os seguranças e fui conhecer o interior do lugar. Não preciso dizer que esqueci o <a href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.pesquisa&#038;af=2239&#038;texto=Canivetes&#038;catid=310">canivete </a>lá, né?</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/06/palacio-real.jpg' alt='palacio-real.jpg' /></p>
<p>Além de luxo e ostentação, o que mais se esperar do lugar onde alguns dos mais poderosos reis da <a href="http://www.goitaca.com/busca-sua-viagem/?cx=partner-pub-7544340246959729:8w987c-wmrb&#038;cof=FORID:9&#038;ie=ISO-8859-1&#038;q=Europa&#038;sa=Pesquisar"target="_self"title="Tudo o que você queria saber sobre a Europa" >Europa</a> viviam? Certo, acertou quem chutou Velázquez http://pt.wikipedia.org/wiki/Diego_Vel%C3%A1zquez, cuja obra-prima <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/La_Familia_de_Felipe_IV">As Meninas</a> foi pintada ali, e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_de_Goya">Goya</a>, pintor oficial do império no final do século XVIII. </p>
<p>Na segunda pela manhã embarquei para Sevilha e não participei da grande festa popular que se iniciaria devido ao dia de San Isidro, patrono da cidade.</p>
<p>Sevilha é deveras impressionante, possui traços árabes, romanos, góticos e o menor número de McDonalds por habitante de todas as cidades que estive antes. Isso, obviamente, é um alívio.</p>
<p>Achar um lugar para ficar foi uma briga feia, já que a cidade é razoavelmente mais desorganizada que as outras espanholas onde estive. A impressão mais marcante da cidade, porém, foi seu estereótipo espanhol. Tempero, sol, dança flamenca, touradas e cavalos andaluzes dividem seu espaço numa cidade que é um dos baluartes do jeito espanhol de ser. Então segui até a <a href="http://www.portaltaurino.com/plazas/andalucia/sevilla/maestran.htm">Real Maestranza</a> (touradas) e caminhei pela cidade.</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/06/458689473_56cd21d388.jpg' alt='458689473_56cd21d388.jpg' /></p>
<p>Na terça fui ao alcazar (palácio do sultanato) que mostra claramente como os muçulmanos eram superiores aos europeus medievais. Então almocei muito bem no bairro Santa Cruz, que era um gueto para judeus durante o reinado de Fernando III e hoje é cortado por vielas e travessas charmosas. Ali perto está a terceira maior construção gótica do mundo, uma catedral construída sob a base de uma mesquita que talvez guarde os restos mortais de Cristóvão Colombo (outras cidades reinvidicam a mesma honra).</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/06/alcazar.jpg' alt='alcazar.jpg' /></p>
<p>Segui então para a estação ferroviária reservar uma passagem para Lisboa. Fui ainda ao Museu arqueológico de onde me expulsaram na hora do fechamento. Malditos espanhóis.</p>
<p>Na quarta comprei um <a href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.metabusca&#038;texto=tenis&#038;catid=991">tênis </a>novo. O meu antigo estava em estado de profunda destruição. Barganhei tanto que acabei levando uma porcaria de tênis. Depois de minha rápida compra fui novamente à luta, quero dizer, continuei minha viagem. Fui até o Arquivo das Índias, onde estão expostos documentos relativos ao descobrimento e exploração das colônias espanholas até o momento em que Sevilha perdeu o monopólio mercantil com as Américas (OBS: naquela época era moda conceder monopólios à nobreza e às cidades).</p>
<p>Voltei ao albergue para pegar minha &#8220;bagagem&#8221; e embarquei num ônibus circular pinga-pinga (sim eles estão por toda a parte). Neste ônibus segui por toda a cidade e desci não muito longe de onde subira, uma hora e meia depois em frente à estação de trem.</p>
<p>Como só há um trem diário para Lisboa e ele parte de Madri, eu tinha que pegá-lo em algum lugar. Para não exagerar muito, digo que o trem que me levou de Sevilha a Cáceres, perto da fronteira com Portugal foi o mais lento e barulhento que eu já peguei na minha vida. Em Cáceres duas australianas estavam tendo problemas para conseguir passagens, fui lá e tentei ajudar.</p>
