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	<title>Goitacá Blog de Dicas de Viagem &#187; Mochilão</title>
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	<description>Turismo, aventura, exploração, dicas no Brasil e no Mundo</description>
	<lastBuildDate>Thu, 12 Jan 2012 12:06:20 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Mochilão Rio a Salvador: Primeira Parada</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 11:28:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Dulcetti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Loucura]]></category>
		<category><![CDATA[Mochilão]]></category>
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		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Estarei aqui contando para vocês a minha trajetória rumo a Salvador, no mochilão que fiz nas férias. Contarei resumidamente além da trajetória, também os gastos, hospedagens, pontos turísticos e passeios, dificuldades, facilidades e dicas sobre o mochilão. O Roteiro desse mochilão foi o seguinte: Cabo Frio Vitória Vila Velha Porto Seguro Arraial D&#8217;Ajuda Trancoso Morro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estarei aqui contando para vocês a minha trajetória rumo a Salvador, no mochilão que fiz nas férias. Contarei resumidamente além da trajetória, também os gastos, hospedagens, pontos turísticos e passeios, dificuldades, facilidades e <a href="http://www.goitaca.com/category/dicas/"title="Dicas de Viagem" >dicas</a> sobre o mochilão.</p>
<p>O Roteiro desse mochilão foi o seguinte:</p>
<ol>
<li>Cabo Frio</li>
<li>Vitória</li>
<li>Vila Velha</li>
<li>Porto Seguro</li>
<li>Arraial D&#8217;Ajuda</li>
<li>Trancoso</li>
<li>Morro de <a href="http://ad.zanox.com/ppc/?18421895C439718494T"target="_blank"rel="nofollow"title="Descontos em São Paulo" >São Paulo</a></li>
<li>Salvador</li>
</ol>
<p>Tiveram algumas paradas, logicamente, umas escalas. Mas mochilão é assim mesmo, indo direto não tem a mínima graça. Fui de ônibus ou carona em todas as viagens. Somente o retorno ao <a href="http://ad.zanox.com/ppc/?18421662C9245894T"target="_blank"rel="nofollow"title="Promoções no Rio" >Rio de Janeiro</a> que fui de avião, pois precisava voltar rapidamente. Meu tempo total de mochilão foi de 9 dias e gastei em torno de R$1200 ao todo, contando com passagem, alimentação e estadia. Um belo preço, já que fui em muitos lugares, tirei boas fotos. O único contra foi o tempo, já que não pude aproveitar muito. Mas de início, primeiro mochilão, valeu a pena.</p>
<h4>Primeira Parada &#8211; Cabo-Frio</h4>
<p>Parada clássica. Bela Cidade, com boas praias, principalmente a Praia do Forte. Outros lugares como o Peró não podem faltar na sua agenda, assim como a Rua dos Biquinis, o famoso Canal, as dunas.</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/02/ponte-canal1.jpg' alt='Ponte do Canal' /></p>
<p>Estando no Peró, visite a Praia das Conchas, e se tiver coragem, vá até a Garganta do Peró, local onde pessoas (como eu) mergulham no mar pulando das pedras. A Garganta possui pontos de 5mts, 8mts, 12mts, 18mts e 20mts. Eu pulei do de 20mts alguns anos atrás e voltei de lá com alguns hematomas. Não recomendo pular, principalmente porque não existe mais o trampolim (Não existia quando eu pulei. Sim, eu pulei sem trampolim).</p>
<p>Uma praia boa de ir no Peró é a do Japonês. Bem tranquila, sem onda nenhuma, uma piscina. Alguns bares na frente, onde você pode pegar a cadeira do bar e colocar dentro d&#8217;água e beber cerveja enquanto refresca o corpo com os pés, pernas dentro d&#8217;água.</p>
<h4>Deixando as dicas de lado, vamos ao que fiz por lá&#8230;</h4>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/02/parque-aguas1.jpg' alt='Praca das Aguas' /></p>
<p>Cheguei por volta das 20h45 e o tempo estava feio, meio nublado, prestes a chover. E choveu. A companhia que eu iria encontrar teve problemas, e com isso, acabei ficando sozinho por lá e andando pela Praia do Forte, tirando fotos da orla, das belas decorações como a Praça das Águas, entre outras coisas.</p>
<p>Parei num quiosque da Praia mesmo e tomei algumas cervejas, comi uma pizza e fiquei assistindo um show ao vivo, até chegar umas 22h30, que foi a hora +ou- que eu resolvi ir embora.</p>
<p>Depois disso eu fui procurar por algum albergue, hotel barato. Não encontrei o Albergue que tinham me dito que existia, mas encontrei o hotel Nanuque que é bem barato e razoável, principalmente para quem está num mochilão e está disposto até a dormir na Rodoviária, que foi quase o que eu fiz, mas ainda bem que achei esse Hotel. E acabou que depois descobri que o Albergue fica no Peró.</p>
<h4>Segundo dia em Cabo Frio</h4>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/02/canal-barco1.jpg' alt='Vista do Canal' /></p>
<p>Acordei e fui dar uma volta na Cidade. Com o tempo nublado não se tem muito o que fazer pela cidade, principalmente numa terça feira. Mas como estava em alta temporada, muitas pessoas de férias, fui dar uma volta na Praia do Forte e no Canal. Como meu tempo era curto, eu não pude visitar muitos lugares.</p>
<h4>Gastos</h4>
<p>Um detalhe bem importante que tentarei colocar aqui no final de cada post.</p>
<h5>Escalas e preços</h5>
<p>Até Cabo Frio eu parei em Niterói e Araruama. Segue abaixo as rotas e preços de cada passagem:</p>
<ol>
<li>Rio de Janeiro » Niterói: Barca R$3,00</li>
<li>Niterói » Araruama: Ônibus R$8,50</li>
<li>Araruama » Cabo Frio: Ônibus Convencional R$2,10</li>
<li>Total: R$13,60</li>
</ol>
<h5>Estadia</h5>
<p>Fiquei no Hotel Nanuque. Quarto com banheiro e TV, R$40 a diária com café da manhã. Um hotel simples, sem muito luxo, mas perfeito para um mochileiro.</p>
<h5>Alimentação</h5>
<p>Não cheguei a me alimentar em Restaurantes, etc. Na segunda, quando cheguei, fui para o bar na Praia do Forte onde bebi umas cervejas e comi uma pizza. Na terça almoçei no Bob&#8217;s, nada muito saudável, mas acabou sendo isso mesmo.</p>
<ol>
<li>Bar com Pizza e cervejas: R$31,60</li>
<li>Bob&#8217;s: R$10,50</li>
<li>Total: R$42,10</li>
</ol>
<p>Nada muito caro e também muito luxo. Mas deu pra dar uma forrada no estômago.</p>
<h4>Próxima Parada: Vitória/ES</h4>
<p>Mudando de estado, rumo ao Espírito Santo, na capital Vitória. No próximo post eu explico como foi a chegada, escalas, etc. Aquele abraço.</p>
<p id="bte_opp"><small>Originally posted 2008-02-25 18:01:40. Republished by  <a href="http://www.blogtrafficexchange.com/old-post-promoter/">Blog Post Promoter</a></small></p><div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mala sem Alça: dicas para fazer sua mala</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 11:28:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Beck</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acessórios]]></category>
		<category><![CDATA[Ônibus]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Mochilão]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Considerando que as férias escolares se aproximam, e em alguns casos as férias coletivas (para quem, como eu, já passou da fase das férias escolares) e as tão sonhadas viagens, resolvi escrever sobre a arte de fazer a mala. Parte fundamental mas nem sempre óbvia da viagem, fazer a mala corretamente pode determinar o sucesso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img align="middle" width="350" src="http://img.photobucket.com/albums/v30/uncreated/LV%202/LVDarjeelingLtd2.jpg" alt="As malas criadas por Marc Jacobs para Viagem a Darjeeling" height="510" /></p>
<p>Considerando que as férias escolares se aproximam, e em alguns casos as férias coletivas (para quem, como eu, já passou da fase das férias escolares) e as tão sonhadas viagens, resolvi escrever sobre a arte de fazer a mala. Parte fundamental mas nem sempre óbvia da viagem, fazer a mala corretamente pode determinar o sucesso ou fracasso de uma aventura. Verdade seja dita, eu mesma nem semrpe sigo os conselhos abaixo descritos, mas gostaria de passar a segui-los mais e mais. A verdade, a mais pura verdade, é que com quanto menos coisas se viaja, mais fácil tudo fica (escolher roupas, fazer a mala diversas vezes, se arrastar por ônibus/trens/aviões/hotéis&#8230;.). Porém eu, com toda a carga feminina que me é genética, não consigo levar menos do que muito mais do que eu consigo usar toda vez que viajo. Mas estou “working on it”, e tendo a levar cada vez menos coisas comigo para cima e para baixo – e a pensar mais sobre o que está indo comigo antes de sair de casa, o que é fundamental para não levar coisas inúteis de mais – coisa que eu sempre acabo fazendo.</p>
<p>O site <a href="http://www.onebag.com">Onebag</a> é um dos melhores que eu já encontrei sobre a “arte” de fazer as malas. Vale muito a pena visitá-lo. Apesar de sre um pouco longo, traz <a href="http://www.goitaca.com/category/dicas/"title="Dicas de Viagem" >dicas</a> e idéias valiosas para quem está prestes a carregar um pedaço do guarda-roupa consigo. A idéia central do site é viajar sempre levando apenas uma mala, que, no caso de uma viagem de avião, possa ser carregada como mala de mão. Preciso confessar que acho essa uma tarefa difícil, mas o que vale é a idéia. Abaixo estão algumas dicas puxadas do site:</p>
<ul>
<li>Sempre que possível, opte por viajar com apenas uma mala, que pode ser levada na cabine do avião, e não despachada (O autor do site, Doug Dyment, diz que “só há dois tipos de bagagem: as de mão e as que são perdidas”, num exagero compreensível, principalmente por quem já teve sua bagagem extraviada).</li>
<li>A mala em si é tão importante quanto o que vai dentro dela. Escolha uma mala que seja resistente, com zíperes fortes e tenha compartimentos adequados ao uso que você vai fazer dela. Vale mais a pena gastar mais dinheiro comprando uma mala boa do que passar muita dor de cabeça com uma mala que abre no meio do caminho – tenho duas mochilas de viagem, uma da Curtlo e uma da Deuter, e ambas são ótimas (e o que têm de boas têm de caras, sinto dizer).</li>
<li>Se você escolheu uma mochila, veja que ela tenha uma “barrigueira”, que são as tiras que você amarra em volta do quadril. Esse item faz toda a diferença na hora de carregar muito peso.</li>
<li>É melhor escolher uma mala que aceite cadeados e possa ser inteiramente trancada. Em especial com bagagens despachadas, você não sabe quem pode ter acesso à sua mala antes de você (e na maioria dos lugares, mesmo em hotéis, é melhor deixá-la trancada quando você não estiver por perto).</li>
<li>Roupas de tecido natural ficam mais amassadas do que as de tecido sintético</li>
<li>Tente arrumar sua mala “embrulhando” suas roupas em volta de um objeto inicial (como um saco de viagem com meias e underwear), das mais leves às mais pesadas, que ficarão na parte de fora do “embrulho”. Isso deve ajudar a combater o amassamento.</li>
</ul>
<p>As minhas próprias dicas para malas, acumuladas ao longo de muita pesquisa na internet e bastante viagem própria são:</p>
<ul>
<li>Leve sempre uma lanterna pequena com você, em especial se você for ficar em um quarto com mais gente. Ajuda muito ao chegar no quarto à noite. Um canivete pequeno também pode fazer milagres em várias viagens diferentes.</li>
<li>Não esqueça de levar uma muda de roupa na mala de mão, com você. Nunca se sabe o que pode acontecer com sua bagagem, e é bom ter o básico por perto em qualquer situação.</li>
<li>Cadeados também são fundamentais, inclusive para a mala de mão – mais importante ainda quando se quer dormir tranquilo no avião ou se está andando distraidamente por um lugar desconhecido, sem prestar atenção em possíveis ladrões – isso já aconteceu comigo na Espanha, por sorte eu deixava a maior parte da mochila trancada e a parte que foi aberta, o bolsinho de fora, só com coisas bobas, como mapas e folhetos.</li>
<li>Uma vez li que uma boa técnica para fazer as malas é organizar o que vai ser levado em cima da cama, e na hora de pôr as coisas na mala deixar metade para fora. Me pareceu extremo, mas já apliquei o método e é mesmo bom, funciona. BEM melhor do que levar coisas demais, que você acaba nem usando.</li>
<li>Outra dica que eu já vi por aí, mas nunca usei (porque fui burra, pois teria me poupado de um bocado de peso nas costas) é, em viagens muito longas, despachar coisas de volta para casa pelo correio, sejam papéis que você acumulou ao longo dos lugares ou roupas que você não vai mais usar. Acaba valendo o preço do correio.</li>
<li>Uma coisa que eu JÁ fiz foi deixar coisas que eu não ia mais usar ao longo do caminho. Roupas que ficaram muito “batidas” pela viagem e uma toalha que não cabia na mala nem ia mais ser usada, pouco antes do embarque, ficaram para trás.</li>
</ul>
<p>Em suma, menos <strong>é</strong> mais, leve sempre o mínimo possível de roupas para viajar com você. Tente fazer uma mala que seja mais funcional do que variada, escolha roupas que combinem entre si e, se você for mulher, força nos acessórios. Brincos, colares, pulseiras e lenços são pequenos e mudam completamente a cara de uma roupa. Uma mesma peça pode ser usada em um lugar mais chique e em um mais simples, dependendo do jeito que se usa os acessórios – e do sapato que a completa. <strong>Boa viagem!</strong></p>
<p id="bte_opp"><small>Originally posted 2007-12-10 14:32:53. Republished by  <a href="http://www.blogtrafficexchange.com/old-post-promoter/">Blog Post Promoter</a></small></p><h4>Buscas relacionadas:</h4><ul><li>o que levar na mala para buenos aires</li><li>mala para buenos aires</li><li>o que levar na mala para bariloche</li></ul><div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mochilão na Europa semana IV &#8211; De Madri até Lisboa</title>
		<link>http://www.goitaca.com/viagem/mochilao-na-europa-semana-iv-de-madri-ate-lisboa/</link>
		<comments>http://www.goitaca.com/viagem/mochilao-na-europa-semana-iv-de-madri-ate-lisboa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 13:24:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Mochilão]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[No domingo eu continuei minha peregrinação até o Palácio Real, luxuoso e belíssimo, onde fui barrado para entrar. Não permitem canivetes na casa do rei. Deixei ele, disparado a mais importante ferramenta a ser carregada em viagem, com os seguranças e fui conhecer o interior do lugar. Não preciso dizer que esqueci o canivete lá, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No domingo eu continuei minha peregrinação até o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pal%C3%A1cio_Real_de_Madrid">Palácio Real</a>, luxuoso e belíssimo, onde fui barrado para entrar. Não permitem <a href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.pesquisa&#038;af=2239&#038;texto=Canivetes&#038;catid=310">canivetes </a>na casa do rei. Deixei ele, disparado a mais importante ferramenta a ser carregada em viagem, com os seguranças e fui conhecer o interior do lugar. Não preciso dizer que esqueci o <a href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.pesquisa&#038;af=2239&#038;texto=Canivetes&#038;catid=310">canivete </a>lá, né?</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/06/palacio-real.jpg' alt='palacio-real.jpg' /></p>
<p>Além de luxo e ostentação, o que mais se esperar do lugar onde alguns dos mais poderosos reis da <a href="http://www.goitaca.com/busca-sua-viagem/?cx=partner-pub-7544340246959729:8w987c-wmrb&#038;cof=FORID:9&#038;ie=ISO-8859-1&#038;q=Europa&#038;sa=Pesquisar"target="_self"title="Tudo o que você queria saber sobre a Europa" >Europa</a> viviam? Certo, acertou quem chutou Velázquez http://pt.wikipedia.org/wiki/Diego_Vel%C3%A1zquez, cuja obra-prima <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/La_Familia_de_Felipe_IV">As Meninas</a> foi pintada ali, e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_de_Goya">Goya</a>, pintor oficial do império no final do século XVIII. </p>
<p>Na segunda pela manhã embarquei para Sevilha e não participei da grande festa popular que se iniciaria devido ao dia de San Isidro, patrono da cidade.</p>
<p>Sevilha é deveras impressionante, possui traços árabes, romanos, góticos e o menor número de McDonalds por habitante de todas as cidades que estive antes. Isso, obviamente, é um alívio.</p>
<p>Achar um lugar para ficar foi uma briga feia, já que a cidade é razoavelmente mais desorganizada que as outras espanholas onde estive. A impressão mais marcante da cidade, porém, foi seu estereótipo espanhol. Tempero, sol, dança flamenca, touradas e cavalos andaluzes dividem seu espaço numa cidade que é um dos baluartes do jeito espanhol de ser. Então segui até a <a href="http://www.portaltaurino.com/plazas/andalucia/sevilla/maestran.htm">Real Maestranza</a> (touradas) e caminhei pela cidade.</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/06/458689473_56cd21d388.jpg' alt='458689473_56cd21d388.jpg' /></p>
<p>Na terça fui ao alcazar (palácio do sultanato) que mostra claramente como os muçulmanos eram superiores aos europeus medievais. Então almocei muito bem no bairro Santa Cruz, que era um gueto para judeus durante o reinado de Fernando III e hoje é cortado por vielas e travessas charmosas. Ali perto está a terceira maior construção gótica do mundo, uma catedral construída sob a base de uma mesquita que talvez guarde os restos mortais de Cristóvão Colombo (outras cidades reinvidicam a mesma honra).</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/06/alcazar.jpg' alt='alcazar.jpg' /></p>
