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	<title>Goitacá Blog de Dicas de Viagem &#187; África</title>
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	<description>Turismo, aventura, exploração, dicas no Brasil e no Mundo</description>
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		<title>Aventuras medievais na Mauritânia</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 16:48:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bender</dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Bizarro]]></category>
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		<description><![CDATA[Mauritânia fica na África Ocidental, naquela ponta que faz a conexão com o Brasil no mapa de War. Que, tu nunca jogou War? Não teve infância. Mas voltando à Mauritânia, ela está lá, é desértica e pessoas viajam para lá. Algumas curiosidades sobre a Mauritânia: - a sua área é o dobro do tamanho da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mauritânia fica na África Ocidental, naquela ponta que faz a conexão com o Brasil no mapa de War. Que, tu nunca jogou War? Não teve infância. Mas voltando à Mauritânia, ela está lá, é desértica e pessoas viajam para lá.</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/04/mapa-da-mauritania.gif' alt='Mauritânia' /></p>
<p>Algumas curiosidades sobre a Mauritânia:</p>
<p>- a sua área é o dobro do tamanho da França, mas a maior parte é deserto (veja as fronteiras em linhas &#8220;retas&#8221;)<br />
- sua população é de apenas 3 milhões de pessoas, portanto imagine como maior parte dos lugares é remoto<br />
- homossexualismo é castigado com a morte (eu disse morte, e não inferno)<br />
- a <a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/africa/4091579.stm">escravidão ainda é permitida por lá </a>(!!!)<br />
- não existe nada para fazer na capital, segundo o <a href="http://wikitravel.org/en/Nouakchott">Wikitravel</a></p>
<p><a href="http://pt.trekearth.com/gallery/Africa/Mauritania/">Veja algumas fotos do país aqui</a>.</p>
<p id="bte_opp"><small>Originally posted 2007-04-03 07:28:40. Republished by  <a href="http://www.blogtrafficexchange.com/old-post-promoter/">Blog Post Promoter</a></small></p><div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>Tunísia: destino de cheiros e cores</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 10:29:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mari Campos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já faz décadas que os europeus começaram a freqüentar as praias da Tunísia, mas foi somente nos últimos dois ou três anos que o país começou a atrair a atenção do Brasil. Mas não são os mil e duzentos quilômetros de praias tunisianas que nos atraem – como balneário, o país decepciona brasileiros; é o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já faz décadas que os europeus começaram a freqüentar as praias da Tunísia, mas foi somente nos últimos dois ou três anos que o país começou a atrair a atenção do Brasil. Mas não são os mil e duzentos quilômetros de praias tuni<a href="http://bp0.blogger.com/_xOWwKXVqBPc/RuHXtTXgP5I/AAAAAAAAAWc/5PJr67erPjw/s1600-h/Tunisia+1.JPG"></a>sianas que nos atraem – como balneário, o país decepciona brasileiros; é o deserto que mais nos fascina. Aliás, não apenas desertos: cidades históricas, ruínas, praias, mesquistas, compras, museus&#8230;. As compras na Tunísia são uma verdadeira aventura, os preços são muito camaradas e mais de 70% dos 800 hotéis do país são de quatro ou cinco estrelas (embora não ostentem todo o luxo que se espera de hotéis destas categorias). E é o tipo de país em que até dá para encarar um pacote para percorrê-lo com tranquilidade e conforto (os melhores são os de operadoras espanholas, com saídas de Madri ou Barcelona).<br />
Cheia de cores, temperos e cheiros, a Tunísia não tem nada do estereótipo dos países muçulmanos; mas a verdade é que as mulheres ocidentais têm sempre a sensação (fundamentada) de estarem sendo observadas o tempo todo. Para as acompanhadas, curiosamente as mais branquinhas e cheinhas, rola sempre aquela brincadeira de perguntar ao homem quantos camelos quer para deixar sua mulher por lá. <a href="http://bp1.blogger.com/_xOWwKXVqBPc/RuHX0jXgP6I/AAAAAAAAAWk/QGfvI6PgIaE/s1600-h/Tunisia+6.JPG"></a><br />