<p>Depois do entendimento comecei a conversar com as duas, blá-blá-blá prum lado, blá-blá-blá para outro lado e elas me perguntam se por acaso eu também falava português já que viram eu resolver a situação em espanhol. &#8220;Claro!&#8221; respondi.</p>
<p>Mas por que? perguntaram novamente, pelo mesmo motivo que vocês falam inglês na Austrália. Mesmo assim não entenderam. Desisti.</p>
<p>Tive que esperar ainda quatro horas na estação de Cáceres pelo trem para Portugal, o resultado é que eu cheguei em Lisboa, na manhã seguinte, arrasado. E lá, a glória de todo brasileiro, um lugar na Europa onde poderia pôr em prática vinte e tantos anos de estudo nativo da língua portuguesa&#8230;</p>
<p>Na tarde de quinta fui dar uma volta pela cidade, subi até a Fortaleza de São Jorge, de onde se tem uma estupenda vista da cidade. Na subida do morro comi um cozido à portuguesa num restaurante desaconselhável para turistas no histórico bairro da Alfama, mas depois de ter passado por quatro países diferentes este era o que mais se parecia com minha casa. A grande vantagem de se falar bem a língua dos locais estava evidente. Nenhum lugar era estranho o bastante.</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/06/sao-jorge.jpg' alt='sao-jorge.jpg' /></p>
<p>Depois cruzei a cidade através da Cidade Baixa, onde se encontram obras marcantes na história lusitana como o monumento aos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_da_Restaura%C3%A7%C3%A3o">restauradores</a> (aqueles caras que restauram o reino português em 1640, inclusive expulsando os holandeses do Nordeste), até o Bairro Alto. Estes dois bairros sintetizam muito da cidade após o terremoto que a destruiu por volta de 1755 e só poupou a Alfama.</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/06/bairro-alto.jpg' alt='bairro-alto.jpg' /></p>
<p>A sensação de caminhar por Lisboa é muito parecida com algumas cidades brasileiras históricas que eu conheço como Porto Alegre e Salvador, é ainda mais parecida com a segunda, pois a capital lusitana acolhe anualmente um grande número de imigrantes e refugiados africanos. Tornando este país europeu cada vez mais parecido com suas ex-colônias. Ironia do destino.</p>
<p>No final da tarde decidi que era mais do que hora de lavar minhas roupas, me informei onde era. Tudo pronto, parti. A única lavanderia self-service de Lisboa ficava a uma distância enorme do albergue onde eu me hospedava. Três estações de metrõ, mais umas sete quadras lomba acima, sem contar que eu estava de <a href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.metabusca&#038;texto=havaianas&#038;catid=988">chinelo havaianas</a>. Cheguei lá e a dona, uma simpática senhora que repetia tudo dez vezes para eu entender o sotaque, me disse que não podia lavar minhas roupas.</p>
<p>Eu já pensei em fazer o maior escarcéu, dizer que era só porque eu uso o gerúndio e tudo o mais. Quando decidi que antes perguntaria porquê. Não tem água, ela me disse.</p>
<p>Bah! Voltei ao albergue então demolido de carregar roupa suja na ida e na volta. Se estivesse pelo menos mais limpa teria uma motivação especial para voltar, mas assim não dava.</p>
<p>À noite saí com um pessoal do albergue, loucuragem total, fomos de bar em bar no Bairro Alto até de Madrugada. Nesta noite encontrei o lugar mais absurdo do mundo. Um bar com entrada liberada (sem convite) e copa livre. Só em Portugal mesmo. Vale dizer que era aniversário do lugar, mas mesmo assim era uma tremenda <a href="http://www.goitaca.com/category/dicas/promocao/"title="Veja outras promoções" >promoção</a> de português&#8230;</p>