<p>Segui então para a estação ferroviária reservar uma passagem para Lisboa. Fui ainda ao Museu arqueológico de onde me expulsaram na hora do fechamento. Malditos espanhóis.</p>
<p>Na quarta comprei um <a href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.metabusca&#038;texto=tenis&#038;catid=991">tênis </a>novo. O meu antigo estava em estado de profunda destruição. Barganhei tanto que acabei levando uma porcaria de tênis. Depois de minha rápida compra fui novamente à luta, quero dizer, continuei minha viagem. Fui até o Arquivo das Índias, onde estão expostos documentos relativos ao descobrimento e exploração das colônias espanholas até o momento em que Sevilha perdeu o monopólio mercantil com as Américas (OBS: naquela época era moda conceder monopólios à nobreza e às cidades).</p>
<p>Voltei ao albergue para pegar minha &#8220;bagagem&#8221; e embarquei num ônibus circular pinga-pinga (sim eles estão por toda a parte). Neste ônibus segui por toda a cidade e desci não muito longe de onde subira, uma hora e meia depois em frente à estação de trem.</p>
<p>Como só há um trem diário para Lisboa e ele parte de Madri, eu tinha que pegá-lo em algum lugar. Para não exagerar muito, digo que o trem que me levou de Sevilha a Cáceres, perto da fronteira com Portugal foi o mais lento e barulhento que eu já peguei na minha vida. Em Cáceres duas australianas estavam tendo problemas para conseguir passagens, fui lá e tentei ajudar.</p>
<p>Depois do entendimento comecei a conversar com as duas, blá-blá-blá prum lado, blá-blá-blá para outro lado e elas me perguntam se por acaso eu também falava português já que viram eu resolver a situação em espanhol. &#8220;Claro!&#8221; respondi.</p>
<p>Mas por que? perguntaram novamente, pelo mesmo motivo que vocês falam inglês na Austrália. Mesmo assim não entenderam. Desisti.</p>
<p>Tive que esperar ainda quatro horas na estação de Cáceres pelo trem para Portugal, o resultado é que eu cheguei em Lisboa, na manhã seguinte, arrasado. E lá, a glória de todo brasileiro, um lugar na Europa onde poderia pôr em prática vinte e tantos anos de estudo nativo da língua portuguesa&#8230;</p>
<p>Na tarde de quinta fui dar uma volta pela cidade, subi até a Fortaleza de São Jorge, de onde se tem uma estupenda vista da cidade. Na subida do morro comi um cozido à portuguesa num restaurante desaconselhável para turistas no histórico bairro da Alfama, mas depois de ter passado por quatro países diferentes este era o que mais se parecia com minha casa. A grande vantagem de se falar bem a língua dos locais estava evidente. Nenhum lugar era estranho o bastante.</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/06/sao-jorge.jpg' alt='sao-jorge.jpg' /></p>
<p>Depois cruzei a cidade através da Cidade Baixa, onde se encontram obras marcantes na história lusitana como o monumento aos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_da_Restaura%C3%A7%C3%A3o">restauradores</a> (aqueles caras que restauram o reino português em 1640, inclusive expulsando os holandeses do Nordeste), até o Bairro Alto. Estes dois bairros sintetizam muito da cidade após o terremoto que a destruiu por volta de 1755 e só poupou a Alfama.</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/06/bairro-alto.jpg' alt='bairro-alto.jpg' /></p>
<p>A sensação de caminhar por Lisboa é muito parecida com algumas cidades brasileiras históricas que eu conheço como Porto Alegre e Salvador, é ainda mais parecida com a segunda, pois a capital lusitana acolhe anualmente um grande número de imigrantes e refugiados africanos. Tornando este país europeu cada vez mais parecido com suas ex-colônias. Ironia do destino.</p>
<p>No final da tarde decidi que era mais do que hora de lavar minhas roupas, me informei onde era. Tudo pronto, parti. A única lavanderia self-service de Lisboa ficava a uma distância enorme do albergue onde eu me hospedava. Três estações de metrõ, mais umas sete quadras lomba acima, sem contar que eu estava de <a href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.metabusca&#038;texto=havaianas&#038;catid=988">chinelo havaianas</a>. Cheguei lá e a dona, uma simpática senhora que repetia tudo dez vezes para eu entender o sotaque, me disse que não podia lavar minhas roupas.</p>
<p>Eu já pensei em fazer o maior escarcéu, dizer que era só porque eu uso o gerúndio e tudo o mais. Quando decidi que antes perguntaria porquê. Não tem água, ela me disse.</p>
<p>Bah! Voltei ao albergue então demolido de carregar roupa suja na ida e na volta. Se estivesse pelo menos mais limpa teria uma motivação especial para voltar, mas assim não dava.</p>
<p>À noite saí com um pessoal do albergue, loucuragem total, fomos de bar em bar no Bairro Alto até de Madrugada. Nesta noite encontrei o lugar mais absurdo do mundo. Um bar com entrada liberada (sem convite) e copa livre. Só em Portugal mesmo. Vale dizer que era aniversário do lugar, mas mesmo assim era uma tremenda <a href="http://www.goitaca.com/category/dicas/promocao/"title="Veja outras promoções" >promoção</a> de português&#8230;</p>
<p>Na sexta-feira fui até Belém, uma espécie de subúrbio Lisboeta onde se encontram diversas atrações turísticas, como o Mosteiro dos Jerônimos(construído para agradecer o sucesso da viagem de Vasco às Índias), a Torre de Belém, o Museu nacional dos coches (carruagem na língua deles) e o Museu da Marinha.</p>
<p>O Mosteiro é mais bonito por fora, não desmerecendo o interior, mas é que a fachada é muito impressionante. A Torre oferece uma magnífica vista do Tejo e Atlântico, ela data da época em que Portugal era uma potência intercontinental. Apesar disto, não tem muita graça, é quase como a Ponte do Rio Guaíba. É interessante, mas não vale a pena ir até lá só para isso.</p>
<p>O Museu da Marinha é interessantíssimo, pois narra toda a história do país a partir da unificação portuguesa, lá pelo fim da idade média até a atualidade. Tem algumas réplicas em tamanho real de navios e um porção de miniaturas cuidadosamente planejadas.</p>
<p>À noite, para variar, saí de novo com um pessoal do albergue. Mas desta vez o grupo era mais internacional, tinha dois brasileiros(eu mais uma paulista pagodeira), três italianos, uma belga que falava português, uma australiana e uma porção de portugueses. A paulista ficou o tempo todo se mostrando, dançando aquelas coisas pagodeiras e o pessoal ficou me perguntando porquê eu não dançava também, afinal todos os brasileiros são assim, certo?</p>
<p>Estereótipos à parte, só não fui embora antes por que estava muito longe do albergue e teria de pegar um taxi. O que não é recomendável fazer sozinho quando se tem pouco dinheiro. Tive de agüentar aborrecido até as cinco da manhã, quando quase todos os bares lisboetas fecham as portas.</p>
<p>No sábado fui até Sintra &#8211; um antigo destino dos chiques portugueses. Lá tem alguns palácios e uma fortaleza. O primeiro, Palácio Nacional de Sintra, tem duas chaminés muito estranhas e era a residência de verão dos antigos sultões e seus haréns, o segundo, Palácio Nacional da Pena, é uma suntuosa casa de campo do deposto rei português.</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/06/palacio-sintra.jpg' alt='palacio-sintra.jpg' /></p>
<p>O <a href="http://www.portugalvirtual.pt/_tourism/costadelisboa/sintra/mourosp.html">Castelo dos Mouros</a> foi construído no topo de uma montanha pelos mouros no século VIII, isto mesmo VIII e ainda está de pé. Isto porquê não foi o Sérgio Naya que construiu&#8230; Ainda me é difícil imaginar como os portugueses conseguiram conquistá-la dos muçulmanos sem pólvora.</p>
<p>De quebra ainda comi um bacalhau à portuguesa em Sintra, delicioso.</p>
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		<title>Mochilão na Europa semana III &#8211; De Florença para Madri</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 10:30:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bender</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No domingo eu tentei acordar cedo, para variar não consegui e perdi o trem ideal para Veneza, pelo menos deu tempo de comer o pão fiorentino comprado na sexta com Nutella (ainda não tinha na Bananalândia em 2000). Ao chegar em Veneza me deparei com uma surpresa, um canal! Brincadeiras à parte a cidade fica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/06/veneza.jpg' alt='veneza.jpg' /></p>
<p>No domingo eu tentei acordar cedo, para variar não consegui e perdi o trem ideal para Veneza, pelo menos deu tempo de comer o pão fiorentino comprado na sexta com Nutella (ainda não tinha na Bananalândia em 2000). Ao chegar em Veneza me deparei com uma surpresa, um canal! Brincadeiras à parte a cidade fica numa coleção de ilhas um pouco isoladas da costa e não é que as ruas são de água mesmo? Simplesmente não há ruas, só água e calçada. </p>
<p>Acredito que Veneza tem o índice mais alto de turistas perdidos por metro quadrado. As pitorescas vielas são todas iguais. Além disso não há nada reto em Veneza, então o melhor senso de direção do mundo (o meu, claro) não adianta de nada, pois não existe uma organização geométrica. Acredito piamente que ir para Veneza e não se perder 15 x por hora tiraria toda a graça da experiência.</p>
<p>Lá eu visitei o palácio Ducal que conta um pouco da história desta ex-cidade-estado, uma das cidades européias mais poderosas da Idade Média. Na frente do Palácio fica a famosa praça de são Marcos, habitada por aproximadamente um quaquilhão de pombos. Do outro lado do canal, em frente ao Palácio e a praça, está a catedral de Santa Maria da Saúde, construída para salvar a cidade da peste. Não funcionou, claro, mas aposto que tornou alguns empreiteiros mais ricos.</p>
<p>Nessa mesma noite embarquei para Nice. Detalhe, passei o dia com o pão da manhã e uma pizza inteira de presunto.</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/06/nice.jpg' alt='nice.jpg' /></p>
<p>Segunda feira era feriado nacional francês, algo em honra à libertação da França depois da Segunda Guerra Mundial, portanto todos os museus interessantes estavam fechados e a cidade apresentava-se sonolenta e ensolarada. Nice é uma das mais antigas cidades francesas, foi fundada por gregos e somente foi submetida aos franceses por força de Luís XIV que construiu um forte num dos pontos mais bonitos da cidade para vigiá-la (o absolutismo é dez!). </p>
<p>A praia estava muito bem freqüentada por garotas de topless, e, para um dia não muito quente, até tinha bastante gente. Por falta absoluta do que fazer, já que não consegui lugar no albergue da cidade, decidi seguir viagem para Barcelona à noite, de novo.</p>
<p>Passar duas noites seguidas em um trem não é nada tão bonito quanto aparenta nos filmes. É uma droga, na verdade, e raramente dá para se aproveitar o dia após a segunda noite.</p>
<p>Em Barcelona, para variar o albergue que eu queria estava cheio, acabei ficando num quase ao lado, mas muito inferior, no dia seguinte troquei. Na terça feira saí para conhecer a cidade, o Bairro Gótico e La Rambla, um calçadão enorme onde artistas de rua fazem a alegria dos turistas. Ela começa no monumento à Colombo e vai até a praça da República. O Bairro Gótico é na verdade a cidade antiga, Barcelona há cento e cinqüenta anos.</p>
<p>Na quarta-feira subi ao Montjuic, ou monte dos judeus em catalão. Não eles não falam espanhol aqui, só catalão, nas ruas, nos jornais, nos ônibus, tudo está em catalão e algumas pessoas fazem questão de não entender espanhol! </p>
<p>Bom o Montjuic hoje é uma colina verde no centro da cidade, em sua volta está entre outras coisas o anel olímpico de Barcelona, o Museu Nacional da Catalunha, o Museu Mirò, o Museu do Exército e, naquele dia, também tinha muita chuva. Felizmente estava quente então pude me dar o luxo de ficar extremamente molhado. </p>
<p>À noite saí com um americano que falava espanhol e alemão, bicho esquisito, na verdade. Comemos umas tapas, ou aperitivos, e bebemos uns chopes em um lugar onde a água era mais cara do que a cerveja. Depois encontramos um bar cheio de estudantes norte-americanos. Aparentemente, o mundo está infestado por eles.</p>
<p>Na quinta fomos ao museu do Salvador Dalí, em Figueres. A cidade é um pouco longe de Barcelona então o dia foi gasto nisso aí mesmo. </p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/06/sagradafamilia.jpg' alt='sagradafamilia.jpg' /></p>
<p>Na sexta caminhei o dia inteiro fui até a igreja derretendo, Sagrada Família (impressionante), mas como eu sou muito pão-duro, não paguei para entrar, hehehe. Barcelona parece o quintal arquitetônico de um tal de Gaudì, a cidade reflete seu espírito e gênio como Brasília faz com Niemeyer. Na avenida diagonal estão alguns prédios malucos desenhados por Gaudì ou pessoas que o imitam. </p>
<p>Caminhei um monte por toda a cidade. Acho que caminhei mais em Barcelona do que em qualquer outro lugar exceto as duas cidades onde morei. Embarquei à noite para Madri.</p>
<p>No Sábado, ao chegar, liguei para sete albergues e nenhum tinha vaga. Apenas em um eu talvez conseguisse vaga caso eu chegasse lá até as 9 da manhã. Cheguei às 9:05 e peguei a penúltima cama. </p>
<p>O albergue, apesar de simples, é bom e tem até elevador! Depois de deixar minha bagagem no quarto fui ao Parque del Retiro que é uma espécie de Parque do Ibirapuera madrilenho. Uma gigantesca área verde no coração da metrópole. Então me encaminhei ao Museu del Prado o qual descobri ser estonteamente grande! O museu abriga obras históricas espanholas, da era de ouro de um império que já foi o mais poderoso do mundo. </p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/06/madrid.jpg' alt='madrid.jpg' /></p>
<p>À noite eu e um paulista fomos até a Plaza Mayor, construída em 1620 para o rei Filipe III e que definiu o estilo arquitetônico de toda a cidade e império, comer alguns tapas (aperitivos). Lá descobrimos que calles madrilleñas são feitas com bucho de boi, horrível. Pelo menos perdi a fome&#8230; </p>
<p>OBS: todas as fotos vieram do <a href="http://www.trekearth.com">TrekEarth</a></p>
<p id="bte_opp"><small>Originally posted 2007-06-10 16:27:33. Republished by  <a href="http://www.blogtrafficexchange.com/old-post-promoter/">Blog Post Promoter</a></small></p><div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>Mochil&#227;o na Europa &#8211; semana IX &#8211; de Berlim a Copenhague</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 13:13:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bender</dc:creator>
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		<category><![CDATA[dinamarca]]></category>
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		<description><![CDATA[No domingo me encaminhei para Berlim, a ancestral capital prussiana fundada ainda no final da Idade M&#233;dia pela fus&#227;o de duas cidades (cada uma de um lado do rio Spree). Ver mapa maior O albergue onde me hospedei ficava na antiga parte Oriental de Berlim, perto da mon&#243;tona Karl Marx Alee no bairro de Kreuzberg. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No domingo me encaminhei para Berlim, a ancestral capital prussiana fundada ainda no final da Idade M&#233;dia pela fus&#227;o de duas cidades (cada uma de um lado do rio Spree).</p>
<p><iframe marginwidth="0" marginheight="0" src="http://www.google.com/maps?f=q&amp;hl=pt-PT&amp;geocode=&amp;q=karl-marx,+berlin,+germany&amp;sll=52.475357,13.446622&amp;sspn=0.014298,0.034676&amp;ie=UTF8&amp;z=14&amp;ll=52.482258,13.443747&amp;output=embed&amp;s=AARTsJqbbLh5GNzn8JHQud8k_EZlp19bcQ" frameborder="0" width="425" scrolling="no" height="350"></iframe>    <br /><small><a style="color: #0000ff; text-align: left" href="http://www.google.com/maps?f=q&amp;hl=pt-PT&amp;geocode=&amp;q=karl-marx,+berlin,+germany&amp;sll=52.475357,13.446622&amp;sspn=0.014298,0.034676&amp;ie=UTF8&amp;z=14&amp;ll=52.482258,13.443747&amp;source=embed">Ver mapa maior</a></small></p>
<p>O albergue onde me hospedei ficava na antiga parte Oriental de Berlim, perto da mon&#243;tona Karl Marx Alee no bairro de Kreuzberg. O lugar era legal, tem muita gente interessante e se encontra pr&#243;ximo ao centro(1h30 hora caminhando, o que &#233; pert&#237;ssimo em Berlim), mas tinha um pequeno problema. Cinco andares e nenhum elevador. </p>
<p>A primeira vez que se sobe cinco andares com uma mochila de 20 quilos nas costas &#233; inesquec&#237;vel. Na terceira vez voc&#234; FAZ QUEST&#195;O de esquecer.</p>
<p>Tirei o resto do doming&#227;o para me ambientar no local e lavar a roupa na &quot;<a href="http://schnell-u-sauber.de/">Schnell und Sauber</a>&quot;, digo isto s&#243; para relembrar as aulas de alem&#227;o que tive ainda no primeiro grau. <em>Schnell</em> &#233; r&#225;pido, <em>Sauber</em> &#233; limpo.</p>
<p>Na segunda fui at&#233; o consulado tcheco tentar um visto para visitar Praga, um lugar s&#243; ou&#231;o falar maravilhosamente bem. Dizem que l&#225; tem muita cerveja barata, mulheres bonitas e comida boa.</p>