As fotos do presidente Ben Ali, no poder desde o final da década de 80, estão literalmente em todo lugar e as sirenes chamam várias vezes por dia para as orações. Extremamente simpáticos, os tunisianos sabem como poucos receber seus milhões de turistas: a infra-estrutura de aeroportos, hotéis e restaurantes impressiona e os comerciantes se desdobram para falar tudo quanto é língua. Fanáticos como nós pelo futebol, quando identificam brasileiros, querem logo mostrar que entendem do assunto e que adoram Ronaldo.<br />
A Medina de Tunis, parte da antiga cidade cercada de muros, é uma festa para os consumidores mais afoitos e o Museu do Bardo certamente vale a visita, assim como as ruínas Aqueduto de Zaghouan. Mas as melhores atrações estão mesmo nos 450 quilômetros que a separ<a href="http://bp0.blogger.com/_xOWwKXVqBPc/RuHYHTXgP8I/AAAAAAAAAW0/9vcdwNlhCK0/s1600-h/Tunisia+8.JPG"></a>am de Douz, bem na entrada do deserto. A primeira parada costuma ser a encantadora Sid Bou Said, com suas casinhas brancas e portas azuis, seguida por Cartago e, depois, o Coliseu de El Djem, patrimônio mundial do começo do século III: menor em tamanho mas muito mais conservado que o de Roma, ficou conhecido mundialmente quando foi cenário de um comercial de refrigerante que contava também com jogadores brasileiros. Kairouan é a cidade sagrada para muçulmanos e a entrada na grande mesquita permite conhecer com detalhes suas instalações – com destaque para o Mausoléu do Barbeiro -, de arquitetura muito peculiar. Destruída e reerguida várias vezes até o século IX, tem uma imensa colunata em seu pátio central em que nenhuma das colunas é idêntica à outra: são de períodos, materiais e estilos diferentes.<br />
A cidadela de Tozeur encanta com seus tijolos à mostra e grandes palmeirais, assim como o vilarejo <a href="http://bp3.blogger.com/_xOWwKXVqBPc/RuHX7DXgP7I/AAAAAAAAAWs/l4Xvq5lbgyQ/s1600-h/Tunisia+7.JPG"></a>de Nefta, bem nos limites entre os desertos de sal e areia, famosa pelas viagens de balão no comecinho do dia. Douz – doce em francês &#8211; é a porta de entrada dos turistas para o Saara, com seus pitorescos passeios em dromedários e os jantares beduínos típicos. Matmata, onde foram filmadas cenas da série Guerra nas Estrelas, é toda de cor avermelhada e quase não se vê construções na superfície, dado o calor na região &#8211; as habitações são encravadas na areia. Vale também destacar Gabes, famosa pelos tapetes e porcelanas, Sousse, e seus hotéis à beira mar e agitada vida noturna e a ilha de Djerba, banhada pelo mediterrâneo. Nesta última, as nativas casadas usam lenços da cor vermelha; as viúvas, a amarela; e as solteiras, a verde (não há como não pensar numa analogia engraçada com um semáforo&#8230;). Os casamentos na ilha também são famosos, conhecidos como os “casamentos das três noites”: a do grito, quando as mulheres são pela primeira vez depiladas e há muito barulho e música na casa para abafar os sons; a do riso, quando acontece a primeira conversa sobre sexo com a noiva; e a da festa, quando acontece o casamento propriamente dito e à meia-noite os noivos se retiram para consumar o ato.  Mas nada chama mais a atenção dos turistas que os imensos desertos de sal &#8211; grandes lagos de água salgada que ficam secos na maior parte do ano: o mais famoso é Chott El Djerid, que divide a Tunísia ao meio numa grande planície de sal – são mais de duas horas de viagem numa estradinha bem no meio do lago que não tem nada além de vendedores de tâmaras ao longo do trajeto.</p>
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		<title>Copa para quem não quer futebol 3: a bela Cidade do Cabo vai muito além do futebol</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 13:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mari Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>
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		<description><![CDATA[Não importa se o pretexto é Copa do Mundo ou não. A Cidade do Cabo – Cape Town – é daqueles destinos que deveriam figurar na Trip List de todo e qualquer viajante. Não é à toa que todo mundo volta deslumbrado de lá – a cidade é mesmo linda de morrer. Da estonteante Table [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-1521" title="large_022" src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2010/03/large_022.png" alt="large_022" width="320" height="400" /></strong></p>