<p>Na sexta-feira fui até Belém, uma espécie de subúrbio Lisboeta onde se encontram diversas atrações turísticas, como o Mosteiro dos Jerônimos(construído para agradecer o sucesso da viagem de Vasco às Índias), a Torre de Belém, o Museu nacional dos coches (carruagem na língua deles) e o Museu da Marinha.</p>
<p>O Mosteiro é mais bonito por fora, não desmerecendo o interior, mas é que a fachada é muito impressionante. A Torre oferece uma magnífica vista do Tejo e Atlântico, ela data da época em que Portugal era uma potência intercontinental. Apesar disto, não tem muita graça, é quase como a Ponte do Rio Guaíba. É interessante, mas não vale a pena ir até lá só para isso.</p>
<p>O Museu da Marinha é interessantíssimo, pois narra toda a história do país a partir da unificação portuguesa, lá pelo fim da idade média até a atualidade. Tem algumas réplicas em tamanho real de navios e um porção de miniaturas cuidadosamente planejadas.</p>
<p>À noite, para variar, saí de novo com um pessoal do albergue. Mas desta vez o grupo era mais internacional, tinha dois brasileiros(eu mais uma paulista pagodeira), três italianos, uma belga que falava português, uma australiana e uma porção de portugueses. A paulista ficou o tempo todo se mostrando, dançando aquelas coisas pagodeiras e o pessoal ficou me perguntando porquê eu não dançava também, afinal todos os brasileiros são assim, certo?</p>
<p>Estereótipos à parte, só não fui embora antes por que estava muito longe do albergue e teria de pegar um taxi. O que não é recomendável fazer sozinho quando se tem pouco dinheiro. Tive de agüentar aborrecido até as cinco da manhã, quando quase todos os bares lisboetas fecham as portas.</p>
<p>No sábado fui até Sintra &#8211; um antigo destino dos chiques portugueses. Lá tem alguns palácios e uma fortaleza. O primeiro, Palácio Nacional de Sintra, tem duas chaminés muito estranhas e era a residência de verão dos antigos sultões e seus haréns, o segundo, Palácio Nacional da Pena, é uma suntuosa casa de campo do deposto rei português.</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/06/palacio-sintra.jpg' alt='palacio-sintra.jpg' /></p>
<p>O <a href="http://www.portugalvirtual.pt/_tourism/costadelisboa/sintra/mourosp.html">Castelo dos Mouros</a> foi construído no topo de uma montanha pelos mouros no século VIII, isto mesmo VIII e ainda está de pé. Isto porquê não foi o Sérgio Naya que construiu&#8230; Ainda me é difícil imaginar como os portugueses conseguiram conquistá-la dos muçulmanos sem pólvora.</p>
<p>De quebra ainda comi um bacalhau à portuguesa em Sintra, delicioso.</p>
<p id="bte_opp"><small>Originally posted 2007-06-16 11:08:25. Republished by  <a href="http://www.blogtrafficexchange.com/old-post-promoter/">Blog Post Promoter</a></small></p><h4>Buscas relacionadas:</h4><ul><li>lavandaria self service lisboa</li><li>trem madrid lisboa</li><li>trem madri lisboa</li><li>como ir de lisboa para madrid</li><li>trem de madri a lisboa</li></ul><div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dois ter&#231;os dos Albergues da Juventude portugueses podem fechar</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 10:18:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bender</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E a crise portuguesa faz mais uma vítima. Dessa vez, o alvo são os albergues da juventude, que por lá são controlados pelo governo. E você que achava o Brasil confuso, né? Pois bem, acontece que o governo deixou de repassar boa parte da verba para os albergues, que por lá eles chamam de Pousadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E a crise portuguesa faz mais uma vítima. Dessa vez, o alvo são os albergues da juventude, que por lá são controlados pelo governo. E você que achava o Brasil confuso, né?</p>
<p>Pois bem, acontece que o governo deixou de repassar boa parte da verba para os albergues, que por lá eles chamam de Pousadas da Juventude, e com isso quase todos estão no prejuízo. Assim, devem fechar ou serem transferidos para a iniciativa privada.</p>