<p>O consulado, no entanto fechava &#224;s 11:00 da manh&#227; e quando liguei para l&#225; pela manh&#227;, a pessoa que atendeu s&#243; falava tcheco, nem alem&#227;o o desgramido arranhava!</p>
<p><a href="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/02/goitaca-porta-de-brandemburgo.jpg"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="321" alt="goitaca-porta-de-brandemburgo" src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/02/goitaca-porta-de-brandemburgo-thumb.jpg" width="450" border="0" /></a>    <br /><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:BrandenburgGate_FrontatNight_June_2004.jpg">Fonte</a>&#160;</p>
<p>Depois fui at&#233; a avenida &quot;central&quot; de Berlim, a tal <strong>Unter den Linden</strong> e o <strong>Branderburger Tor </strong>(ou Porta de Brandemburgo no vern&#225;culo). Dizer <em>centro</em> de Berlim &#233; pura forma de express&#227;o, porque simplesmente n&#227;o h&#225; centro de cidade por l&#225;. Certamente este &#233; o legado de 40 anos de separa&#231;&#227;o por um muro horroroso.</p>
<p>Dali fui at&#233; o <em>centro</em> da antiga Berlim Ocidental &#224; p&#233;, pr&#243;ximo &#224; Esta&#231;&#227;o de trem Zoologisher Garten (onde parte a linha de metro U2 que vai at&#233; o leste, tire suas conclus&#245;es). Chegando l&#225; me lembrei que se encontra em Berlim o maior museu de arte er&#243;tica do mundo, tive que dar uma olhada &#233; claro&#8230; </p>
<p>Na ter&#231;a fui de novo na embaixada tcheca e desisti do visto quando descobri que demorava uma semana para tir&#225;-lo e eu n&#227;o estava a fim de ficar at&#233; a outra ter&#231;a em Berlim. </p>
<p><a href="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/02/goitaca-tiergarten.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="301" alt="goitaca-tiergarten" src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/02/goitaca-tiergarten-thumb.jpg" width="450" border="0" /></a>    <br /><a href="http://www.flickr.com/photos/rewolve44/2280602822/">Fonte</a> </p>
<p>Depois fui at&#233; o museu arqueol&#243;gico alem&#227;o, onde est&#227;o em exposi&#231;&#227;o boa parte do acervo arqueol&#243;gico do Ocidente e ent&#227;o segui para o Tiergarten, que &#233; uma das maiores &#225;reas verdes urbanas do mundo. Aparentemente toda cidade grande exalta suas duas ou tr&#234;s &#225;reas verdes como se fosse o auge do urbanismo.</p>
<p>Na quarta-feira visitei as ru&#237;nas do quartel general da Gestapo, o lugar onde os nazistas torturavam, matavam e aprontavam as maiores confus&#245;es. </p>
<p>De l&#225; fui seguindo o muro ate onde podia. Em alguns lugares ele est&#225; mais destru&#237;do do que a BR 101. Um trecho em especial est&#225; bastante pichado. Infelizmente, os grafiteiros modernos n&#227;o s&#227;o t&#227;o rebeldes quanto a galera dos anos 80, que produziu verdadeiras obras-de-arte no muro. </p>
<p><img height="294" alt="Eu e o muro, um caso de amor" src="http://geocities.com/hellbenderd/fotos/muro.jpg" width="450" /> </p>
<p>Na quinta fui at&#233; Potsdam, que &#233; a antiga cidade imperial dos reis da Pr&#250;ssia e imperadores da Alemanha. H&#225; uns 15 castelos e todos num enorme parque (onde n&#227;o ag&#252;entava mais caminhar). </p>
<p>Para completar, eu consegui a fa&#231;anha de pegar o trem errado para ir at&#233; o parque e acabei descendo numa esta&#231;&#227;o tomada pelo mato, no meio do nada. Horrorizado com a total falta de civiliza&#231;&#227;o daquelas criaturas im&#243;veis fotossint&#233;ticas, logo peguei o primeiro trem de volta &#224; civiliza&#231;&#227;o. </p>
<p>&#192; noite descobri que havia um festival de m&#250;sica na cidade devido ao solst&#237;cio de ver&#227;o. Era o &quot;F&#234;te de la Musique&quot;, uma coisa de franc&#234;s que anda se espalhando at&#233; no Brasil. </p>
<p>Dei uma volta na cidade com dois americanos, um dos quais imigrante mexicano com o qual aproveitei para treinar o meu castelhano. Infelizmente, os babacas aqui (eu e os outros) n&#227;o sab&#237;amos a programa&#231;&#227;o de antem&#227;o e chegamos no final de uma rave numa pra&#231;a min&#250;scula cheia de p&#243;. putz que droga, logo eu que adoooooro raves&#8230;</p>
<p>Foram muitos erros num dia s&#243;, ainda mais se somar o fato de eu ter quase perdido a minha cama no quinto andar do albergue por n&#227;o a ter reservado. </p>
<p><a href="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/02/goitaca-midsummer.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="300" alt="goitaca-midsummer" src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/02/goitaca-midsummer-thumb.jpg" width="450" border="0" /></a>    <br /><a href="http://www.flickr.com/photos/mace2000/174494715/">Fonte</a> </p>
<p>Na sexta fui para Copenhagen, era <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Midsummer">midsummer</a> (metade do ver&#227;o, solst&#237;cio, o dia mais longo do ano quando quase n&#227;o h&#225; noite na Dinamarca) e eles estavam comemorando a queima de bruxas na Idade media. &#218; terer&#234;. Dizem que na Noruega a festa &#233; mais divertida.</p>
<p>No albergue aconteceram duas coisas que eu n&#227;o esperava, a primeira foi uma simp&#225;tica norte-americana que me deu um livro do Stephen King. E a segunda foi eu ter encontrado um grupo de brasileiros que trabalhavam na Expo 2000 e estavam por l&#225; para conhecer a Dinamarca. J&#225; fazia tempo que eu n&#227;o falava portugu&#234;s, e voltar &#224; l&#237;ngua p&#225;tria foi deveras agrad&#225;vel. </p>
<p>No s&#225;bado fui ao museu nacional de Copenhaguen, que conta toda a hist&#243;ria da cidade e de quebra da Escandin&#225;via. Depois comecei a caminhar pela cidade, fui at&#233; Kristiania um territ&#243;rio livre, onde tudo e permitido e a policia n&#227;o entra. </p>
<p><a href="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/02/goitaca-sereia.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="400" alt="goitaca-sereia" src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/02/goitaca-sereia-thumb.jpg" width="267" border="0" /></a>    <br /><a href="http://www.flickr.com/photos/fotopusch/566005627/">Fonte</a> </p>
<p>Sim, l&#225; se vendia drogas. N&#227;o, n&#227;o comprei um bolo de maconha ultra-mega-power-dope e fiquei bochado o resto do dia. De l&#225; fui ver a pequena sereia de H.C. Andersen, que n&#227;o tem gra&#231;a nenhuma e seu bronze deveria ser usado para a confec&#231;&#227;o de trof&#233;us de campeonatos de futebol de bot&#227;o. </p>
<p>Em nem um pouco breve teremos a &#250;ltima parte desta fant&#225;stica aventura. Stay tuned!</p>
<p id="bte_opp"><small>Originally posted 2008-02-20 20:36:21. Republished by  <a href="http://www.blogtrafficexchange.com/old-post-promoter/">Blog Post Promoter</a></small></p><div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>Melhores trilhas do mundo</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 20:07:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bender</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No site da melhor editora de livros de viagem do mundo (na minha opinião) foi publicada uma lista com as 10 melhores trilhas do mundo. Tem de todo o tipo, desde tropicais a polares, molhadas e na altitude. A melhor de todas seria uma que atravessa a linda ilha da Córsega, no Mediterrâneo. 1. GR20, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No site da melhor editora de livros de viagem do mundo (na minha opinião) foi publicada uma lista com as 10 melhores trilhas do mundo. Tem de todo o tipo, desde tropicais a polares, molhadas e na altitude.</p>
<p>A melhor de todas seria uma que atravessa a linda ilha da Córsega, no Mediterrâneo. </p>
<p><a title="just pitched por Miles.18, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/31138122@N00/3165842967/"><img alt="just pitched" src="http://farm4.static.flickr.com/3118/3165842967_ba832f7e49.jpg" width="500" height="375" /></a></p>
<blockquote><p>1. GR20, França      <br />2. Trilha Inca, Peru       <br />3. Pays Dogon, Mali       <br />4. Campo base do Everest, Nepal       <br />5. Himalayas indianos, Índia       <br />6. Trilha Overland, Austrália       <br />7. Trilha Routeburn, Nova Zelândia       <br />8. The Narrows, EUA       <br />9. The Haute Route, França-Suíça       <br />10. Geleira Baltoro + K2, Paquistão</p>
<p>(<a href="http://www.lonelyplanet.com/australia/tasmania/travel-tips-and-articles/76228">fonte</a>)</p>
</blockquote>
<p>Felizmente, eu já fiz a número 2, a trilha inca. Saquem só como é o climão maneiro por lá:</p>
<p><a title="incatrail6 por Atle Brunvoll, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/mnemonic/346376055/"><img alt="incatrail6" src="http://farm1.static.flickr.com/166/346376055_79fdb6c3cd.jpg" width="500" height="318" /></a> </p>
<p>Morram de inveja.</p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>“Gap year” é estimulado pela recessão</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 13:31:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mari Campos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O hábito de fazer um gap year (ou, em português, passar um ano dando um tempo, sem trabalho fixo, normalmente fora de casa) é um conceito há muito tempo difundido nos EUA e Europa. Principalmente no velho continente, é moda há muito tempo tirar um semestre ou um ano para sair por aí e pensar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O hábito de fazer um gap year (ou, em português, passar um ano dando um tempo, sem trabalho fixo, normalmente fora de casa) é um conceito há muito tempo difundido nos EUA e <a href="http://www.goitaca.com/busca-sua-viagem/?cx=partner-pub-7544340246959729:8w987c-wmrb&#038;cof=FORID:9&#038;ie=ISO-8859-1&#038;q=Europa&#038;sa=Pesquisar"target="_self"title="Tudo o que você queria saber sobre a Europa" >Europa</a>.</p>
<p>Principalmente no velho continente, é moda há muito tempo tirar um semestre ou um ano para sair por aí e pensar na vida (ou fazer escolhas, ou repensar escolhas feitas, sei lá) em momentos-chave, como antes de entrar na universidade, ao sair da universidade, ao terminar um longo relacionamento, ao aposentar-se, ou simplesmente quando acha que chegou a hora de repensar sua vida. </p>
<p><strong>Um ano cheio de lacunas e aventuras&#8230;</strong></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/isherwoodchris/2872111245/"><img src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2009/08/goitaca-gapyear.jpg" alt="goitaca-gapyear" title="goitaca-gapyear" width="500" height="375" class="alignnone size-full wp-image-1046" /></a><br />
<em>Hora de rodar o mundo</em></p>
<p>Normalmente, o gap year envolve viajar, afinal, nada como mudar de ares em momentos assim decisivos. Pois um dos setores do turismo que, de fato, tem crescido nos últimos meses é justamente esse. </p>
<p>No finalzinho do ano passado, quando o mundo ia de mal a pior, o setor do gap year quebrou recordes; e as projeções feitas então para esse ano de 2009 também já foram todas superadas.</p>
<p>As razões para o crescimento do setor são muitas, e geralmente controversas. Nos países em desenvolvimento, como o Brasil, são apontadas como causas o fortalecimento da economia nos últimos meses, a moeda mais estável e com valor, o que permite juntar dinheiro mais fácil e rapidamente para dar-se ao luxo de deixar seu emprego no país origem e passar uns bons meses em que, geralmente, só há saída de dinheiro.</p>
<p>Já nos países mais ricos, como membros da UE e os EUA, há quem diga que a razão é oposta: com a crise, muitos foram demitidos e resolveram usar o que receberam de seguro-desemprego e suas economias dos últimos anos para repensar a carreira desfrutando de novos ares, em novos destinos e, em alguns casos, com novas companhias.</p>
<p>Há viajantes do mundo inteiro, claro, que já tinham planos de ano ou semestre sabático e resolveram mante-los mesmo com a crise, simplesmente adaptando seu roteiro às novas realidades financeiras. </p>
<p>Para onde vão estes viajantes?</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/amyvdh/16277876/"><img src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2009/08/goitaca-gapyear-1.jpg" alt="goitaca-gapyear-1" title="goitaca-gapyear-1" width="375" height="500" class="alignnone size-full wp-image-1047" /></a><br />
<em>Hora ideal para conhecer todas as repúblicas da falecida União Soviética</em></p>
<p>A maioria dos gapyearers resolve mochilar mundo afora. A Austrália tem sido o destino favorito de muitos, sobretudo ingleses; para os brasileiros, o continente europeu ainda é o destino número 1, disparado.<br />
A brasileira Cecilia Gontijo, que encara seu gap year de mochila dando a volta ao mundo, já tem diversos países na bagagem desde o começo da viagem, há vários meses, e já não se preocupa mais tanto com a tal da crise.</p>
<p>“Quase arranquei os cabelos no começo da viagem, tanto no preparo (tirando vistos, pagando seguro ainda no Brasil, tudo em dólar), quanto na ida a países que não viram a moeda se desvalorizar tanto. Em certos momentos tive de abrir mão de uma coisinha ou outra, mas depois que cheguei à Ásia dei uma relaxada porque aqui as moedas acompanharam a desvalorização da verdinha”.</p>
<p>Se você anda pensando em sair por aí por um ano ou semestre, dê antes uma olhadinha no site <a href="http://gapyear.com">gapyear.com</a>, cheio de <a href="http://www.goitaca.com/category/dicas/"title="Dicas de Viagem" >dicas</a> de quem já se aventurou nessa por aí.</p>
<h4>Buscas relacionadas:</h4><ul><li>gap year portugues</li></ul><div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>Mochilão Rio a Salvador: Segunda Parada, Vitória</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 02:22:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Dulcetti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ônibus]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Como havia prometido, estou de volta com minha saga meu mochilão rumo a Salvador/BA. E seguindo o cronograma feito na primeira parte, estarei contando minha jornada por Vitória, capital do Espírito Santo. A grande chegada&#8230; Na verdade não teve naaaada de grande assim. Foi uma chegada normal. Minto, a única coisa grande foi a distância [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como havia prometido, estou de volta com minha saga meu mochilão rumo a Salvador/BA. E seguindo o cronograma feito na primeira parte, estarei contando minha jornada por Vitória, capital do Espírito Santo. </p>
<h4>A grande chegada&#8230;</h4>
<p>Na verdade não teve naaaada de grande assim. Foi uma chegada normal. Minto, a única coisa grande foi a distância e as horas de viagem de Cabo Frio para Vitória. </p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/03/macae.jpg' alt='Vista de Macaé' /></p>
<p>Mas isso também porque eu parei antes em Macaé. Sim, isso mesmo, a cidade do Petróleo, tão famosa agora por causa disso. </p>
<p>Mas não empolgue muito. A cidade não tem muita coisa para se fazer, é um pouco parada. O único movimento maior é por causa da Petrobrás. Mas tem alguns pontos interessantes de se passar como a Praia dos Cavaleiros. </p>
<h4>Ida, realmente, a Vitória</h4>
<p>Bom, tinha chegado a hora, peguei meu ônibus de Macaé para Vitória no horário de 22h30 e chegaria por volta das 5h. A primeira, de muitas, noites de sono dentro de um ônibus.</p>
<p>Cheguei no horário e meu tio veio me buscar na rodoviária, já que ele mora bem perto de lá. E essa foi minha grande vantagem em Vitória e no mochilão. É sempre bom ter parentes pelo caminho, porque você economiza na hospedagem e também na alimentação.</p>
<h4>Diversões e afins</h4>
<p>Cheguei na quarta de madrugada e fui embora na sexta à noite. O tempo estava chuvoso, nublado, não muito agradável. O maldito sol, às vezes, mostrava sua cara. Mas eu não estava ligando, é mochilão e temos encarar tudo.</p>
<p>Fui à praia todos os dias, mas só entrei no último mesmo, que foi quando o sol resolveu sair de vez. Na sexta eu também fui no boliche que tem em Vitória. Não é lá essa coisa, mas pra passar o tempo até que é legal.</p>
<p>Um bom lugar para visitar e beber um pouco é o Triângulo das Bermudas. Lá é onde fica &#8220;a elite&#8221; de Vitória, não chega a ser perigoso e tem boas companhias por lá.</p>
<h5>Pontos Turísticos</h5>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/03/curva-jurema.jpg' alt='Vista da Praia Curva da Jurema' /></p>
<p>Lugares legais para tirar fotos é a Curva da Jurema, que é uma praia fraquinha, não é nada recomendável a entrada na água. Mas tem uma bela vista pra Vila Velha e o Convento da Penha.</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/03/panorama-convento.jpg' alt='Visão Panorâmica do Convento da Penha' /></p>
<p>O Convento é um ótimo lugar para se visitar, pois tem uma vista panorâmica da cidade e vale muito. A Praia da Costa é uma boa praia para se visitar também, recomendo. Esses dois ficam em Vila Velha, que é bem perto de Vitória.</p>
<p>Acabei não indo para Guarapari, mas recomendo visitar, pois o lugar é bem frequentado e tem um belo visual.</p>
<h5>Gastos</h5>