<p>Não importa se o pretexto é Copa do Mundo ou não. A Cidade do Cabo – Cape Town – é daqueles destinos que deveriam figurar na Trip List de todo e qualquer viajante. Não é à toa que todo mundo volta deslumbrado de lá – a cidade é mesmo linda de morrer. Da estonteante Table Mountain, linda tanto vista de todo canto da cidade como adorável ao subirmos até seu topo num bondinho giratório para ver a cidade inteirinha se descortinando abaixo dela, à mítica Robben Island, ilha que manteve Mandela prisioneiro durante 18 dos 27 anos em que viveu no cárcere, a Cidade do Cabo é fabulosa.</p>
<p>Para os amantes de museus, são destino certo Galeria Nacional e o District Six, assim como o museu próprio do coloridíssimo bairro de Bo Kaap. No centro, valem a pena, sem dúvida, a caminhada pelos Company Gardens, visitar a Prefeitura, a Grand Parede (onde Mandela fez seu primeiro discurso ao ser libertado), o Castelo da Boa Esperanca, as catedrais. Sem falar no adorável mercado de Greenmarket Square, endereço perfeito para comprar artesanatos e lembrancinhas – pechinchando muito, é claro.  À noite, o endereço por ali é a Long Street, com seus bares, cafes e cybers.</p>
<p>Uma das atrações mais visitadas da cidade é o V&amp;A Waterfront, que conta com shopping center, porto, lojinhas e mercado de artesanto e montes de bares e restaurantes no píer, com vista para a Table Mountain – lotado em todos os finais de tarde.</p>
<p>Para ver gente bonita, Hout Bay, Camps Bay e Seapoint – tanto para a praia durante o dia como para a nightlife. E tem até Soccer Tour para quem quer visitar o estádio da Copa e outras atrações ligadas ao futebol. Mas vale a pena também sair de lá um pouquinho, já que são imperdíveis os tours pelas vinicolas de Stellenbosch e Franszhoek e chegar até o mítico Cabo da Boa Esperanca (se puder, pare no caminho em Simon´s Town, no Fish Hoek e na colonia de pinguins The Boulders). Boas empresas para isso são a <a href="http://www.coffeebeansroutes.com/" target="_blank">Coffeebeans Routes</a> e a <a href="http://www.springbokatlas.co.za/" target="_blank">Springbok Atlas</a>.</p>
<p>Mais informacoes <a href="http://www.tourismcapetown.co.za" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>Copa para quem não quer futebol 1: Safári com o Sabi Sabi</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 12:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mari Campos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cinco e meia da manhã o ranger KG batia na minha porta. Isso queria dizer que eu tinha 15 minutinhos para tomar uma ducha expressa, me vestir e ir encontrar os demais hóspedes do hotel Sabi Sabi   no lounge do Selati Camp. Dez minutinhos e uma xicara de cafe com leite com muffin depois, saíamos todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="aligncenter size-medium wp-image-1513" title="Elephant &amp; Vehicle" src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2010/03/Elephant-Vehicle-499x334.jpg" alt="Elephant &amp; Vehicle" width="499" height="334" /></strong></p>
<p>Cinco e meia da manhã o ranger KG batia na minha porta. Isso queria dizer que eu tinha 15 minutinhos para tomar uma ducha expressa, me vestir e ir encontrar os demais hóspedes do hotel <a href="http://www.sabisabi.com" target="_blank">Sabi Sabi   </a>no lounge do Selati Camp. Dez minutinhos e uma xicara de cafe com leite com muffin depois, saíamos todos excitadissimos para o primeiro safári do dia.</p>
<p>O <a href="http://www.sabisabi.com" target="_blank">Sabi Sabi </a>fica dentro do Kruger Park, na África do Sul, e ocupa um oásis de 65 mil hectares de vida selvagem na reserva privativa Sabi Sands.  Ali testemunhamos diariamente a relação natural entre predadores e presas, ao vivo e a cores, já que a região é habitat de alguns dos mais fascinantes animais do planeta – e os lodges não possuem cercas ou  grades. Em pleno berço dos big Five  &#8211; leão, leopardo, rinoceronte, búfalo e elefante – ali também vivem cerca de 200 outras espécies animais e mais de 350 espécies de pássaros. Os chalés são totalmente independentes, divididos em cinco lodges, cada qual com uma esmerada decoração diferente dentro da filosofia mestra do hotel &#8220;Ontem, Hoje e Amanhã&#8221; &#8211; meu chalé no Selati Camp era puro &#8220;Ontem&#8221;. Atendimento primoroso e gastronomia de primeira linha também são marcas desse premiado hotel sul-africano.</p>