<p>Honestamente, seria bom transferir já para a iniciativa privada. Uma coisa que o governo NÃO precisa fazer é controlar onde estudantes se hospedam.</p>
<p><a href="http://www.tvi24.iol.pt/politica/ultimas-noticias-pousada-juventude-tvi24-oe2012/1299613-4072.html">Veja mais info aqui.</a></p>
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		<title>TAP planeja voar a Viracopos</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 11:24:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mari Campos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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		<description><![CDATA[A TAP anda pensando em soluções de crescimento em voos para o mercado brasileiro; e pode ser uma boa notícia os novos voos a partir do aeroporto de Viracopos, em Campinas, que a companhia planeja. A proposta inicial é voar três vezes por semana de Lisboa para Campinas, totalizando 17 voos semanais entre a Europa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1397" title="TAP" src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2010/01/TAP-499x300.jpg" alt="TAP" width="499" height="300" />A TAP anda pensando em soluções de crescimento em voos para o mercado brasileiro; e pode ser uma boa notícia os novos voos a partir do aeroporto de Viracopos, em Campinas, que a companhia planeja.</p>
<p>A proposta inicial é voar três vezes por semana de Lisboa para Campinas, totalizando 17 voos semanais entre a <a href="http://www.goitaca.com/busca-sua-viagem/?cx=partner-pub-7544340246959729:8w987c-wmrb&#038;cof=FORID:9&#038;ie=ISO-8859-1&#038;q=Europa&#038;sa=Pesquisar"target="_self"title="Tudo o que você queria saber sobre a Europa" >Europa</a> e o Estado de <a href="http://ad.zanox.com/ppc/?18421895C439718494T"target="_blank"rel="nofollow"title="Descontos em São Paulo" >São Paulo</a>.  O plano ainda está em fase de negociações com a ANAC e a administração de Viracopos, mas andam dizendo por aí que as chances de concretização são grandes.</p>
<p>Atualmente, a TAP oferece do Brasil para a Europa partindo de <a href="http://ad.zanox.com/ppc/?18421942C1364529540T"target="_blank"rel="nofollow"title="Descontos em BH" >Belo Horizonte</a>, Brasília, Fortaleza, Natal, Recife, <a href="http://ad.zanox.com/ppc/?18421662C9245894T"target="_blank"rel="nofollow"title="Promoções no Rio" >Rio de Janeiro</a>, Salvador e São Paulo para a Europa. Que venha Viracopos.</p>
<p id="bte_opp"><small>Originally posted 2010-01-19 09:20:45. Republished by  <a href="http://www.blogtrafficexchange.com/old-post-promoter/">Blog Post Promoter</a></small></p><div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>Albergues: o futuro da hospedagem barata?</title>
		<link>http://www.goitaca.com/viagem/albergues-o-futuro-da-hospedagem-barata/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 22:33:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hospedagem]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem viaja bastante já percebeu. Ficar em albergue diminui muito os custos de hospedagem durante viagens, principalmente longas Mas há um porèm (sempre tem um porém, né? Sanagagem). Albergues costumam ser espartanos e nem sempre são limpos. No entanto, há demanda por hospedagem econômica de qualidade. Assim, os albergues também estão mudando. Como mostra essa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem viaja bastante já percebeu. Ficar em albergue diminui muito os custos de hospedagem durante viagens, principalmente longas</p>
<p>Mas há um porèm (sempre tem um porém, né? Sanagagem). Albergues costumam ser espartanos e nem sempre são limpos.</p>
<p>No entanto, há demanda por hospedagem econômica de qualidade. Assim, os albergues também estão mudando. Como mostra essa reportagem do Estadão:</p>