<p>De Cabo Frio até Vitória foi somente uma escala, em Macaé. Segue abaixo as rotas e preços de cada passagem: </p>
<ol>
<li>Cabo Frio » Macaé: Ônibus Convencional R$8,00</li>
<li>Macaé » Vitória: Ônibus R$47,90</li>
<li>Total: R$55,90 </li>
</ol>
<h5>Estadia</h5>
<p>Como havia dito anteriormente, fiquei na casa do meu tio, portanto, não gastei dinheiro algum com estadia. Mas Vitória possui um albergue bem perto da Rodoviária chamado AJ PRÍNCIPE HOSTEL que fica na Av. Dário Lourenço de Souza, 120 &#8211; Ilha do Príncipe.</p>
<h5>Alimentação</h5>
<p>Como fiquei no meu tio, comi pouca coisa fora, foi mais cerveja e aperitivos <img src='http://www.goitaca.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  Nada que eu tenha gasto mais de uns R$20, R$30 no máximo.</p>
<p><strong>Próxima Parada:</strong> Porto Seguro/BA</p>
<p>Mudando de estado novamente, indo pela primeira vez para a <a href="http://www.goitaca.com/busca-sua-viagem/?cx=partner-pub-7544340246959729:8w987c-wmrb&#038;cof=FORID:9&#038;ie=ISO-8859-1&#038;q=Bahia&#038;sa=Pesquisar"target="_self"title="Tudo o que você queria saber sobre a Bahia" >Bahia</a>, pro Nordeste. Eu não esperava a hora desse momento chegar. </p>
<p>Aquele abraço.</p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Mochil&#227;o na Europa &#8211; semana VIII &#8211; de Lauterbrunnen a Weimar</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jan 2008 00:05:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mochilão]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte&#160; No domingo me despedi dos amigos e segui para Lauterbrunen, um esta&#231;&#227;o de esqui incrustada nos Alpes Su&#237;&#231;os. Como era ver&#227;o, &#233; &#243;bvio que n&#227;o haviam esquiadores por l&#225;, apenas gente caminhando por todos os lados em trilhas de asfalto com sinaliza&#231;&#227;o e vacas com sinos por todos os lados. Sim, a cidade parecia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="333" alt="goitaca-lauterbrunnen" src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/01/goitaca-lauterbrunnen.jpg" width="500" border="0" />    <br /><a href="http://www.flickr.com/photos/beauport/1989216635/" target="_blank">Fonte</a>&#160;</p>
<p>No domingo me despedi dos amigos e segui para Lauterbrunen, um esta&#231;&#227;o de esqui incrustada nos Alpes Su&#237;&#231;os. Como era ver&#227;o, &#233; &#243;bvio que n&#227;o haviam esquiadores por l&#225;, apenas gente caminhando por todos os lados em trilhas de asfalto com sinaliza&#231;&#227;o e vacas com sinos por todos os lados. Sim, a cidade parecia uma embalagem de <a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=490&#038;lkout=1&#038;kw=milka&#038;site_origem=1203703">milka</a>, mas sem aquela cor rosa de banheiro de rodovi&#225;ria.</p>
<p><img height="333" alt="goitaca-vacas" src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/01/goitaca-vacas.jpg" width="500" border="0" />    <br /><a href="http://www.flickr.com/photos/7383021@N02/467327605/" target="_blank">Fonte</a>&#160;</p>
<p>Na verdade a melhor parte de Lauterbrunnen acredito que tenha sido a viagem de trem at&#233; l&#225;, pois este passa por diversos c&#226;nions e precip&#237;cios com vistas maravilhosas de lagos de &#225;gua azul cristalina. Por l&#225;, a vida anda bem devagar, mas como &#233; na Su&#237;&#231;a a cidade tamb&#233;m &#233; cara, e isto quer dizer pouca comida de novo. &#218; terer&#234;, dieta for&#231;ada na <a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=6613&#038;lkout=1&#038;kw=europa&#038;site_origem=1203703">Europa</a>!</p>
<p>Na segunda eu fui para Zurique, a maior cidade do pa&#237;s com uma popula&#231;&#227;o t&#227;o grande quanto a de Caxias do Sul. Uma verdadeira metr&#243;pole neste pa&#237;s t&#227;o pouco concentrado demograficamente. </p>
<p><img height="333" alt="goitaca-zurique" src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/01/goitaca-zurique.jpg" width="500" border="0" />    <br /><a href="http://www.flickr.com/photos/toniphotos/1494902527/" target="_blank">Fonte</a> </p>
<p>Zurique parece ter sido deixada de lado pelo tempo, pois as constru&#231;&#245;es todas parecem ter sa&#237;do de um conto de fadas do s&#233;culo dezessete. Esta singularidade se explica pela hist&#243;rica neutralidade da Su&#237;&#231;a, que h&#225; mais de setecentos anos n&#227;o participa politicamente de guerras. S&#243; aluga soldados para quem pagar mais, como Vaticano.</p>
<p>A riqueza da cidade tamb&#233;m pode ser explicada por esta neutralidade, com ela gerou-se um ambiente incrivelmente seguro estimulando a fama de pa&#237;s est&#225;vel, bom para guardar dinheiro sujo de nazistas, traficantes colombianos e governantes cleptoman&#237;acos africanos. </p>
<p>&#160;</p>
<p>Depois de chegar ainda fui at&#233; o Museu Nacional do Cant&#227;o com dois estudantes de arquitetura norte-americanos, mas o museu infelizmente estava fechado, pois era segunda-feira. </p>
<p>Deu para conhecer, no entanto boa parte das pontes da cidade e um parquezinho que eles chamaram de arboretum. L&#225; se encontravam v&#225;rias pessoas fumando maconha livremente, e depois vim a descobrir que a maconha ali tamb&#233;m &#233; liberada como na Holanda. Talvez isso explique porque o IDH da Su&#237;&#231;a &#233; t&#227;o alto, mas provavelmente n&#227;o explica nada.</p>
<p>Na ter&#231;a acordei com um apetite devastador, principalmente porque n&#227;o jantei nada na noite seguinte. Eu que n&#227;o ia pagar R$ 15 por APENAS uma maldita salsicha numa barraquinha de lanche. </p>
<p>Fui direto a um supermercado e comprei muita comida. S&#233;rio, um monte mesmo. Depois de convidar os dois americanos para um Breakfeast (mistura de caf&#233; com banquete segundo minha opini&#227;o).</p>
<p>O caf&#233; da manh&#227; consistiu basicamente de dois pacotes de massa, molho de tomate, manteiga, queijo ralado e 300g de cora&#231;&#227;o de ovelha. Os caras tavam comendo tranq&#252;ilo at&#233; que perguntaram que carne era.&#8221;Lamb&#180;s heart&#8221; eu disse e eles colocaram os pratos de lado. Eles pagaram sua parte, portanto azar o deles.</p>
<p>Fomos novamente at&#233; o museu, que desta vez estava aberto e nos contou toda a hist&#243;ria do pa&#237;s, ou melhor, da confedera&#231;&#227;o. A Su&#237;&#231;a, na verdade, &#233; um coletivo de 21 cidades independentes com um parlamento em comum que se re&#250;ne tr&#234;s vezes por ano em Berna. </p>
<p><img height="333" alt="goitaca-suica" src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/01/goitaca-suica.gif" width="355" border="0" /></p>
<p>Depois fui at&#233; um internet caf&#233; s&#243; para descobrir que o limite do meu cart&#227;o de cr&#233;dito havia chego e sido estourado. N&#227;o tinha jeito, aqueles pre&#231;os e cart&#227;o de estudante n&#227;o combinam.</p>
<p>Na quarta feira fui para Munique, na Alemanha, onde me alojei na &quot;<a href="http://www.the-tent.com/" target="_blank">Tenda</a>&quot;. Um lugar m&#237;stico em que todos dormem no ch&#227;o e uns poucos gastadores ficam em camas sem travesseiros (eu me incluo na segunda categoria, pois por 4 marcos a mais (R$ 4) n&#227;o ia estragar minhas noites de sono). Dias depois de chegar me perguntaram &#8220;tem camas?&#8221;. Aparentemente alguns visitantes da tenda chegavam l&#225; achando que sua unia op&#231;&#227;o de estadia era o ch&#227;o.</p>
<p><img height="279" alt="goitaca-biergarten" src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/01/goitaca-biergarten.jpg" width="497" border="0" />    <br /><a href="http://www.flickr.com/photos/19755937@N00/393024619/" target="_blank">Fonte</a></p>
<p>L&#225; visitei o maior Biergarten do mundo onde fui obrigado a quebrar meus votos de abstemia e tomar um caneco de chope. Evidente que eu fiquei b&#234;bado e com vontade de mijar. Para me aliviar fiz o que qualquer um faria e me aliviei numa lind&#237;ssima cerca viva. Nesta hora nem senti muita falta do Brasil. </p>
<p>A noite na tenda era muito divertida, pois parecia um filme dos anos sessenta onde todos ficam em volta de uma fogueira fumando maconha, tomando cerveja e conversando em diversas l&#237;nguas. O pessoal era t&#227;o descolado que ningu&#233;m conseguia se sentir sozinho, era s&#243; e chegar e come&#231;ar a conversar.</p>
<p><img height="333" alt="goitaca-a tenda" src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/01/goitaca-a-tenda.jpg" width="250" border="0" />     <br /><a href="http://www.the-tent.com/enavbar/enavbar.htm" target="_blank">Fonte</a></p>
<p>Na quinta conheci o centro da cidade, rigorosamente reconstru&#237;do ap&#243;s a guerra, que &#233; magn&#237;fico por sinal. L&#225; est&#227;o o jardim ingl&#234;s, o Schloss Nymphenburger e o parlamento b&#225;varo.</p>
<p>Na sexta fui para Dachau que abriga uma das heran&#231;as mais odiadas da Segunda Guerra, um campo de concentra&#231;&#227;o. &#201; muito triste ver at&#233; que ponto chega a mis&#233;ria humana, mas estava l&#225; eu em um dos pavilh&#245;es que serviram para destruir a vida de muita gente inocente.</p>
<p>No s&#225;bado fui para Weimar, o lar de muitos pensadores alem&#227;es. Entre eles Nietzche, Goethe e Schinker (tamb&#233;m n&#227;o sei quem &#233; esse). Weimar tem uma hist&#243;ria interessante. Antes da unifica&#231;&#227;o alem&#227; o rei da Pr&#250;ssia, a maior e mais poderosa na&#231;&#227;o alem&#227; detestava sua cultura e sua l&#237;ngua. J&#225; a cidade de Weimar era governada por uma condessa de id&#233;ias mais sofisticadas e decidiu fazer ali o que os Venezianos fizeram na It&#225;lia: incentivou a produ&#231;&#227;o cultural. A tradi&#231;&#227;o alem&#227; deve grande parte de sua heran&#231;a cultural &#224; esta cidadezinha.</p>
<p><img height="328" alt="goitaca-weimar" src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/01/goitaca-weimar.jpg" width="500" border="0" />    <br /><a href="http://www.flickr.com/photos/markusgoerlich/510742871/" target="_blank">Fonte</a> </p>
<p>Weimar foi tamb&#233;m a capital da cultura europ&#233;ia em 1999, e isto significa restaura&#231;&#227;o. L&#225; h&#225; pr&#233;dios antigos e ruas obscuras, duas coisas bastante raras de se encontrar em outras cidades alem&#227;s. Tamb&#233;m tem bastante cerveja, esta bem comum.</p>
<p>Durante minha estada por l&#225; eu tive o desprazer de assistir a um dos cl&#225;ssicos mais cl&#225;ssicos da <a href="http://www.goitaca.com/busca-sua-viagem/?cx=partner-pub-7544340246959729:8w987c-wmrb&#038;cof=FORID:9&#038;ie=ISO-8859-1&#038;q=Europa&#038;sa=Pesquisar"target="_self"title="Tudo o que você queria saber sobre a Europa" >Europa</a>, Alemanha X Inglaterra pela Eurocopa da Holanda/B&#233;lgica. Foi um dos piores jogos que j&#225; vi na vida.</p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Campanha Mochilão É Fácil, Faça você também</title>
		<link>http://www.goitaca.com/dicas/umb/campanha-mochilao-e-facil-faca-voce-tambem/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Dec 2007 12:23:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bender</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro dia postei por aqui mais uma etapa da minha viagem à Europa de mochilão e dois amiguinhos virtuais, o Morro Reuter e o Rafael Slonik, vulgo gurincrível e colaborador deste blog, acharam a idéia da viagem sensacional. Que legal que eles gostaram, mas chega de frescura. Achou legal ir para a Europa? Vai também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/12/goitaca-mochileiro.jpg' alt='Mochileiro' /></p>
<p>Outro dia postei por aqui mais uma etapa da minha viagem à <a href="http://www.goitaca.com/viagem/mochilao-na-europa-semana-vii-de-amsterda-a-lucerna/">Europa de mochilão</a> e dois amiguinhos virtuais, o <a href="http://www.morroida.com.br/">Morro Reuter</a> e o <a href="http://novo-mundo.org/log">Rafael Slonik</a>, vulgo gurincrível e colaborador deste blog, acharam a idéia da viagem sensacional. </p>
<p>Que legal que eles gostaram, mas chega de frescura. Achou legal ir para a Europa? <strong>Vai também e pára de torrar a paciência!!!</strong></p>
<p>Por mais absurdo que pareça, passar uma temporada só passeando pelo Velho Continente não é tão caro e difícil quanto parece. Veja só:</p>
<ul>
<li>uma passagem para uma das principais cidades custa menos de R$ 2.000 (veja preços para <a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3065&#038;lkout=1&#038;kw=madri&#038;site_origem=1203703">Madrid</a>, <a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3065&#038;lkout=1&#038;kw=paris&#038;site_origem=1203703">Paris</a>, <a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3065&#038;lkout=1&#038;kw=londres&#038;site_origem=1203703">Londres</a>, <a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3065&#038;lkout=1&#038;kw=Frankfurt&#038;site_origem=1203703">Frankfurt</a> e <a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3065&#038;lkout=1&#038;kw=Milao&#038;site_origem=1203703">Milão</a>)</li>
<li>cada mês viajado custa em torno de R$ 2.500 (ou mil euros), isso se o viajante ficar em albergues e não cometer extravagâncias nas refeições;</li>
<li>um <a href="http://www.stb.com.br/produtos/trem_det.asp">passe de trem</a> (não é a opção mais barata de transporte) custa R$ 2.500;</li>
</ul>
<p>As exigências não-monetárias também são simples:</p>
<ul>
<li>basta saber falar um pouco de inglês;</li>
<li>precisa levar um livro guia (sugiro <a href="http://www.jacotei.com.br/guia-criativo-para-o-viajante-independente-na-europa-viajantes-zizo-os-8587896016.html&#038;af=2239">O Viajante na Europa</a>);</li>
<li>tem que ter pique para aguentar a viagem;</li>
</ul>
<p>No caso dos dois frescos citados neste texto, o absurdo se torna ainda maior. Um diz que se dá ao luxo de perder 18 mil reais brincando na bolsa e outro ganha com internet em um mês o suficiente para pagar três meses viajando.</p>
<p><strong>Sério pessoal, catem os troquinhos e embarquem</strong>. Não é difícil e com um <a href="http://dinheirama.com/blog/2007/06/29/economizando-dinheiro-para-viajar/">pouco de planejamento </a>dá para juntar os R$ 7 &#8211; 8 mil reais necessários para se aventurar, mesmo que você não ganhe mais do que mil reais por mês.</p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>Mochilão na Europa semana VII &#8211; De Amsterdã à Lucerna</title>
		<link>http://www.goitaca.com/viagem/mochilao-na-europa-semana-vii-de-amsterda-a-lucerna/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Oct 2007 14:57:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Amsterdâ]]></category>
		<category><![CDATA[Colonia]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
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		<category><![CDATA[Lucerna]]></category>
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		<description><![CDATA[No domingo depois do Dynamo Open Air eu estava muito cansado e me conformei em caminhar por Amsterdã só relaxando. A destruição do dia anterior cobrou seu preço. Eu tossia muito e até meus sapatos novos (umas porcarias baratas que comprei na Espanha) estavam destruídos. Ainda lavei minha roupa, o que é sempre bom e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No domingo depois do Dynamo Open Air eu estava muito cansado e me conformei em caminhar por Amsterdã só relaxando. A destruição do dia anterior cobrou seu preço. Eu tossia muito e até meus sapatos novos (umas porcarias baratas que comprei na Espanha) estavam destruídos.<br />
Ainda lavei minha roupa, o que é sempre bom e chequei meu e-mail. Durante o café conheci duas paranaenses muito idiotas, só pensavam em fumar maconha e arranjar um emprego qualquer. Uma acho que conseguiu trabalhar como doméstica ou faxineira. </p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/10/goitaca-maconha.jpg' alt='Maconha em Amsterdã' /><br />
Maconha em Amsterdã, novamente roubei a foto do <a href="http://www.ajanelalaranja.com/2007/04/dicas-da-holanda-maconha-e-coffeshops.html">Márcio</a></p>
<p>È o tipo de emprego que ela jamais aceitaria no Brasil, mas na Holanda&#8230; De saco cheio de não conseguir conversar com elas, pois eram muito idiotas, as despistei e fiquei só o resto do dia.<br />
Acho que algumas pessoas aproveitam a saída do seu país para exercitarem sua idiotice integralmente. Uma delas, a loira, perguntou para a outra que língua se fala na Espanha. Dã.</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/10/goitaca-colonia.jpg' alt='Colonia' /><br />
Colônia e rio Reno em foto do <a href="http://www.flickr.com/photos/59216720@N00/357335440/">Flickr</a></p>
<p>Na segunda pela manhã embarquei para Köln (ou Colônia) na Alemanha. Logo ao chegar dou de cara com a impressionante e linda catedral gótica da cidade, totalmente reconstruída após a guerra.<br />
Localizei meu albergue a muito custo e então fui caminhar pela cidade. Acabei achando uma exposição muito nojenta para alguns, mas muito interessante para outros da qual me falara Cláudia quando estava em <a href="http://www.goitaca.com/busca-sua-viagem/?cx=partner-pub-7544340246959729:8w987c-wmrb&#038;cof=FORID:9&#038;ie=ISO-8859-1&#038;q=Paris&#038;sa=Pesquisar"target="_self"title="Tudo o que você queria saber sobre Paris" >Paris</a><br />