<p>Os safáris, feitos a bordo de Land Rovers abertas, são a parte mais memorável da estadia, é claro; impossível esquecer o frio na barriga ao perceber seu carro cercado por nove leões ou por uma imensa família de elefantes, como aconteceu comigo. O primeiro safári do dia começa com pássaros cantando vivamente e os primeiros raios de sol despontando nas savanas, enquanto buscamos rastros até encontrar os primeiros animais. No final da tarde, hora do safári do entardecer &#8211; com a queda da temperatura, alguns animais saem das sobras enquanto as cores do skyline mudam completamente, para um vibrante por-do-sol.</p>
<p>Inesquecível.</p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>Luanda agora tem hotel cinco estrelas</title>
		<link>http://www.goitaca.com/viagem/luanda-agora-tem-hotel-cinco-estrelas/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 12:54:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mari Campos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois que uma infinidade de engenheiros se mudou para Angola para construir estradas, pontes e viadutos ganhando semi-fortunas, a capital Luanda inaugurou na semana passada seu primeiro hotel cinco estrelas. De propriedade da petrolífera Sonangol, o novo hotel fica no complexo do Centro de Convenções de Talatona, na zona sul da cidade. O cinco estrelas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois que uma infinidade de engenheiros se mudou para Angola para construir estradas, pontes e viadutos ganhando semi-fortunas, a capital Luanda inaugurou na semana passada seu primeiro hotel cinco estrelas.</p>
<p>De propriedade da petrolífera Sonangol, o novo hotel fica no complexo do Centro de Convenções de Talatona, na zona sul da cidade. O cinco estrelas tem 201 quartos, incluindo uma suíte presidencial, e internet free para os hóspedes. Como o foco do país ainda é business e não turismo, o hotel também possui, além dos 3 restaurantes, doze salas de conferência e quadras de tênis e outros esportes para uso dos hóspedes. Estima-se que 400 novos empregos ainda sejam criados em função do hotel.</p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>Marrocos não é só Marrakech II: a natureza fala mais alto no Vale do Ourika</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 13:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bá Conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>
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		<description><![CDATA[Apenas 40km distante da cosmopolita Marrakech, o Vale do Ourika reserva um presente os olhos dos visitantes. Junto à Cordilheira do Atlas, que atravessa além do Marrocos, Argélia e Tunísia, o Vale oferece aos visitantes um entorno totalmente diferente do caos urbano da metrópole vizinha. Pelo caminho, vilas bérberes, vendas de artesanato, camelos para quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1100" title="Vale do Ourika_corredeiras" src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2009/08/Foto-D.JPG" alt="Vale do Ourika_corredeiras" width="490" height="653" /></p>
<p>Apenas 40km distante da cosmopolita Marrakech, o Vale do Ourika reserva um presente os olhos dos visitantes. Junto à Cordilheira do Atlas, que atravessa além do Marrocos, Argélia e Tunísia, o Vale oferece aos visitantes um entorno totalmente diferente do caos urbano da metrópole vizinha.</p>
<p>Pelo caminho, vilas bérberes, vendas de artesanato, camelos para quem quiser montar e uma estonteante paisagem que mescla o marrom-avermelhado da terra aos diferentes tons de verde das muitas plantações de oliveiras.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1101" title="Vale do Ourika_Atlas" src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2009/08/Foto-C-500x375.jpg" alt="Vale do Ourika_Atlas" width="500" height="375" /><br />
Chegando ao Vale, o melhor programa é conhecer as quedas d&#8217;água locais. chega-se até elas por trilhas, sempre ladeadas por rios, às margens dos quais há restaurantes e lojinhas de produtos típicos. O ideal é contratar guias locais para conhecer as corredeiras. Seu som ao mesmo tempo hipnotiza e relaxa e convida para uma refeição ou mesmo um chazinho de menta ao lado das inúmeras pontezinhas que nos permitem atravessar para a margem oposta.</p>
<p>Depois de uma trilha um pouco íngreme, chega-se às prometidas quedas d&#8217;água &#8211;  que impressionam muito menos que a vista dos picos nevados do Atlas. Uma perfeita maneira de integrar-se com a natureza neste oásis marroquino.</p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>Marrocos não é só Marrakech: os encantos de Essaouira</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 13:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bá Conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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		<category><![CDATA[essaouira]]></category>