<p>&#160;&#160;</p>
<blockquote>
<p>Um quarto duplo bem decorado, espaçoso, com limpeza impecável e conexão Wi-Fi em pleno centro histórico de Lisboa pode custar, por noite, módicos € 35. E o melhor: o preço é o de tabela, não uma pechincha de baixa temporada.</p>
<p>A hospedagem em questão é o Travellers House (travellershouse.com), albergue que, no ano passado, foi eleito o melhor do mundo pelos internautas cadastrados no site Hostelworld.com. A votação contou com mais de 900 mil participantes e 20 mil estabelecimentos inscritos.</p>
</blockquote>
<p> (<a href="http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,albergue-sim-mas-com-charme-e-conforto,596110,0.htm">fonte</a>)  </p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>Belém: o mais charmoso dos bairros lisboetas</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 13:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bá Conti</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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		<description><![CDATA[Podemos dizer que os bairros mais conhecidos de Lisboa são a Alta, a Baixa, a Alfama, o Chiado e o charmoso Belém &#8211; bairros diferentes e complementares, por sinal. E podemos dizer, também, que em Belém um viajante encontra tudo o que procura: edifícios históricos, gente simpática, gastronomia típica e paisagens de tirar o fôlego. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<a href='http://www.goitaca.com/viagem/lugares/belem-o-mais-charmoso-dos-bairros-lisboetas/attachment/belem-1/' title='belem 1'><img width="150" height="150" src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2009/08/belem-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ba Conti" title="belem 1" /></a>
<a href='http://www.goitaca.com/viagem/lugares/belem-o-mais-charmoso-dos-bairros-lisboetas/attachment/belem-2/' title='belem 2'><img width="150" height="150" src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2009/08/belem-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ba Conti" title="belem 2" /></a>

<p>Podemos dizer que os bairros mais conhecidos de Lisboa são a Alta, a Baixa, a Alfama, o Chiado e o charmoso Belém &#8211; bairros diferentes e complementares, por sinal. E podemos dizer, também, que em Belém um viajante encontra tudo o que procura: edifícios históricos, gente simpática, gastronomia típica e paisagens de tirar o fôlego.</p>
<p>O melhor jeito de chegar a Belém é de bonde – ou “elétrico” ! – para se sentir voltando no tempo. Logo que chegar, a quantidade de verde que invade seus olhos, em praças muito bem cuidadas, é impressionante; e o maior e mais bonito dos edifícios do entorno, o Mosteiro dos Jerônimos, também está logo ali. Ainda que de algumas vezes seja um pouco longa, a fila para entrar é bastante rápida e com certeza vale a pena: o interior do prédio é ainda mais impactante que o exterior, com um claustro amplo e intensamente iluminado. Na igreja, túmulos do escritor Luis Vaz de Camões e do navegante Vasco da Gama, entre altares e pé direito altíssimo. O mosteiro também oferece mostras e exposição em seu interior.</p>
<p>Cruzando a Praça do Império em direção às docas, o belo Padrão dos Descobrimentos e a Torre de Belém. O primeiro é um monumento erguido em comemoração aos 500 anos das explorações marítimas portuguesas, com representações dos navegantes olhando em direção ao mar. O segundo é uma antiga torre de guarda da costa lusitana, que conserva a mesma estrutura da época em que estava ativo, possibilitando uma incrível vista da ponte 25 de Abril (na saída, aproveite para pechinchar um lenço para sua mãe nas mãos das vendedoras ambulantes!).</p>
<p>Também vale a parada no Museu dos Coches, na rua de Belém, com carros e carruagens utilizados pelas classes dominantes em diversas épocas, inclusive monarcas e príncipes, com uma verdadeira profusão de detalhes em cada veículo.</p>