Era a mostra de corpos humanos plastificados, com a intenção de popularizar a anatomia do corpo. Esta mostra vem provocando polêmica por lá e <a href="http://diversao.ig.com.br/artedigital/materias/417001-417500/417072/417072_1.html">apenas sete anos depois chegou no Brasil algo parecido feito com corpos de chineses</a>. Depois ao mostrar os folhetos da exposição a algumas australianas vi que se precisa de estômago forte para encarar.<br />
A polêmica da mostra foi tão grande que os alemães até produziram um filme de terror usando a mostra, chama-se <a href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&#038;prodid=144223&#038;catid=257&#038;af=2239">Anatomia</a> e é muito bom.</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/10/goitaca-homem-invisivel.jpg' alt='Homem Invisível' /><br />
Carinha jogando futebol, peguei no <a href="http://www.flickr.com/photos/hbomb/68199229/">Flickr</a></p>
<p>Na terça fui para Koblenz, onde o Reno encontra o Mosel e se produz boa parte do vinho alemão. O albergue onde me hospedei está hoje onde era o depósito de munição de um forte no topo de uma montanha. A paisagem é lindíssima.<br />
O único problema é subir a montanha (300m de altura) a pé com a mochila nas costas. Era possível subir via teleférico, mas meu orçamento apertado (e meu pão-durismo) não permitiria isto. Subi caminhando junto com um casal alemão que estava empurrando suas bicicletas morro acima. Eles estavam viajando pelo país pedalando. Bonito isso.<br />
Nesta fortaleza se encontram diversos serviços turísticos tais como: restaurante caro, albergue da juventude, bar caro, museu e um belvedere magnífico do Deutsche Ecke (esquina alemã), um monumento em homenagem à Bismarck erigido onde os cavaleiros teutônicos se encontraram eras atrás antes de ir devastar a Lituânia.</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/10/goitaca-koblenz.jpg' alt='Koblenz e o rio Mosel' /><br />
Rio Mosel e o Deutsche Ecke, via <a href="http://www.flickr.com/photos/mrmtk/491130130/">Flickr</a></p>
<p>No albergue eu reparti o quarto com um velho japonês, um casal coreano e o casal alemão. O velho japonês fez tanto barulho que eu achei que ele estivesse me tirando pra louco.<br />
Ele comeu algumas ameixas chupando-as como crianças fazem sentadas em cima do muro durante uma tarde de sol. Só que era noite e eu queria dormir, assim como os outros quatro.<br />
Depois o velho se levantou e começou a arrumar as coisas dele, mas ele não caminhava como uma pessoa normal, ele arrastava os chinelos no chão sempre. Sempre. E quando tudo estava finalmente pronto o cara se deitou e em questão de segundos começou a roncar. Alto, muito alto.<br />
Alguns minutos depois de iniciada a sinfonia perguntei aos alemães se nós devíamos roncar também. Eles riram e não conseguiram dormir assim como eu.<br />
Na quarta eu explorei a cidade, que em sua parte mais antiga tem uma aparência de Nova Petrópolis. Prédios em estilo enxaimel e tudo o mais, a cidade gaúcha no entanto é mais bonita.<br />
Á tarde embarquei para Heidelberg. Na estação conheci uma alemã que foi me explicando os fatos da região até chegarmos em Manheim, onde ela desceu. O trem segue o curso do rio quase que o tempo todo e há muitos histórias sobre os marinheiros que já se acidentaram por lá. Num desfiladeiro onde o rio fica muito estreito, está a Lorelei. Uma sereia que encantaria os marujos fazendo com que esses perdessem o rumo e a vida para o rio.<br />
Ao passarmos por esta parte, crianças dentro do trem começaram a cantar uma musiquinha em homenagem à sereia, que minha guia alemã disse ser de extremo mau gosto e sequer conseguiu traduzir para inglês.<br />
Ao chegar em Heidelberg me dirigi ao albergue que, para variar, ficava no cú do mundo. Lá conheci o Robert, um australiano muito doido.<br />
Os australianos são viajantes natos, mas como eu havia encontrado somente mulheres tive de repensar meus preconceitos. As mulheres viajam normalmente, como todo mochileiro. Mas os homens são tão radicais que saem do itinerário padrão.<br />
Portanto enquanto há trinta australianas no Louvre, trinta australianos estão fazendo uma expedição através do Saara.<br />
Este primeiro espécime que eu conheci estava acompanhando a temporada de verão dos festivais de rock da <a href="http://www.goitaca.com/busca-sua-viagem/?cx=partner-pub-7544340246959729:8w987c-wmrb&#038;cof=FORID:9&#038;ie=ISO-8859-1&#038;q=Europa&#038;sa=Pesquisar"target="_self"title="Tudo o que você queria saber sobre a Europa" >Europa</a>, assim ele estava recém chegando de Cardiff e iria para Nuremberg em dois dias para pôr a mochila num armário da estação e passar o fim-de-semana dormindo no parque da festa. Sem barraca, só com a roupa do corpo.<br />
Fomos dar uma volta pela cidade a pé. O centro da cidade ficava a uma hora e meia caminhando do albergue. Não pegamos ônibus, pois assim economizaríamos dinheiro. Os ônibus na Alemanha são caríssimos, cerca de três reais a passagem. Comprei comida, alguns waffles que depois vim a descobrir que deveriam ser assados para serem comidos. Mas crus também estavam bons, azar.</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/10/goitaca-ponte-de-heidelberg.jpg' alt='Heidelberg combina com a cor sépia' /><br />
Ponte antiga de Heidelberg, de novo do <a href="http://www.flickr.com/photos/monguinhas/138575568/">Flickr</a></p>
<p>Na quinta eu e Robert fomos até o castelo da cidade, à pé, para variar. Mais três horas de pernada, e meia hora de subida até lá. Ao chegarmos lá, dois turistas nos ofereceram seus ingressos de graça, pois já os haviam utilizado e o porteiro não os inutilizara. Claro, economizamos mais dois marcos cada. O castelo, que data do século treze, é enorme e já foi destruído três vezes, duas por guerra e na terceira vez caiu um raio. Não o reconstruíram e ele se encontra em ruínas. Lá está o maior barril de chope do mundo, do tamanho de duas quitinetes, que ainda é utilizado. Adoro esses alemães.<br />
Encontramos algo para comer, só algo porque não eu podia gastar muito. Então nos separamos, eu fui ao museu arqueológico de Heidelberg, que é super interessante, mas infelizmente está todo em alemão.<br />
Na sexta bem cedo parti para Luzerna, na Suíça. Na estação de trem eu vi um cara com uma camiseta MINESSOTA UNIVERSITY, pensei: &#8220;Ih, é norte-americano, melhor não chegar muito perto&#8221;.<br />
Ao chegar em Luzerna, lá estava ele com sua camiseta no posto de informações e como ele tinha idéia de onde ir e ficar em Luzerna, por puro interesse puxei conversa com ele. E depois eu vi que fora totalmente preconceituoso, pois Charles é um cara bem legal, e falava fluentemente alemão o que ajuda um pouco na Suíça Alemã.<br />
Juntos fomos à um albergue que parecia um paraíso, ficava de frente para uma praia, era pertinho do centro, tinha cozinha e o escambau. Mas só tinha lugar para um. Ambos fomos cavalheiros e seguimos juntos a um outro albergue que também era muito bom.</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/10/goitaca-ponte-de-lucerna.jpg' alt='Ponte em Lucerna' /><br />
Ponte medieval de Lucerna, um fogo wünderschöne, foto do <a href="http://www.trekearth.com/gallery/photo326251.htm">TrekEarth</a></p>
<p>Lucerna é muito bonita, exuberante mesmo. Há um leão esculpido na rocha, que Mark Twain num surto absurdo de exagero chamou de &#8220;a escultura mais tocante que já vi&#8221;. O leão foi esculpido em homenagem aos mercenários que morreram guardando o trono de Maria Antonieta durante a revolução francesa. Lucerna é cercada por picos cobertos de neve e banhada por uma lago de águas glaciais, coisa impossível no Brasilzão.<br />
À noite conheci o resto de meus companheiros de quarto, algumas australianas, várias americanas. E então decidimos dar uma volta pela cidade, para relaxar um pouco e tal, quando encontramos um grupo de suíços bêbados que nos contou sobre um incêndio wonderschön na ponte símbolo da cidade.<br />
No sábado, saímos para conhecer a cidade mesmo. Conhecemos o mercado das pulgas de lá, as pontes sobre o rio formado no lago cristalino que me dava frio só de olhar para a água clara. O centro histórico lotado de lojas rentáveis e o muro da cidade, usado como proteção da cidade durante a Idade Média e a reforma.<br />
Em Lucerna há um hotel (Gütsch) em cima de uma montanha altíssima, e até que não é tão cara a diária. Algo tipo Copacabana Palace. A vista lá de cima é maravilhosa, claro. </p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/10/goitaca-hotel-de-lucerna.jpg' alt='Hotel de Lucerna' /><br />
Hotel Grülsch em um <a href="http://www.flickr.com/photos/lamerentertainment/1356513854/">bom momento</a></p>
<p>À tarde eu comecei a passar mal, parecia que ao fechar meus olhos eu iria morrer. Me falaram que talvez tivesse sido algo que eu tivesse comido, &#8220;eu não comi nada&#8221; respondia. &#8220;Ah, então é isso&#8221;. Conseguiram me convencer a gastar dinheiro e comer algo, como um chocolate suíço e depois um litro de leite, e uns biscoitos e então eu já estava bem.<br />
À noite eu, Charles e um australiana, Tania fomos dar uma volta até o Cassino da cidade. Seria o primeiro cassino que eu entraria na vida, mas nos pediram <a href="http://www.goitaca.com/brasil/passo-a-passo-o-que-e-necessario-para-tirar-o-passaporte/"title="Veja o que é necessário para tirar seu passaporte" >passaporte</a>s para entrar, o que obviamente não tínhamos. E não pudemos entrar. Então voltamos ao centro da cidade e comemos um Subway de emergência, pois a fome já voltava a espreitar.</p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>Fugindo do óbvio na Nova Zelândia</title>
		<link>http://www.goitaca.com/mundo/oceania/fugindo-do-obvio-na-nova-zelandia/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Sep 2007 19:29:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina Gurgel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mochilão]]></category>
		<category><![CDATA[Oceania]]></category>

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		<description><![CDATA[Cansado de lugares óbvios? Então pegue um atlas: no canto esquerdo, mas normalmente no direito e às vezes nos dois, à direita e abaixo da Austrália, está a Nova Zelândia. Muitas pessoas conhecem muito pouco sobre esse país. Mas ele é tão incrível que em breve você vai começar a se perguntar como um lugar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--rec6--></p>
<p><img src="http://www.uvm.edu/~kklepeis/fieldforum/photogallery/photogallery-Images/4.jpg" align="top" height="341" width="398" /></p>
<p>Cansado de lugares óbvios? Então pegue um atlas: no canto esquerdo, mas normalmente no direito e às vezes nos dois, à direita e abaixo da Austrália, está a Nova Zelândia.</p>
<p>Muitas pessoas conhecem muito pouco sobre esse país. Mas ele é tão incrível que em breve você vai começar a se perguntar como um lugar desses não saltou aos seus olhos antes.</p>
<p>Sabe o cenário de &#8220;O Senhor dos Anéis&#8221;, que de tão surreal parecia mais um objeto de ficção? Aquele cenário é a Nova Zelândia. É lá que uma geleira atravessa uma floresta tropical(Franz Joseph Glacier), é lá que pode-se ver montanhas de neve da praia, além de vulcões, parques, lagos e cavernas incríveis.</p>
<p>Mas o arquipélago neo zelandês não é feito só de praias paradisíacas e outras belezas naturais. O país também é conhecido pelos seus esportes radicais, que estão por todo lugar, mas se concentram na cidade de Queestown, com três bungejumps, saltos de pára-quedas, raftings, entre outros. Pra quem curte um esporte em prancha, no verão rolam altas ondas pela ilha. O lugar conhecido por ter as maiores ondas é Raglan, na ilha norte. No inverno, os surfistas sobem a montanha pra fazer snowboard. Ainda nos esportes, o país tem o melhor time de rugby, o All Blacks, que aproveita o grande porte do povo Maori.</p>
<p>Culturalmente o povo nativo Maori foi o único a resistir à colonização européia, que sugeriu uma trégua e atualmente a cultura Maori é até mais forte que a inglesa, a língua maori é oficial, junto com o inglês e as pessoas costumam dizer &#8216;kia ora&#8221; ao invés de hello, os neozelandeses também são conhecidos como &#8216;kiwis&#8217;.</p>
<p>Por falar em &#8216;kiwis&#8217;, eles são um muito amigáveis, gostam de beber até cair, principalmente cerveja, e adoram uma festa.</p>
<p>Viajar pelo país também é fácil e a prática mais comum é a de backpacking, existe um tour bem interessante seguindo essa linha, que é a Kiwi Experience (<a href="http://www.kiwiexperience.com">www.kiwiexperience.com</a>)</p>
<p>Com 4 milhões de habitantes, a maior cidade é Auckland, mas a capital é Wellignton, mas o país muda muito, e não adianta ficar só em uma única cidade. Além disso, o país é pequeno, não que isso signifique que dê pra ver tudo.</p>
<p>Já ia esquecendo da vida animal. Além de uma única espécie de aranha, não existem animais nocivos em território neo zelândes. No lugar, leões marinhos, focas, baleias e pássaros.</p>
<p>E aí, se animou a sair do roteirinho óbvio de ter que escolher entre praia ou montanha? Como a foto não representa nem 1% do que é aquele lugar, para se aprofundar mais na cultura do lugar, assista ao filme <em>Encantadora de Baleias</em>. Ele explica e mostra muito sobre a cultura e beleza daquele lugar. (Eu sou suspeita pra falar, pois morava numa cidade perto, e quando o filme foi exibido no cinema, as pessoas ao meu lado ficavam apontando seus amigos que trabalhavam como figurantes). E para informações mais completas sobre a Nova Zelândia  vá em <a href="http://www.newzealand.com/">www.newzealand.com</a>.</p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>GPS e celular para ser um mochileiro moderno</title>
		<link>http://www.goitaca.com/viagem/gps-e-celular-para-ser-um-mochileiro-moderno/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Sep 2007 13:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sergiotucano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acessórios]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Estradas]]></category>
		<category><![CDATA[Lugares]]></category>
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		<category><![CDATA[Mochilão]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Pois bem, ser um mochileiro hoje em dia não é apenas usar um mochilão nas costas, sair de chinelo na estrada e ficar pedindo carona, vai mais além. Hoje temos algumas tecnologias que têm ajudado bastante a arte de viajar, Celulares com sinal potente, GPS, Carregadores que não precisam de tomadas, etc. São vários os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--rec6--></p>
<p>Pois bem, ser um mochileiro hoje em dia não é apenas usar um mochilão nas costas, sair de chinelo na estrada e ficar pedindo carona, vai mais além.</p>
<p>Hoje temos algumas tecnologias que têm ajudado bastante a arte de viajar, Celulares com sinal potente, GPS, Carregadores que não precisam de tomadas, etc. São vários os exemplos que temos, neste texto irei focar especificamente nos GPS e Celulares.</p>
<p>Quando vamos viajar devemos ter em mente que o local é desconhecido e se for uma viagem internacional fica ainda mais complicado, principalmente se não dominamos a língua nativa muito bem.</p>
<p>É ai que entram os nossos queridos GPS´s. Lembro que até pouco tempo atrás eu só ouvia falar de GPS em aviões e navios, não faz muito tempo que esta tecnologia entrou no mercado de massa e muitas pessoas pudessem adquirir um aparelho deste tipo de tal maneira que ele se tornou essêncial para uma viagem ao desconhecido.</p>
<p><strong>Escolhendo o GPS</strong></p>
<p>Pode parecer bobagem mas escolher um bom GPS é uma parte importante do sucesso do uso deste aparelho.</p>
<p>Existem vários modelos, cada um com um perfil de usuário diferente e para propósitos diferentes também. Alguns tem mapas mais detalhados, outros tem um zoom maior etc.</p>
<p>Isso pedende muito do perfil vejam:</p>
<p><strong><a href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&amp;prodid=361019&amp;catid=198&amp;af=2239">Garmin Forerunner 205</a></strong></p>
<p><a href="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/09/gf2051.jpg" title="Garmin Forerunner 205"><img src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/09/gf2051.thumbnail.jpg" alt="Garmin Forerunner 205" height="113" width="122" /></a><a href="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/09/gf2052.jpg" title="Garmin Forerunner 205"><img src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/09/gf2052.thumbnail.jpg" alt="Garmin Forerunner 205" height="113" width="140" /></a><br />
Combina GPS com Relógio é pequeno e tem muitas funções para esportistas. Ideal para atletas.</p>
<p>Ele possui um cronômetro com 37 tipos de escolha e ainda um Assistente de treinamento muito completo.</p>
<p><a href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&amp;prodid=361019&amp;catid=198&amp;af=2239">Compare preços do Garmin Forerunner 205 no JáCotei</a>.</p>
<p><strong>Garmin Etrex Euro</strong><br />
Para quem gosta de ir para locais muito umidos ou esta sempre dentro de um lago, rio ou no mar o Garmin Etrex Euro é àprova d&#8217;agua.</p>