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		<category><![CDATA[Praia]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas vezes quem visita o Marrocos concentra-se apenas nas metrópoles: Rabat, Fez e, principalmente, Marrakech. E assim acabam perdendo a oportunidade de conhecer outras cidades ainda mais encantadoras, como é o caso da pequena Essaouira. Com cerca de 80 mil habitantes, a cidade localizada na costa atlântica do país, tem sua Medina (a cidade antiga [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2009/08/Foto-A-500x375.jpg" alt="Essaouira_1" title="Essaouira_1" width="500" height="375" class="alignnone size-medium wp-image-1092" /></p>
<p>Muitas vezes quem visita o Marrocos concentra-se apenas nas metrópoles: Rabat, Fez e, principalmente, Marrakech. E assim acabam perdendo a oportunidade de conhecer outras cidades ainda mais encantadoras, como é o caso da pequena Essaouira.</p>
<p>Com cerca de 80 mil habitantes, a cidade localizada na costa atlântica do país, tem sua Medina (a cidade antiga murada) declarada Patrimônio da Humanidade pela Unesco. No século XVI foi designada para abrigar o principal porto exportador do país, mas nunca chegou a atingir grandes dimensões, o que permite que até hoje cultive seu charme de vilarejo, ainda que a somente 170km de Marrakech.</p>
<p><img src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2009/08/Foto-B-500x375.jpg" alt="Essaouira_2" title="Essaouira_2" width="500" height="375" class="alignnone size-medium wp-image-1091" /></p>
<p>O constante vento ameniza o calor e faz com a temperatura seja bastante mais agradável do que nesta vizinha. As casas brancas com janelas azuis dão à Essaouira um ar de ilha grega, principalmente acompanhado da presença constante das gaivotas que voam aos bandos, cercando os pescadores locais em busca de comida fresca.</p>
<p>Longe do zunzunzum e das multidões de Marrakech, Essaouira ainda cultiva um ar de paz e tranquilidade que a fizeram querida pelos europeus que visitam o país, seja para estar deitados ao sol das belas praias ou perdendo-se em meio às cores sem fim dos mercados de tapeçaria, louças, roupas, produtos para uso cotidiano da população e souvenires de todos os tipos, que aqui tem preços muito atrativos e inferiores às grandes cidades marroquinas.</p>
<p>A população, mais aberta e receptiva aos turistas do que nas cidades maiores, faz o visitante se sentir muito confortável e acolhido desde o primeiro momento. Sua boa estrutura turística oferece desde riads até hotéis-spa estrelados, além de restaurantes de qualidade praticamente à beira-mar. Uma visita que, definitivamente, vale a pena.</p>
<p>Na próxima terça tem mais um post sobre o Marrocos, desta vez sobre os encantos do Vale do Ourika. Fique ligado!</p>
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		<title>Indo para a China? Aproveite a escala em Johannesburg</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Aug 2007 02:37:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bender</dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>

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		<description><![CDATA[Na ida para a China tínhamos 12 horas de espera no aeroporto de Johannesburg. Sendo assim, fizemos o que todo viajante de ferias deveria fazer: uma tour pela cidade. Bastou irmos ate o balcão de informações turísticas do aeroporto e falar em passeio de um dia que um sujeito perfeitamente alinhado se apresentou: &#8220;Sou Themba, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/08/goitaca-bruxas.jpg' alt='Mercado das Bruxas, pau de rinoceronte a chifre de antílope' /></p>
<p>Na ida para a <a href="http://www.goitaca.com/category/asia/china/">China </a>tínhamos 12 horas de espera no aeroporto de Johannesburg. Sendo assim, fizemos o que todo viajante de ferias deveria fazer: uma tour pela cidade.<br />
Bastou irmos ate o balcão de informações turísticas do aeroporto e falar em passeio de um dia que um sujeito perfeitamente alinhado se apresentou:<br />
&#8220;Sou Themba, e levo vocês para passear na cidade, incluindo almoço por 75 dólares&#8221; &#8211; caro pra burro eu pensei, então decidi pular o almoço e economizar 15 dólares (sim, o maldito almoço sul-africano custava quase 30 reais!).<br />