<p>Na própria rua de Belém existem bons restaurantes com pratos típicos a preços bastante aceitáveis. Mas a dica gastronômica imperdível é a Fábrica dos Pastéis de Belém, razão da nomeação dos lusitaníssimos docinhos de nata. Em atividade desde 1837, oferecem a famosa sobremesa por menos de um euro (cerca de R$2,70) e permitem aos visitantes que presenciem a produção através de uma parede de vidro. Sempre há fila para compras para viagem, mas a graça está em saborear seus pasteizinhos no interior do estabelecimento, todo azulejado e com decoração tradicional – melhor ainda se eles vierem acompanhados de um bom café.</p>
<p>No fim do dia, sentar-se em um banco da praça e aproveitar para ver o movimento ao redor é uma ótima pedida. Por falar nisso, que tal mais um pastelzinho?</p>
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		<title>Fotos da Torre de Belém, em Lisboa, Portugal</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 18:07:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[fotos]]></category>
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		<description><![CDATA[Inicialmente projetada para fazer parte do esquema de segurança da capital portugues, a Torre de Belém é hoje um patrimônio inestimável da humanidade e um passeio que vale muito a pena fazer. Aqui selecionamos algumas fotos bonitas da Torre de Belém presentes em redes de relacionamento. A construção da Torre de Belém iniciou em 1514. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Inicialmente projetada para fazer parte do esquema de segurança da capital portugues, a Torre de Belém é hoje um patrimônio inestimável da humanidade e um passeio que vale muito a pena fazer.</p>
<p>Aqui selecionamos algumas fotos bonitas da Torre de Belém presentes em redes de relacionamento. A construção da Torre de Belém iniciou em 1514.</p>
<p><a href="http://flickr.com/photos/felber70/346511951"><img src="http://farm1.static.flickr.com/146/346511951_f62a21910a.jpg?v=0" alt="Torre de Belém 1 by felber." title="" width="500" height="375" onload="show_notes_initially();" class="reflect"></a></p>
<p>As influências islâmicas e orientais do monumento caracterizam um período específico da arquitetura portuguesa.</p>
<p><a href="http://flickr.com/photos/vitor107/321678088"><br />
<img src="http://farm1.static.flickr.com/126/321678088_44a469b658.jpg?v=0" alt="Torre de Belém - Lisboa - Portugal by Portuguese_eyes." title="" width="375" height="500" onload="show_notes_initially();" class="reflect"></a></p>
<p>Pouco mais de cem anos depois de sua construção a Torre de Belém começou a encontrar sua vocação natural, a da beleza, e foi aos poucos deixando a defesa de Portugal para outros prédios mais novos.</p>
<p><a href="http://flickr.com/photos/audringje/3163611478"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3256/3163611478_e49a6156b8.jpg?v=0" alt="Torre de Belém by Audringje." title="" width="363" height="500" onload="show_notes_initially();" class="reflect"></a></p>
<p>Desde 1983 a Torre de Belém é considerada Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO. Um título merecido, convenhamos. </p>
<p><a href="http://flickr.com/photos/tintas/3184692717"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3481/3184692717_cdddbac3d7.jpg?v=0" alt="a fisherman in the city by tintas." title="" width="500" height="375" onload="show_notes_initially();" class="reflect"></a></p>
<p><a href="http://flickr.com/places/Portugal/Lisbon/Lisbon/Torre%20de%20Belem/">Todas as fotos vêm deste streaming do Flickr</a>.</p>