<p><a href="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/09/gee1.jpg" title="Garmin Etrex euro"><img src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/09/gee1.thumbnail.jpg" alt="Garmin Etrex euro" /></a></p>
<p>O Etrex Euro é ideal para praticantes de  Caminhadas, Trekking, Montanhismo, Canoagem, Rafting, Canoying, Velejadores, Survey Aéreos, Terrestres e Marinhos.</p>
<p><a href="http://http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&amp;prodid=136760&amp;catid=253&amp;af=2239">Compare preços do Garmin Etrex Euro no JáCotei</a>.</p>
<p><strong>Garmin Street  Pilot i3</strong></p>
<p><a href="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/09/gsp1.jpg" title="Garmin Street Pilot i3"><img src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/09/gsp1.thumbnail.jpg" alt="Garmin Street Pilot i3" /></a> <a href="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/09/gsp2.jpg" title="Garmin Street Pilot i3"><img src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/09/gsp2.thumbnail.jpg" alt="Garmin Street Pilot i3" height="121" width="132" /></a></p>
<p>Este GPS é muito prático e tem uma ótima utilização para uso em locais urbanos. Ele é muito compacto, tem um ótimo manuseio e tem indicação de direção sonora.</p>
<p>Além disso ele recalcula automaticamente as rotas quando perdemos nosso caminho.</p>
<p><a href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&amp;prodid=416601&amp;catid=253&amp;af=2239">Compare preços do Garmin Street Pilot i3 no JáCotei</a>.</p>
<p><strong>GPS Airis T920</strong></p>
<p>O T920 é o aparelho ideal para quem vai usar este tipo de tecnologia dentro do Carro. Ele possui uma tela touchscreen de 3.5&#8243; além de ter mapas 2D e 3D.</p>
<p><a href="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/09/at1.jpg" title="Airis T920"><img src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/09/at1.thumbnail.jpg" alt="Airis T920" height="146" width="146" /></a></p>
<p>Também opera por voz e tem recuros muito úteis e ao escolher a rota a ser seguidas temos as opções do tipo de rota: mais curta, mas rápida e otimizada. E veículo: carro, táxi, bicicleta, caminhão, emergência, pedestre.</p>
<p><a href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&amp;prodid=411684&amp;catid=253&amp;af=2239">Compare preços do GPS Airis T920 no JáCotei</a>.</p>
<p>Mostrei aqui alguns GPS que eu acho que são os melhores para o que eles se propõem a fazer, lembrem-se que cada um tem um perfil voltado para uma atividade diferente.</p>
<p>Mas além do GPS, não seria interessante termos a mão uma excelênte câmera fotográfica, um MP3 Player para nos distrair, uma agênda eletrônica, um video game portátil, um notebook para verificarmos nossos e-mails e um celular para nos comunicarmos ?</p>
<p>Lógico, carregar tudo isso vai nos fazer parecer uma árvore de natal ou coisa pior&#8230;.</p>
<p>Mas  existe uma luz no fim do túnel, são os nossos queridos <strong><a href="http://www.goitaca.com/viagem/como-um-smartphone-pode-salvar-sua-viagem/"title="Veja como um smartphone pode salvar sua viagem" >Smartphone</a>s</strong>.</p>
<p>A Nokia é a líder mundial neste setor, com o modelo 9290 ela disponibilizou para os usuários um ótimo celular aliado a uma plataforma muito boa, o Symbian, um Sistema Operacional que vem crescendo muito nos celulares.</p>
<p>Com o lançamento da SérieN, ou NSeries, a Nokia consolidou ainda mais sua liderança no setor, entre algumas de suas estrelas estão o Nokia N70, N73, N80, N90, N91, N93 e atualmente o celular mais badalado do momento, não é IPHONE é o <strong>N95</strong>.</p>
<p>Todos eles possuêm o Sistema Symbiam e câmeras de alta resolução. E os modelos N80, N91, N93 e N95 ainda dispõem de tecnologia Wi-Fi.</p>
<p>Esses celulares também dispõem de Aplicativos para Escritório com possibilidade de criar e editar documentos.</p>
<p>Outra vedete da Nokia é o E61, atualmente seu sucessor, o E61i vem causando muito alvoroço entre os que gostam de técnologia. O E61 além de tudo oque já foi citado possuí um teclado QWERT, aquele teclado semelhante ao teclado de um PC.</p>
<p>Claro não é só a Nokia que tem esse tipo de equipamento, a SonyEricsson, a Motorola, a Samsung e a LG também comercializam Smartphones muito bons, mas nada comparado aos da Nokia.</p>
<p><strong>Então, melhor que ter um GPS é ter um Smartphone que tem GPS</strong>.</p>
<p>Em alguns dos modelos da Nokia como o E61, E61i, N80, N91, N93 e N95 podemos utilizar um GPS. O N95 já vem com GPS integrado.</p>
<p>Eles são ideais para quem vai viajar para qualquer local do mundo e quer ter tudo ao alcance da mão e maneira prática e sem problemas de carregar muito equipamento ou peso.</p>
<p><strong> Nokia N95</strong></p>
<p><a href="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/09/n95.gif" title="N95"><img src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/09/n95.thumbnail.gif" alt="N95" height="156" width="118" /></a></p>
<p>QuadriBand &#8211;  HSDPA / GSM 850 / 900 / 1800 / 1900</p>
<p>Peso &#8211; 120 g</p>
<p>Conectividade &#8211; InfraVermelhor, Bluetooth, 3G, Wi-Fi</p>
<p>Armazenamento Interno &#8211; 160MB</p>
<p>Armazenamento Externo &#8211;  até 8GB</p>
<p>Câmera &#8211; 5.0 MPX com lentes Carl Zeiss</p>
<p>Multimidia &#8211; Player de Vídeo 3gp, MP4,  Avi e Real One.</p>
<p>Compare preços de <a href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&amp;prodid=514486&amp;catid=57&amp;af=2239">Nokia N95 </a>no JáCotei.</p>
<p><strong>Nokia N91</strong></p>
<p><a href="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/09/n91.gif" title="N91"><img src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/09/n91.thumbnail.gif" alt="N91" height="156" width="118" /></a></p>
<p>TriBand &#8211;  UMTS / GSM 900 / GSM 1800 / GSM 1900</p>
<p>Peso &#8211; 164 g</p>
<p>Conectividade &#8211;  Bluetooth, 3G, Wi-Fi</p>
<p>Armazenamento Interno &#8211; até 8GB</p>
<p>Câmera &#8211; 2.0 MPXMultimidia &#8211; Player de Vídeo 3gp, MP4,  Avi e Real One.</p>
<p>Compare preços de <a href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&amp;prodid=479062&amp;catid=57&amp;af=2239">Nokia N91 </a>no JáCotei.</p>
<p><strong>Nokia E61i</strong></p>
<p><a href="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/09/e61i.gif" title="E61i"><img src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/09/e61i.thumbnail.gif" alt="E61i" height="151" width="115" /></a></p>
<p>QuadriBand &#8211;  UMTS / GSM 850 / 900 / 1800 / 1900</p>
<p>Peso &#8211; 150 g</p>
<p>Conectividade &#8211; InfraVermelho,  Bluetooth, 3G, Wi-Fi</p>
<p>Armazenamento Interno &#8211;  60MB</p>
<p>Armazenamento Interno &#8211; até 4GB</p>
<p>Câmera &#8211; 2.0 MPXMultimidia &#8211; Player de Vídeo 3gp, MP4,  Avi e Real One.</p>
<p>O mais moderno deles, o N95, substitui totalmente uma câmera fotográfica e de vídeo. O seu GPS é muito bom além de ter a caracteristicas de todos os NSeries de um som muito potente e ótima conectividade.</p>
<p>Mas vocês devem estar se perguntando como irá fazer para recarregar todos esses equipamentos se nem sempre temos uma tomada aonde precisamos e quando precisamos quando estamos viajando.</p>
<p>Simples, use a T-LOG. Ele é uma carga portátil para celulares. Como <a href="http://www.garotasemfio.com.br/">Bia Kunze</a> diz, energia on-the-go sempre à mão.</p>
<p>Algumas informações sobre a T-LOG retirados de sua <a href="http://www.tlog.com.br">página</a>:</p>
<blockquote><p>A T-LOG permite você falar por até 2 Horas ou permanecer em Stand By por 48hs, segundo instruções de uso ideal do fabricante de seu celular.<br />
- A T-LOG atua como um recarregador normal em seu celular, utilizando os conectores padrão dos fabricantes de celular.<br />
- Ela é válida por 8 anos sem utilização, para tanto, deve ser armazenada em local seco e em temperatura ambiente.<br />
- A T-LOG não causa efeito &#8220;memória&#8221; em baterias de celulares originais de fábrica.<br />
- Não é necessário descarregar totalmente a bateria de seu celular para dar inicio ao recarregamento com sua T-LOG, pois ela pode ser conectada a qualquer momento.<br />
- Você pode dar pequenas recargas em seu celular com a sua T-LOG, conforme sua conveniência de uso, contudo, a cada uso ela apresentará menor quantidade de energia armazenada, o que reduzirá a possibilidade de uma carga completa futura no celular.<br />
- Você pode carregar sua T-LOG em sua bolsa, maleta ou até mesmo em sua carteira, ela não desmagnetiza seus cartões de banco/crédito.</p></blockquote>
<p>O importante de tudo isso é que você escolha de maneira correta o melhor equipamento para sua necessidade, não se preocupe em pesquisar suas funcionalidades, testar e pedir opiniões a terceiros.</p>
<p>Uma boa escolha é vital no sucesso do uso.</p>
<p>Estes são, na minha opinião, os melhores equipamentos para ajudar qualquer pessoa na hora do aperto em um local desconhecido. Espero que tenham gostado.</p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>Mochilão na Europa semana VI &#8211; De Paris até Amsterdã</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jul 2007 21:06:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amsterdâ]]></category>
		<category><![CDATA[Bélgica]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[Mochilão]]></category>
		<category><![CDATA[Paris]]></category>

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		<description><![CDATA[Domingo fui até Versailles(se diz versai) com dois canadenses, um franco-canadense de Quebec e o outro normal. O palácio todo girava em torno do rei, então logo na entrada tem uma praça e uma avenida. Isso porquê ambos estão alinhados com a cama real, para que o rei, já ao acordar, veja o sol &#8220;pai&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Domingo fui até Versailles(se diz versai) com dois canadenses, um franco-canadense de Quebec e o outro normal. O palácio todo girava em torno do rei, então logo na entrada tem uma praça e uma avenida. Isso porquê ambos estão alinhados com a cama real, para que o rei, já ao acordar, veja o sol &#8220;pai&#8221; e a França, &#8220;sua propriedade&#8221;. </p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/07/versailles.jpg' alt='Versailles, em versão minúscula' /></p>
<p>Ao sairmos de lá encontrei a médica catarinense numa coincidência incrível. Com ela então fui passear pelo centro de <a href="http://www.goitaca.com/busca-sua-viagem/?cx=partner-pub-7544340246959729:8w987c-wmrb&#038;cof=FORID:9&#038;ie=ISO-8859-1&#038;q=Paris&#038;sa=Pesquisar"target="_self"title="Tudo o que você queria saber sobre Paris" >Paris</a> e conheci um pouco mais do Sena. À noite fui com um grupo (cinco brasileiros e um canadense &#8220;quebecoir&#8221; para traduzir tudo, coitado) a um restaurante grego comer comida francesa!!! E estava bom, o único problema e que não me deixaram quebrar nenhum prato, tsc, tsc.</p>
<p>Na segunda eu tive problemas enormes para lavar a roupa, parece-me que as máquinas francesas só funcionam com quem fala francês. À tarde embarquei no TGV para Brugges, na Bélgica (que pra variar deu tudo errado, porque as coisas francesas não gostam de mim). </p>
<p>Já na Bélgica foi a maior dificuldade conseguir um trem para Brugges devido a uma greve dos ferroviários, acabei chegando quase oito horas da tarde no albergue. Eu já estava me saindo bem, enrolando com um francês dos mais chutados quando me liguei que nesta região do país se fala holandês. </p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/07/brugges048.jpg' alt='Brugges' /></p>
<p>posteriormente cheguei à conclusão fantástica de que todos os belgas falam uma quantidade enorme de línguas, entre elas alemão, francês, holandês, inglês (todos falam inglês) e às vezes até português. O albergue onde eu fiquei era meio restaurante também, então aproveitei e jantei ali mesmo. É um orgasmo lingüístico ler um cardápio em cinco línguas diferentes. </p>
<p>Ao meu lado estava uma professora norte-americana que puxou papo, conversa vai, conversa vem e ela me pergunta quando eu comecei minha viagem, eu respondo &#8220;eastern&#8221;, ela não entende e eu repito, continua sem entender e eu explico que é uma data associada a ovos de chocolate e coelhinhos. &#8220;Ahh Easter&#8221; ela disse, eu pra variar acabara de cometer uma terrível em uma língua que eu julgara conhecer bem.</p>
<p>Na terça fui conhecer a cidade com uma australiana que mora em Londres e só ficava dizendo &#8220;Ó como é barato&#8221; e &#8220;lovely&#8221;, e eu pensando &#8220;que barbaridade, tchê!!!&#8221;. Nós visitamos a igreja do sangue santo, ou algo assim e demos uma volta pelos canais da cidade. </p>
<p>Brugges, para quem não sabe, é mais uma das cidade abaixo do nível do mar naquela região, portanto tem diversos canais de drenagem. Através destes canais nós fizemos um passeio de barco com um motorista que falava francês, holandês, alemão e inglês. </p>
<p>A cidade é também chamada de Veneza do Norte. No final da tarde ainda peguei um trem até Oostende para ver o Oceano Atlântico de um outro ponto de vista, do lado Leste. Oostende é tudo o que se imagina dos países baixos, os canais ficam em diques acima do nível da cidade e para se ir à praia é necessário subir uma lombada.</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/07/oostende.jpg' alt='Oostende, diretamente do TrekEarth' /></p>
<p>Na quarta pela manhã visitei o museu de arte de Brugges, que possui um acervo bastante rico de obras flamencas e holandesas. À tarde fui para Bruxelas que me pareceu estar sob reformas (a cidade inteira), lá encontrei um irlandês de ressaca (às vezes me parece que os irlandeses sempre estão de ressaca ou bêbados). </p>
<p>Acabei exagerando nesta parte e pareci hostil, ainda mais porque na época eu estava abstêmio. Nós fomos até o centro medieval da cidade onde há uma praça cercada por belíssimos prédios históricos e é só o que há em Bruxelas. </p>
<p>À noite ainda fui checar a praça novamente, desta vez iluminada, me disseram que valia a pena e tal. Então fui. Mas não valeu a pena não, pois na hora de voltar o sistema de transporte coletivo já havia sido encerrado e tive de caminhar algumas horas só no escuro numa cidade desconhecida para voltar ao albergue.</p>
<p>Na quinta pela manhã fui para Utrecht, na Holanda. Utrecht por si só não vale a visita, mas como eu queria estar perto de Nijmegen onde ocorreria no sábado o Dynamo Open Air 2002, foi minha primeira escolha. Havia dois albergues em Utrecht, um associado à Albergues da Juventude e outro independente. O primeiro estava lotado, e o segundo oferecia internet ilimitada. Decidi pelo segundo, é claro. </p>
<p>Os atendentes foram muito grossos ao tentar indicar-me como chegar ao estabelecimento, mas eu achei &#8220;tudo bem, ou posso perguntar na rua e então me acho&#8221;, mas ninguém sabia onde ficava o maldito lugar. Fiquei perambulando durante quatro horas pela cidade sem idéia de onde ir até encontrar o lugar. </p>
<p>Apesar da internet gratuita, os teclados não funcionavam direito e lá se foi a grande vantagem da espelunca. No quarto haviam dois ingleses, sendo que um estava tão sequelado de fumar maconha que mal conseguia se fazer entender e o outro só ficava repetindo histórias de como o muquifo onde nos encontrávamos era podre e nos intervalos dizer &#8220;Welcome to Hell!&#8221;. </p>
<p>A salvação foi bater-papo com um francês simpático sobre futebol, claro. Papo de homem é assim memso, sabe como é. Antes de dormir sempre escovo os meus dentes, mas como não encontrei nenhuma pia em nenhum dos diversos banheiros desisti, não tomei banho também, pois o lugar era muito podre.</p>
<p>Na sexta pela manhã, em uma hora incrivelmente cedo que também mentira sobre o café da manhã e fui para Amsterdã, a cidade do sexo e das drogas, hehehe (esse é um hehehe mental, viu).</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/07/amsterda.jpg' alt='Amsterdã, a cidade torta' /><br />
<em>Esta foto eu roubei do <a href="http://ajanelalaranja.blogspot.com/">Márcio</a></em></p>
<p>Ao chegar lá fui direto a um <a href="http://www.goitaca.com/viagem/como-um-smartphone-pode-salvar-sua-viagem/"title="Veja como um smartphone pode salvar sua viagem" >telefone</a> tentar reservar uma cama para mim, mas aparentemente a cidade já se encontrava lotada. Às 11 da manhã, apelei então para organizadíssimo VVV (serviço de informações turísticas em holandês) para achar lugar em um albergue qualquer. Recomendo muito o serviço.</p>
<p>Ao esperar na fila conheci um suíço e uma vietnamita radicada nos EUA, conversa vai, conversa vem, acabamos indo para o mesmo albergue, junto com mais um suíço e mais uma vietnamita-americana (o sotaque delas chegava a irritar os meus ouvidos). Ao chegarmos no albergue, só poderíamos entrar no quarto uma hora depois, pois ainda estavam sendo limpos. Fomos comer um café da manhã num bar próximo, que por acidente era um bar gay. </p>
<p>Havíamos nos instalado num albergue próximo a uma área gay de Amsterdã. Mas tudo bem, a vida continua, e já que ninguém pareceu se atucanar com aquilo, eu não seria o primeiro.</p>