Saímos às 9 do aeroporto com Themba rumo à cidade, o centro financeiro do continente. Johannesburg mais ou menos surgiu do nada no inicio do século passado quando um australiano passava por essas bandas e viu algumas pedras que indicam veios de ouro. A corrida pelo metal continua ate hoje e a paisagem da cidade é tomada por enormes montanhas de dejetos de mina.</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/08/goitaca-johanesburg.jpg' alt='Note que os negros usam apenas bermuda enquanto que o branco usa calça e botas' /></p>
<p>Com o ouro apareceram mineiros brancos de tudo quanto é parte do mundo, mas quem realmente fazia (e ainda faz) o trabalho pesado eram os negros.<br />
Assim, também vieram negros de varias regiões da áfrica que precisavam morar fora da cidade, pois não podiam simplesmente viver entre os brancos em Johannesburg (óbvio), e viajavam várias horas por dia para ir trabalhar. Os brancos administradores logo se compadeceram da situação deplorável dos trabalhadores e decidiram construir um subúrbio/enclave alguns quilômetros ao sudoeste de Johannesburg. Este enclave, que deveria ser administrado pelos próprios negros se chama <a href=” http://en.wikipedia.org/wiki/Soweto “>SOWETO</a> ou South Western Townships.</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/08/goitaca-soweto.jpg' alt='Soweto é um monte de casinhas de gente de pele escura' /></p>
<p>Então a situação em Johannesburg ficou bem simples, a mão-de-obra barata ficaria isolada em um enclave e os negros e indianos encontrados na cidade depois de escurecer seriam presos e teriam de ficar de castigo.<br />
Em 94, com o fim do <a href=” http://en.wikipedia.org/wiki/Apartheid “>apartheid</a>, as pessoas antes isoladas poderiam circular livremente por todo o país. Imagine o estrago que milhões de negros paupérrimos não fizeram na cidade ate a população Branca (ou rica) perceber a necessidade de montar um aparato de segurança digno da faixa de gaza para manter-se vivo. De lá para cá a coisa parece ter melhorado bastante e até já é possível dirigir no centro de Johannesburg sem ter o vidro do carro quebrado por viciados em crack.<br />
Soweto hoje certamente não tem mais nada a ver com o favelão étnico de 15 anos atrás. o rico governo sul-africano tem investido milhões em melhoras na infra-estrutura do enclave. Com isso muitas áreas se parecem com subúrbios de classe média-baixa inglês, ou seja, pelo menos decente.<br />
Algumas das  coisas que você precisa fazer enquanto na África do Sul, mesmo que seja apenas um dia fruto de uma longa conexão internacional, é conversar com algum nativo e deleitar-se com seu sotaque esquisito. Estou com vontade de voltar lá qualquer dia desses.</p>
<h4>Buscas relacionadas:</h4><ul><li>o que fazer em johannesburg</li></ul><div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>Alguém tá a fim de cruzar a África de norte a sul?</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jun 2007 10:03:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bender</dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Loucura]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Custará uns 2.100 euros (uns R$ 5.000) e as inscrições estão abertas. Tratar com João Leitão (o nome não é piada, o cara é português). Vamos usar vários tipos de transporte, em diferentes países, diferem as melhores alternativas para viajar, nalguns países é melhor autocarro ou comboio, e notros é melhor viajar nos conhecidos “taxi-brousse” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Custará uns 2.100 euros (uns R$ 5.000) e as inscrições estão abertas. Tratar com <a href="http://www.joaoleitao.com/viagens/2007/06/23/trans-africano-como-atravessar-africa-o-mais-barato-possivel-de-portugal-a-africa-do-sul/">João Leitão</a> (o nome não é piada, o cara é português).</p>
<blockquote><p>Vamos usar vários tipos de transporte, em diferentes países, diferem as melhores alternativas para viajar, nalguns países é melhor autocarro ou comboio, e notros é melhor viajar nos conhecidos “taxi-brousse” ou numa carrinha pick-up. Temos ainda que apanhar 1 ou 2 barcos ( ferry-boat para Marrocos, e barco de Brazzaville até Kinshasa ( Congo e Zaire ).</p></blockquote>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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