<h4>Buscas relacionadas:</h4><ul><li>arquitetura portuguesa</li></ul><div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>Mochilão na Europa semana V &#8211; De Lisboa até Paris</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Jun 2007 19:05:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[No domingo visitei o parque da Expo 98 em Lisboa, agora chamado Parque das Nações. Eu já não esperava muita coisa, chegando lá constatei que maior parte das atrações estava fechada e o que estava aberto era caro. Ironicamente lindo. No Parque das Nações se encontram duas facetas da Lisboa moderna: o maior aquário da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No domingo visitei o parque da Expo 98 em Lisboa, agora chamado Parque das Nações. Eu já não esperava muita coisa, chegando lá constatei que maior parte das atrações estava fechada e o que estava aberto era caro. Ironicamente lindo.</p>
<p>No Parque das Nações se encontram duas facetas da Lisboa moderna: o maior aquário da <a href="http://www.goitaca.com/busca-sua-viagem/?cx=partner-pub-7544340246959729:8w987c-wmrb&#038;cof=FORID:9&#038;ie=ISO-8859-1&#038;q=Europa&#038;sa=Pesquisar"target="_self"title="Tudo o que você queria saber sobre a Europa" >Europa</a> e o maior shopping center da península ibérica. Só não sei qual é qual.</p>
<p><img src="http://farm1.static.flickr.com/179/449253658_3f32436136.jpg" alt="Estação de trem no Parque das Nações" /></p>
<p>Presenciei espantado na principal via do parque, a Avenida dos Oceanos, o desfile das escolas de samba lisboetas. O seu slogan era &#8220;os brasileiros vão morrer de inveja&#8221;. Mas eu não fiquei com inveja, portanto deve haver algum defeito no desfile.</p>
<p>Essa <a href="http://www.goitaca.com/category/dicas/festas/carnaval/"title="Leia mais sobre o carnaval" >carnaval</a>ização da antiga metrópole é algo realmente presente. Parece um processo de assimilação cultural. Há notícias até de uma passeata contra o gerúndio também. E tem gente por aqui reclamando da americanização.</p>
<p>Embarquei à noite para Madri num trem noturno lotado. O sujeito ao meu lado fedia tanto que eu só queria chegar no próximo albergue e tomar um banho. Na segunda pela manhã (na verdade 10h, que é quando começa o dia para os espanhóis) fui até o Palácio Real pegar meu <a href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.pesquisa&#038;af=2239&#038;texto=Canivetes&#038;catid=310>canivete</a>, que eu estupidamente havia esquecido ali uma semana antes. Então me encontrei com a Guernica de Picasso no Museu Reina Sofia e finalmente entendi porquê ele era venerado como mestre pintor.</p>
<p><img src="http://farm1.static.flickr.com/29/94707176_23b1c49426.jpg" alt="Esta é Guernica" /></p>
<p>Depois de me entediar com a arte contemporânea fui ate a Plaza de Toros Las Ventas assistir a uma tourada. È sangrenta mas divertida, uma vez na vida tem que se experimentar. O espetáculo de ver uma arena enorme se entulhar de gente em quinze minutos me fez duvidar da capacidade brasileira de construção de estádios.</p>
<p>À noite no albergue um argentino me convenceu a ir dar uma volta para comer algo, acabamos caminhando mais 2 horas ate achar algo comestível (pudera, já era uma da manhã!).</p>
<p>Na terça pela manhã (na verdade tarde, pois perdemos o trem) fui para Toledo com um grupo multinacional (argentinos, brasileiros e um sul-africano surdo). Toledo é uma cidade antiqüíssima e era a capital espanhola até meados do século XVI quando Juscelino Kubitschek (hehehe) transferiu o reino para Madrid, o novo centro geométrico do país. </p>
<p>Toledo é atualmente a capital de Castilla La Mancha, portanto está cheia de motivos quixotescos, armaduras, castelos e muitas outras coisas como uma belíssima catedral gótica e um alcazár, o qual infelizmente estava em reformas e portanto não pudemos visitar.</p>
<p>Temia perder o trem noturno que me levaria de Madrid para Barcelona, assim eu e um outro gaúcho saímos correndo pela cidade para pegar o trem das seis e vinte. Minha asma quase me matou, mas conseguímos. No fim nem precisaria ter corrido, pois havia tempo suficiente de intervalo entre um trem e outro.</p>