<p>Á tarde passeamos pela cidade inteira, comemos um pão com cebola e queijo (coisa de holandês). Os prédios de Amsterdã, principalmente os que estão à beira de algum canal parecem sempre estar prontos para cair, tal é sua inclinação. </p>
<p>Felizmente Sergio Naya não tem empreendimentos na Holanda. </p>
<p>Todos os canais da cidade possuem um cor verde musgo e por eles navegam barcos lotados de turistas, às vezes alguns barcos particulares passavam com gente bêbada dançando e fazendo festa. è uma espécie de Salvador onde todo mundo fala inglês (não, não se fala holandês por lá).</p>
<p>À noite fomos ao <a href="http://www.goitaca.com/2007/05/11/fotos-do-red-light-district-de-amsterda/">Red Light Distric</a>, a mundialmente famosa zona do baixo meretrício holandesa. O bairro é um paraíso para todos os sexólatras endinheirados do mundo, pois como tudo o mais na Holanda, o sexo também é caro. Nesta zona as mulheres ficam expostas em vitrines como se fossem sapatos e ao cliente basta negociar o preço e o programa. É um mercado perfeito.</p>
<p>No sábado pela manhã fui para Nijmegen participar do Dynamo Open Air. No primeiro instante, eu pensava que seria recomendável estar acomodado numa cidade próxima ao festival, mas a Holanda é tão pequena que se atravessa o país num trem em poucas horas (2-3 se tanto). </p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/07/holland-map.jpg' alt='A Holanda é um país pequeno, mas eu só descobri isso lá…' /></p>
<p>Na poltrona à minha frente estava um casal espanhol em lua de mel, e no primeiro instante conversei com eles em inglês, pois não sabia sua procedência. Momentos depois éramos hispanohablantes, apesar de eu não entender quase nada do sotaque madrilenho da mulher. </p>
<p>Descontando um picolé, passei praticamente o dia inteiro sem comida e quando começou o esperado show do Iron Maiden desabou uma chuva torrencial. &#8220;Fuck the rain&#8221;, disse Bruce Dickinson e a massa repetia. Esse show depois virou DVD.</p>
<p>Eu é claro que não tinha proteção nenhuma, então descolei um pedaço de papelão para me servir de cobertura. Tive de desistir após alguns minutos e pensar em estratégias para secar o meu corpo. </p>
<p>Passei a torcer minha camiseta de cinco em cinco minutos com a ajuda de alguns holandeses que falavam comigo e eu me limitava a sorrir caso eles sorissem, senão acenava com a cabeça. Como eu me sentia limitado por não falar a língua deles! </p>
<p>Agüentei com estas estratégia um pouco mais de uma hora de show e então voltei para a estação de trem para retornar à Amsterdã. Eu estava incomparavelmente cansado e faminto, com sono e frio, portanto acabei dormindo por alguns minutos no trem. </p>
<p>Eu estava descaordado na hora exata em que se passava pelas TRÊS estações de Amsterdã, e tive de descer em Heiloo, uns quarenta minutos mais adiante, e como não haviam mais trens àquela hora avançada da noite fui obrigado a pegar um táxi para Amsterdã. Ele me custou uma fortuna e me obrigou a controlar severamente meus gastos de ali em diante. Droga. Esse foi meu segundo pior erro de viagem da história.</p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>O dia em que eu esqueci o passe de trem</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jun 2007 22:01:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Armadilhas]]></category>
		<category><![CDATA[Bizarro]]></category>
		<category><![CDATA[Mochilão]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse post faz parte da coleção de piores erros feitos em viagem. Quem deixar um comentário lá com o seu concorre a um livro de viagem. Mas vamos ao que interessa, pois este é o meu pior. Em 2000, quando eu fui para a Europa fazer minha viagem de mochilão eu cometi o pior erro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse post faz parte da coleção de <a href="http://www.goitaca.com/2007/06/12/um-livro-para-os-piores-erros-de-viagem/">piores erros feitos em viagem</a>. Quem deixar um comentário lá com o seu concorre a um <a href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.comparacao&#038;prodid=353503&#038;catid=215&#038;mostra=true&#038;af=2239">livro de viagem</a>. Mas vamos ao que interessa, pois este é o meu pior.</p>
<p>Em 2000, quando eu fui para a <a href="http://www.goitaca.com/busca-sua-viagem/?cx=partner-pub-7544340246959729:8w987c-wmrb&#038;cof=FORID:9&#038;ie=ISO-8859-1&#038;q=Europa&#038;sa=Pesquisar"target="_self"title="Tudo o que você queria saber sobre a Europa" >Europa</a> fazer minha <a href="http://www.goitaca.com/category/mochilao/">viagem </a>de <a href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.pesquisa&#038;texto=mochilao&#038;catid=916&#038;af=2239">mochilão </a>eu cometi o pior erro em viagem na vida. Na verdade eu fiz os dois piores &#8211; talvez três, mas vou parar de contar para evitar vexames públicos.</p>
<p>Ao planejar a viagem &#8211; e eu juro que planejei um monte &#8211; imaginei que seria muito legal fazer a travessia do continente usando um daqueles<a href="http://www.albergues.com.br/sitenovo/tre-pass.html"> passes de trem ilimitados</a>. Claro que seria. Então eu fui e comprei um, me lembro até do preço US$ 1108 para três meses.</p>
<p>Dias antes de embarcar preparei todo a minha documentação, pesei a mochila várias vezes, convenci minha mãe de que levar um terno para a Europa seria a maior frescura já realizada por um mochileiro na história da humanidade (depois, na França, conheci um sujeito paulista que não conseguiu convencer a sua mãe, hahaha), peguei os remédios mínimos necessários para os três meses (<a href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.metabusca&#038;texto=aspirina&#038;catid=201&#038;af=2239">aspirinas</a>, <a href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.metabusca&#038;texto=band+aid&#038;catid=821&#038;af=2239">band-aid</a>, remédios para asma, etc).</p>
<p>Com tudo certo, pedi demissão do meu emprego e embarquei para a grande viagem numa Sexta-feira Santa de manhã bem cedo. Cheguei na Itália no sábado de manhã e me surgiu a grande dúvida &#8220;será que eu trouxe o meu passe de trem&#8221;.</p>
<p>Aconteceu, eu esqueci essa porcaria em casa. Era o segundo documento mais importante para a viagem, só perdendo para o <a href="http://www.goitaca.com/brasil/passo-a-passo-o-que-e-necessario-para-tirar-o-passaporte/"title="Veja o que é necessário para tirar seu passaporte" >passaporte</a> e tinha ficado em Novo Hamburgo. Naquele dia mesmo eu liguei para o meu pai e pedi que me enviasse o negócio por DHL, Sedex, pombo-correio, sei lá. Mas como era feriadão de <a href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.metabusca&#038;texto=pascoa&#038;catid=345&#038;af=2239">Páscoa</a>, vagabundo nenhum trabalhava e o envio só seria realizado na segunda. </p>
<p>Ok, pensei eu, o meu atestado de burrice chega na quarta no escritório da DHL em Milão. Aliás, chegaria, se segunda da paixão não fosse feriado. E se terça-feira não fosse um feriado local. Malditos italianos.</p>
<p>Resultado, a porcaria do passe só chegou na sexta em Roma (eu paguei a merda da passagem para lá porque já estava cansado de Milão) no escritório central da DHL. Peguei o endereço por <a href="http://www.goitaca.com/viagem/como-um-smartphone-pode-salvar-sua-viagem/"title="Veja como um smartphone pode salvar sua viagem" >telefone</a> falando italiano, português e inglês ao mesmo tempo (imagine feijoada com macarrão ao molho de bufallo wings), era via Tiburtina 1170 (ou algo assim). </p>
<p>Olhei no meu <a href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.metabusca&#038;texto=mapa+&#038;catid=1068&#038;af=2239">mapa </a>de Roma e vi uma estação até que próxima dessa avenida. Desci nela, era o número 300 e alguma coisa. Aqui na minha aldeia ir do número 300 ao mil só requer algumas quadras. Lá na Itália não. Cada terreno é um número, e às vezes há A, B e C. Merda. </p>
<p>Caminhei duas horas até chegar no maldito escritório, às 13h02. Detalhe, os malditos comedores de <a href="http://www.jacotei.com.br/mod.php?module=jacotei.metabusca&#038;texto=pizza+&#038;catid=588&#038;af=2239">pizza </a>funcionários dessa empresa de fundo de quintal, nativos desse país em forma de acessório chulezento, encerrariam o expediente exatamente às 13h. E nem um minuto mais!</p>
<p>O que eu implorei para o sujeito bigodudo entregar a minha encomenda não tem registro na história contemporânea. Talvez só o <a href="http://mundogump.blogspot.com/2007/06/guardas-propinas-e-um-pouco-de.html">Phillip </a>faça melhor.</p>
<p>No final ele entregou o que eu queria e nem me exigiu documento que comprovasse minha identidade. Acho que consegui arruinar o final de semana dele.</p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>Mochilão na Europa Semana II &#8211; de Roma a Florença</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jun 2007 02:11:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Mochilão]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Domingo fui até o Vaticano para visitar o museu de graça, é claro. Último domingo do mês é sempre de graça e cheio de gente. Eu fui esperto e cheguei 45 minutos antes de abrirem as portas, aí só tive de esperar mais 45 minutos. É muito bonito lá, cheio de obras históricas e estátuas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Domingo fui até o Vaticano para visitar o museu de graça, é claro. Último domingo do mês é sempre de graça e cheio de gente. Eu fui esperto e cheguei 45 minutos antes de abrirem as portas, aí só tive de esperar mais 45 minutos. É muito bonito lá, cheio de obras históricas e estátuas de santos capados por algum princípio religioso estúpido que nega a genitália humana. </p>
<p>Depois fui no Castelo San Angelo que é onde os papas guardavam o tesouro da igreja, muito legal também e tem uma vista muito impressionante principalmente por estar ao lado do Tibre. Voltei ao Albergue esgotado até o ultimo fio de cabelo, pois caminhei o dia inteiro, e era tudo muito longe. Naquela época eu era meio avesso a transporte público. À noite ficamos, eu com Xavier e Vinícius (mexicano e gaúcho, respectivamente) na cozinha do albergue conversando com todo o mundo que lá se encontrava. Acabei decidindo que na terça partiria com dois canadenses para Nápoles.</p>
<p>Na Segunda, 1.º de maio teve uma &#8220;manifestação comunista&#8221;(segundo canadenses) no centro de Roma e nós três participamos, claro. Nos juntamos à um grupo que protestava contra a invasão da Iugoslávia e outras baboseiras que nós não conseguíamos repetir nem entender. Italiano é fogo. Evidente que tiramos muitas fotos. Acho que eu até apareci na TV em algum lugar, pois um cameraman me filmou usando a camisa do time do Berlusconi, o Milan, no meio dos anti-imperialistas. </p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/06/comunista.jpg' alt='Eu sou o cara de camisa rubro-negra do Milan' /></p>
<p>À tarde fomos à um concerto gratuito na Universidade Tor Vergata, de Roma. O Campus fica mais ou menos a uma distância extremamente longe da cidade e ainda por cima choveu (eu estava com sorte, preciso admitir). Ainda não tenho certeza por que eu fui, já que não gostava de nenhuma banda. Como meus dois amigos latino-americanos anti-imperialistas iriam viajar ainda àquela noite nós fomos embora quando a chuva apertou. Isto fez um bem para o meu resfriado&#8230;</p>
<p>Na terça pela manhã eu e dois canadenses fomos para Nápoles. A cidade é o melhor sinônimo para bagunça que eu tenho em mente. Motos, carros, pedestres, feirantes todos disputando o espaço das ruas estreitas e barulhentas(afinal está na Itália). O albergue acho que foi o mais amigável que eu já vi, tinha uns bilhetinhos por todo a parte dizendo coisas como &#8220;a privada é sua amiga, e ela gostaria que fosse bem cuidada&#8221; ou &#8220;ninguém pediu para você amar o gato, mas só para ser carinhoso com ele&#8221;. </p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/06/napoli.jpg' alt='Hoje eu sou um fotógrafo melhor' /></p>
<p>Nápoles foi invadida por diversos povos durante a história. Os primeiros foram os gregos que fundaram a cidade. Depois os romanos a conquistaram, vieram os bárbaros visigodos do norte da <a href="http://www.goitaca.com/busca-sua-viagem/?cx=partner-pub-7544340246959729:8w987c-wmrb&#038;cof=FORID:9&#038;ie=ISO-8859-1&#038;q=Europa&#038;sa=Pesquisar"target="_self"title="Tudo o que você queria saber sobre a Europa" >Europa</a>, os mouros africanos, normandos e hoje os italianos detém poder relativo sobre a cidade. É, não é muito controle não, porque eles são napolitanos e não exatamente italianos. </p>
<p>À tarde saímos para conhecer a cidade, o centro histórico e as ruazinhas estreitas, os bazares de rua. As feirinhas de rua e um pizza especialíssima. Há um castelo na baía da cidade chamado Castelo del´uovo, isso porque ele se mantém sobre uma pequeníssima ilha em forma de ovo e tem uma vista impressionante da cidade e arredores.</p>
<p>Na quarta pela manhã eu e Eric, um dos canadenses, a outra era Shawna (deve ser assim que se escreve&#8230;), fomos para Pompéia. Para quem não sabe a cidade era um antigo resort de romanos ricos e portanto tinha um padrão de vida luxuosíssimo. No início da era cristã uma erupção gigantesca do Monte Vesúvio sepultou a cidade em várias camadas de cinza e dejetos vulcânicos. Há uns duzentos anos um agricultor ao lavrau a terra encontrou a ponta de um prédio, e daí uma magnífica cidade veio à tona depois de 17 séculos dormindo. Templos, bordéis, restaurantes e ruas impressionantemente conservados, Pode se ver as marcas das rodas das carroças nas pedras do calçamento das ruas da cidade!!! É claro que o que mais falamos foi &#8220;It´s amazing!&#8221;. Voltamos para o albergue e decidi que iria para Palermo ainda pela noite, ainda comemos uma pizza deliciosa(que aliás foi inventada em Nápoles e não <a href="http://ad.zanox.com/ppc/?18421895C439718494T"target="_blank"rel="nofollow"title="Descontos em São Paulo" >São Paulo</a>).</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/06/pompeia.jpg' alt='Essa não é minha' /></p>
<p>Palermo para quem não sabe fica no canto da ilha que a bota da Itália chuta, portanto é bem longe de Nápoles e de qualquer outra coisa para dizer a verdade. Devido à isto passei a noite e a manhã de Quinta no trem que para variar chegou com quase duas horas de atraso na cidade. Eu não tinha muito tempo para ficar em Palermo então pus minha mochila num armário e fui para a vida. A cidade fica no sul do Mediterrâneo, portanto é super ensolarada, assim como Nápoles tem muitas influências de diversos conquistadores. Eu caminhei durante quatro horas pela cidade para conhecê-la, acho que consegui pelo menos ter uma idéia do que se passa ali. Ás vezes parecia muito mais moderna que uma cidade como Milão, por exemplo, ao conversar com os sicilianos descobri que a cidade tem sido destruída por sucessivos terremotos nos último séculos, e como não é nenhuma cidade hiper desenvolvida como a riviera francesa por exemplo, não preservou sua história nas ruas nem consegue manter seus habitantes empregados&#8230; Ao final da tarde embarquei para Florença, e aí se foram mais quinze horas de trem.</p>
<p>Na sexta feira, cheguei em Florença no fim de minhas energias. É, passar duas noites consecutivas dormindo em trens não é algo recomendável para descansar. Florença é um choque cultural com a Sicília, aqui eu conseguia entender o que as pessoas falavam, não o indecifrável napolitano, e cheio de turistas estrangeiros. Até me pergunto se mora algum fiorentino ainda hoje em Florença.</p>
<p>Aproveitei o dia para conhecer a cidade, caminhar um pouco e descansar um monte. A cidade tem um quê de museu ao ar livre, me pareceu que todos os prédios tinham alguma história interessante por atrás, como &#8220;foi aqui que Dante tropeçou&#8221;. Visitei uma galeria com a história de ciência, pois a cidade foi o palco para o início do Renascimento europeu e um dos maiores cientistas da história morou aqui, Galileu Galilei. Dormi um monte, eu estava precisando. </p>
<p>Um companheiro de quarto meu estabeleceu um novo recorde mundial de ronco, ele conseguiu roncar a noite inteira e de manhã, ao acordar, continuava roncando. O cara foi ao banheiro, voltou conversou e continuava roncando!</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/06/firenze.jpg' alt='O sujeito branco pelado se chama Davi' /></p>
<p>No sábado visitei a Galeria degli Uffizi, onde estão todas as pérolas do renascimento italiano e fiorentino, ainda tentei ir ao museu de arte fiorentino para ver o David de Michelangelo, mas desisti quando vi a fila e o preço (era do preço da janta, preferi a janta). Tirei uma foto da cópia de David que está na praça central da cidade e esta acompanhada por alguns prédios históricos. À noite fui jantar com dois norte-americanos (esses caras se acham o centro do universo, já é um absurdo chamá-los de americanos&#8230;), comi minha primeira lasanha em território italiano, uma experiência deveras gratificante para mim, adorador de lasanhas.</p>
<h4>Buscas relacionadas:</h4><ul><li>como ir de roma para florença</li><li>como ir de roma a florença</li></ul><div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>Mochilão na Europa: 1ª semana</title>