<p>Em Barcelona, na quarta pela manhâ visitei o Parc Güell feito por Gaudí para abrigar a nata da sociedade catalã. Como ele nunca conseguiu vender seus lotes, o parque foi doado à cidade e hoje forma um dos mais magníficos espaços públicos europeus. </p>
<p>Lá tudo é fantástico e surreal, seguindo a tendência Gaudinesca (inventei essa palavra) de reinventar as formas. Para Gaudí, arquitetura reta era falta de criatividade.</p>
<p>Após isso, eu fui para o Museu de Picasso, que não é grande coisa. Voltei à estação e tentei descansar antes de embarcar para <a href="http://www.goitaca.com/busca-sua-viagem/?cx=partner-pub-7544340246959729:8w987c-wmrb&#038;cof=FORID:9&#038;ie=ISO-8859-1&#038;q=Paris&#038;sa=Pesquisar"target="_self"title="Tudo o que você queria saber sobre Paris" >Paris</a> em outro cruel trem noturno. É claro que não consegui dormir de novo, afinal trens não forma feitos para dormir.</p>
<p>Enquanto o trem se aproximava lentamente da estação, eu ia ficando desesperado, pois eu havia lido no guia de viagem que os poucos albergues bons e baratos de Paris enchem cedo. Desembarquei e saí correndo para ir ao melhor albergue, e é claro que não fui rápido o suficiente e encontrei o já estava lotado. Fui então a um outro que fica entre o cu do mundo e o lugar em que Judas perdeu as botas> Felizmente, o metrô parisiense chegava lá perto.</p>
<p>Depois de fazer o check in eu estava absolutamente podre de cansado e pensei: &#8220;vou dar uma volta na cidade para ver como Paris é. Só consegui ficar na rua até ao redor das três, voltei para o albergue, tomei um banho e cheguei à seguinte conclusão: &#8220;melhor tirar uma soneca pra depois sair e comer alguma coisa&#8221;, merda nenhuma. Apaguei. De tênis e jaqueta. Fui acordar na sexta às nove para o café.</p>
<p>Pela manhã conheci um pessoal no albergue, brasileiros e um canadense. Fomos até o Musee Les Invalides onde Napoleão está enterrado, há também uma exposição enorme de armas e armaduras. Lá perdi minha companhia, Andrés, um canadense de Quebec fluente em francês, coisa deveras útil na Franca. </p>
<p><img src="http://farm1.static.flickr.com/51/136389049_9e14b6ce43.jpg" alt="Les Invalides vale a pena" /></p>
<p>Para completar a desgraça ainda me perdi, pois queria ir ate o Louvre e acabei chegando no Musee d&#8217;Orsay que é muito legal também, e para variar, enorme (não tanto quanto o Louvre). Então voltei pro albergue e participei de uma reunião de brasileiros (éramos mais de vinte e poderíamos até ter jogado futebol).</p>
<p>No sábado fui ao Louvre (gigantesco, imagina o museu e depois multiplique por dois, isto e uma asa do Louvre, e são duas mais o corpo central, no mínimo cinco vezes o Museu del Prado que já é enorme) acompanhado por dois médicos uma catarinense e um paraibano. Vimos a Mona Lisa que não e grande coisa, a Liberdade liderando o Povo, Venus de Milo, Codigo de Hamurabi. Caramba, tanta coisa0 que nem tem graça contar. E sem pegar fila, pois o Louvre tem cinco entradas, mas todos os turistas entram somente pela pirâmide, portanto as outras quatro entradas estão sempre vazias e calmas.</p>
<p><img src="http://farm1.static.flickr.com/73/194269815_642497854f.jpg" alt="Trocadero, melhor vista para a Torre Eiffel" /></p>
<p>Na volta passamos pela Champs Elysees, Arch du Triumph, Trocadero (melhor vista da Tour Eiffel) e a própria, claro, Tour Eiffel que não subi naquele dia e fiquei me arrependendo várias semanas até voltar para Paris; depois, Notre Dame e Ille de France. Voltei para o albergue então. Pela noite aprendi um pouco de Francês (contar até dez, eu tu ele nós vós eles, etc, mas já esqueci quase tudo).</p>
<h4>Buscas relacionadas:</h4><ul><li>trem lisboa paris</li><li>trem de lisboa para paris</li></ul><div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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