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		<pubDate>Sat, 26 May 2007 15:26:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[Mochilão]]></category>

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		<description><![CDATA[Vou começar hoje uma série de posts contando o meu mochilão pela Europa em 2000, antes do advento do Euro e do Bin Laden, portanto. 1º Semana Saí de casa no dia 21 de abril de 2000 às 6h da manhã. Ao chegar em Milão no domingo no início da tarde do dia seguinte eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vou começar hoje uma série de posts contando o meu mochilão pela <a href="http://www.goitaca.com/busca-sua-viagem/?cx=partner-pub-7544340246959729:8w987c-wmrb&#038;cof=FORID:9&#038;ie=ISO-8859-1&#038;q=Europa&#038;sa=Pesquisar"target="_self"title="Tudo o que você queria saber sobre a Europa" >Europa</a> em 2000, antes do advento do Euro e do Bin Laden, portanto.</p>
<p>1º Semana</p>
<p>Saí de casa no dia 21 de abril de 2000 às 6h da manhã.</p>
<p>Ao chegar em Milão no domingo no início da tarde do dia seguinte eu estava acabado no melhor sentido da palavra, passara sem dormir toda a viagem desde Novo Hamburgo até agora e ainda por cima havia estupidamente esquecido meu passe de trem(nunca vou me perdoar por isto!). Eu lera num site na Internet que não é muito comum casas de câmbio na Itália, e ainda por cima fecham nos fins-de-semana, o que é muito mais verdade num Domingo de Páscoa, então troquei uma quantidade considerável de dinheiro(dólares) por liras no aeroporto mesmo e paguei uma taxa horrível(do que eu não tinha idéia até ali, pois foi o primeiro lugar que eu vi).</p>
<p><img src="http://www.geocities.com/hellbenderd/fotos/estamilan.jpg" alt="Estação de Milão" /></p>
<p>Fui de ônibus até a cidade, pois o aeroporto fica a quase 50 Km do centro de Milão. Ao chegar na estação central, para variar estava totalmente perdido: onde estou? Para onde vou? Que está acontecendo? Como vou? Aonde? Comprei um mapa da cidade e comecei a caminhar em direção do albergue, que era muito, muito longe dali, mas eu estava no começo, portanto achava que conseguiria caminhar até lá da estação, desisti e peguei o metrô. Ao chegar lá vi o maldito fechado e com um aviso dizendo que continuaria assim por mais algumas horas (provavelmente a sesta, sei lá). Havia um argentino esperando pela abertura também e lhe pedi que vigiasse minha mochila enquanto eu dava uma volta na cidade.</p>
<p>Comi meu primeiro Big Mac em território italiano&#8230; e depois dei uma passado no estádio do Milan que não é muito longe do albergue e voltei mais cansado do que nunca. O albergue já estava aberto e o argentino estava ali para me devolver minha bagagem, graças a deus! Minha felicidade foi imensa ao ver a cama (não que ela fosse algo excepcional, mas porquê eu estava precisando muito mesmo), dormi até a noite. Ao acordar fui dar uma volta pelo albergue que é bem organizado, mas despojadíssimo. Meio militar até. Encontrei o argentino, se chamava Franco, e começamos a conversar.</p>
<p>Eu para variar não conseguia conversar em nenhuma língua, seja inglês, espanhol, italiano ou português; era uma misturança braba e a necessidade de repetir tudo três vezes. Decidimos que no próximo dia iríamos ver o centro de Milão e conhecer Como, e fomos. Lombardia, onde Milão é a capital, é uma das regiões mais desenvolvidas e ricas do mundo, desde a Idade Média é uma terra cobiçada por todos os conquistadores do continente, o que reflete no belíssimo Castelo Sforzesco no centro da cidade e a arquitetura de Milão é uma viagem no tempo. Ao se caminhar mais de duas quadras pode se ver o seguinte: belíssimo prédio gótico, catedral gigantesca, McDonald´s, Pizza Hut, prédio gótico.</p>
<p><img src="http://www.geocities.com/hellbenderd/fotos/sforzesco.jpg" alt="Castelo Sforzesco" /></p>
<p>É&#8230; Milão é a cidade italiana mais arrojada e mais moderna da Itália o que pode significar mais assimilada do país. Como é uma cidade como <a href="http://www.goitaca.com/busca-sua-viagem/?cx=partner-pub-7544340246959729:8w987c-wmrb&#038;cof=FORID:9&#038;ie=ISO-8859-1&#038;q=Gramado&#038;sa=Pesquisar"target="_self"title="Tudo o que você queria saber sobre Gramado" >Gramado</a>, para turistas e naquele dia em especial, segunda-feira de páscoa que é feriado na Europa, estava cheia de turistas italianos. Há um belíssimo lago em Como, que recorta os pés dos Alpes. No dia seguinte Franco partiria para alguma cidade no interior para localizar seus parentes e eu iria para Bérgamo passar o dia.</p>
<p>Bérgamo é uma cidade moderna e antiga ao mesmo tempo, mas conseguiu separar isto de uma forma mais eficaz do que Milão, pois há um centro histórico que fica muito longe do centro financeiro da cidade. Pois bem, nas ruas estreitas de Bérgamo todas as casas são coloridas a impressão é de novo uma volta no tempo até que um moderna lambreta passa buzinando&#8230;</p>
<p>A cidade me pareceu muito próspera também e serve como imã para imigrantes, o que pode ser comprovado pela diversa população local. Ao voltar para o albergue me deparo com o inusitado, eu vestia uma camisa do Grêmio, que apesar do que alguns possam dizer não é tão popular assim na Europa. Pois bem, ao chegar um rapaz me pergunta: &#8220;Porto Alegre?&#8221;, &#8220;Não, Novo Hamburgo&#8221;, &#8220;Putz, eu também&#8221;. Esta coincidência é muito grande, tão grande que jamais encontrei ninguém de Novo Hamburgo novamente.</p>
<p>Mesma escola, mesma universidade, bairros vizinhos, pois é. Nos combinamos de encontrar em Florença no dia seguinte, caso eu recebesse o maldito passe de trem ou em Roma na quinta, caso eu recebesse o maldito passe de trem.</p>
<p>Na Quarta-feira, para variar, minha sorte não havia mudado e então comecei uma peregrinação por algum lugar em Milão com acesso à Internet. Havia boatos de que existiria um lá depois do&#8230; muito longe. Mas eu fui atrás, caminhei por toda a cidade e ao chegar lá perguntei: &#8220;C´è Internet?&#8221;, &#8220;No, tutti i computer sono rotti&#8221;, &#8220;tutti?&#8221;, &#8220;Si, tutti&#8221;. Todos os computadores estavam quebrados, ahh!!! Não desisti continuei minha peregrinação desta vez sem destino. Encontrei um lugar, meio caro, mas tinha Internet. Algumas páginas não funcionavam direito, vou para outro lugar, além do mais aqui é muito caro.</p>
<p>Comecei a procurar por outro lugar, estava chegando numa praça e vi do outro lado da rua uma lojinha cheia de computadores, &#8220;só pode ser um cybercafé&#8221; eu pensei e ao entrar na loja um rapaz meio gay veio me atender, &#8220;prego&#8221; ele disse, &#8220;accesso all´internet?&#8221;, &#8220;Internet?&#8221; desconfiado pensou e começamos a conversar, como meu italiano não estava muito além de mozzarella, começamos a falar em espanhol, que não estava muito além de parrillada também a confusão lingüística foi total. No fim ele acabou me cedendo o seu computador um iMac que não funcionava direito para eu continuar mexendo no que eu precisava.</p>
<p>Ao voltar para o albergue dei uma passada no escritório da DHL que não era muito longe de lá e depois encontrei um outro brasileiro na rua, &#8220;onde tu tá indo?&#8221;, &#8220;Comprar a janta&#8221; ele me respondeu. Fui junto, nós compramos um frango inteiro, daqueles de TV de cachorro e seis garrafas de água(9l no total). Após o banquete decidimos ir a Roma na Quinta-feira de qualquer forma, se eu não recebesse meu passe eu pagaria a passagem, já estava de saco cheio de Milão.</p>
<p>Na Quinta-feira eu estava esperançoso de que o meu passe seria entregue, mas ainda não. Sai do albergue e fiquei ligando de hora em hora para a DHL, procurando pelo maldito. Ao redor do meio-dia eu estava no McDonald´s &#8211; novamente &#8211; e encontrei dois gaúchos que iam jogar bola ali perto, os acompanhei. Eles trabalham num restaurante brasileiro em Como, um é de Encantado e outro de Porto Alegre. Conversa vai, conversa vem, liguei de novo para a DHL às duas da tarde, pedi para entregarem o maldito na matriz em Roma e decidi, agora eu vou! Depois de quatro dias em Milão eu estava mais do que de saco cheio daquela cidade.</p>
<p>Fui até a estação e comprei uma passagem, a mais barata, para Roma &#8211; na real que não tem disso, só tinha uma linha à tarde e era da mais cara&#8230; Um pouco antes das nove da noite eu já estava em Roma. Ao ligar para o albergue pedindo direção, perguntei se podia falar inglês, não italiano. Tá bom, não entendi direito e ao invés de pegar à sinistra, peguei à destra e já estava chegando num lugar meio barra-pesada quando eu me dei conta. Merda, melhor voltar rápido; ao chegar na estação, passei-a, andei mais cinqüenta metros e dobrei à direita, era ali. Merda repeti, era aqui do lado e eu já estava indo em direção ao cú do mundo.</p>
<p>Entrei no albergue e fiz o check in, o recepcionista me parecia canadense, e como tal não falava italiano, lhe perguntei então porquê me haviam dado as direções em italiano, ele disse que fora o seu companheiro que estava ao lado e porquê ele é um idiota(dumb ass). Tsc, tsc. Quando cheguei no quarto tinha um pessoal falando sobre coisas das quais eu não entendia, pois era num inglês incrivelmente informal e canadense(e apesar do que se diga eu só estava acostumado com aquele falado na Califórnia e que está em todos os filmes de Holywood). Me apresentei e blá-blá-blá, tentei conversar, mas foi meio complicado.</p>
<p>Na sexta pela manhã, pensei &#8220;eu não quero passar o dia sozinho, preciso de companhia&#8221;, então fui à luta. Haviam três soldados canadenses que estavam na Bosnia junto com a força de paz da ONU em licença, pois lhes perguntei onde iriam naquele dia e decidi juntar-me à eles. Fomos primeiro até o Coliseo e o Fórum Palatino &#8211; que na verdade é um sítio arqueológico gigante. Só aqui(é, em Pompéia também) pode-se ter uma idéia aproximada do tamanho do império romano. Seguimos para o Campidoglio &#8211; uma impressionante coleção de prédios que serve de trono para o governo &#8211; e então para a Piazza Venezia que é onde se localiza um monumento gigantesco à Vitorio Emanuelle II (o primeiro rei italiano depois da unificação) e à sua direita o Palazzo Venezia, que servia de tribuna para os discursos do fascista Mussolini.</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/05/forumpalatino.jpg' alt='Forum Palatino' /></p>
<p>Da piazza Venezzia caminhamos um pouco, na verdade bastante em qualquer direção &#8211; o que é a melhor forma de descobrir uma cidade, caminhando sem destino. E o que encontamos? Sim, uma exposição itinerante do Salvador Dalí, que estão por toda aparte, mas eu não tinha condições de saber disto àquela altura. Depois de algumas provas da loucura e criatividade do catalão seguimos nossa jornada sem destino. Caminhamos até um ponto onde havia um quiosque de informações turísticas, e aproveitamos então para conseguir um mapa decente da cidade, munidos de informação seguimos para a Piazza Navona, qual não é a nossa surpresa ao encontrá-la virando a esquina! A piazza em si é uma ilha de praça com duas fontes belíssimas cercada por monumentais fachadas históricas que hoje abrigam os mais caros cafés para turistas que eu já visitei.</p>
<p>Para que ninguém pense que Itália é outro mundo, no centro da praça aglomeram-se alguns camelôs, e de um deles comprei uma bonita camisa falsificada do Milan por oito vezes mais barato que a original. Seguindo nossa romaria em direção aos pontos turísticas de Roma, fomos então ao Panteão. Um prédio de dois milênios de história que ainda hoje impressiona pela beleza arquitetônica tanto de seu interior como os arredores, misturando diversos estilos divergentes, como clássico, barroco e renascentista.</p>
<p>Lá dentro encontramos um padre <a href="http://www.goitaca.com/busca-sua-viagem/?cx=partner-pub-7544340246959729:8w987c-wmrb&#038;cof=FORID:9&#038;ie=ISO-8859-1&#038;q=Uruguai&#038;sa=Pesquisar"target="_self"title="Tudo o que você queria saber sobre o Uruguai" >uruguai</a>o e uma freira de não-me-lembro-onde, a freira traduzia o que ele dizia para o inglês, não que eu precisasse, pois meu portunhol estava afinadíssimo! Mas os canadenses não tinham a mesma desenvoltura latina que eu possuo&#8230; &#8220;ele gosta de meninos(boys)&#8221; ela disse, nós nos olhamos e nos despedimos dos relgiosos achando que o padre fosse gay. Mike um filipino naturalizado canadense na verdade chamado Miguel se arrependeu e voltou ao Panteão para tirar uma foto com o sacerdote &#8220;homossexual&#8221;.</p>
<p>Preconceitos à parte continuamos caminhando, a esta altura o cansaço já estava batendo e decidimos voltar para o albergue para fazer qualquer coisa ou lavar roupa, o que viesse antes. Fomos lavar roupa, enquanto à máquina trabalhava fui conhecer as redondezas, desta vez sozinho, e me deparei com meu tipo favorito de loja, a lojinha de Cd´s da esquina. Foi só eu entrar e eles &#8211; aqueles que estavam atendendo e papeando &#8211; já perguntaram-me donde era, respondi. Ah brasiliano, molto bene, calcio, samba, meninas e uma dificuldade tremenda de comunicação.</p>
<p>Havia um baterista de uma banda local ali e ele me ofereceu um CD e tal acabei levando um ganhando outro de graça ainda com um autógrafo do cara que devia estar cheirado já. Tudo bem, tudo vale a pena se a alma não é pequena. A noite fomos num Pub Crawl na Scalinata de Spagna(escadaria espanhola), que é nada menos que uma galera que se reúne e vai de bar em bar noite adentro, fomos em 6 ontem só até a meia noite!!! Para variar todos bebiam, menos eu, no início me cobraram pela bebida, ainda consegui um desconto. O grupo era mais ou menos homgêneo, haviam muitos estadunidenses, canadenses(que ficavam me pentelhando gritando gol!!! A cada vez que os via), australianos e neozelandeses.</p>
<p><img src="http://www.geocities.com/hellbenderd/fotos/scalinata.jpg" alt="" /></p>
<p>Em resumo todos falavam sua íngua ali, menos eu que falava a deles. Já sou duplamente diferente. O resultado é que nesta noite adquiri uma fluência incrível em inglês. Ainda paguei uma dose de caninha 51 para um grupo e todos adoraram, incrível, não pode ser a mesma que é vendida no Brasil. Mas tudo bem, foi tudo festa.</p>
<p>Os irlandeses beberam ate começarem a cantar no meio da rua e a se abraçarem e se beijarem(pra variar não sabiam quem era quem e abraçavam qualquer um e beijavam qualquer um, menos eu, claro), os australianos vomitaram de bêbados, o estadunidenses beberam tanto que se perderam numa praça quadrangular, o canadenses perderam sua famosa civilidade e começaram a procurar briga e estragar os carros(é verdade, eles também sabem ser vândalos), o neozelandeses e brasileiros que não beberam muito(no meu caso, nada) guiaram todos até o albergue tentando pentelhar mais ainda os bêbados: &#8220;vocês soldados canadenses não passam de um bando de bichinhas(bunch of pussies)!&#8221;. .</p>
<p>No sábado acordei lá pelas nove e eu ia fazer mais turismo c/ os canadenses infelizmente eu me perdi deles, não sei como. Então fui atras do meu passe de trem, a central da DHL fica no numero 1010 de uma das maiores avenidas de Roma(via Tiburtna), eu desembarquei próximo do 350. A diferença é q na Itália os números vão em seqüência mesmo, tipo se um prédio é o 871 o vizinho é 873, independente do tamanho do terreno(o que importa no Brasil) então eu caminhei quase duas horas para achar o maldito prédio da DHL e ainda tive que implorar para me atenderem pois era sábado e ninguém trabalha depois da uma em sábados na Itália( e já era 1:05), mas consegui o passe, voltei até o metro mais próximo no numero 970(quase me matei por isto) então fui ate o Vaticano.</p>
<p>A merda é que os museus do Vaticano fecham as 12:45, então quando eu cheguei lá estava já fechado, pensei então &#8220;vou até a basílica de São Pedro&#8221;, má idéia. Estava cheia de gente e chovia muito, depois que estava todo molhado comprei relutantemente um guarda-chuvas por 5.000 liras(pechinchei, pois o cara queria 10.000) dali fui até o Museu Etrusco que eu ingenuamente pensei que fosse perto do metro, mas não era.</p>
<p>Desisti e fui em direção ao centro, passei pela Piazza del Popolo, pela Fontana di Trevi(onde joguei duas moedas, dizem q todos q jogam moedas voltam à cidade). Depois vim para o Albergue e troquei de roupa, como resultado desta aventura molhada fiquei resfriado. Ao chegar no albergue descubro que o Vinícius, o cara de Novo Hamburgo assim como eu, havia me procurado. Legal, companhia pensei.</p>
<p>Fui até o quarto onde ele estava e quando ele me cumprimentou eu respondi em inglês(Ugh!!!). Ele havia chego no dia anterior e blá-blá&#8230; Com ele no quarto estava Xavier, mexicano muito simpático e quatro belas australianas que só pensavam em beber. Para variar australiano sempre bebe. Saímos à noite num Pub próximo ao albergue, nada demais e cheio de homem(Ugh!), não que eu estivesse precisando de sexo ou qualquer coisa parecida, mas é que num ambiente homossexual assim só dá briga, ainda mais se as pessoas forem heterossexuais, como meu caso(não gay). Desistimos da noite de Sábado, tsc, tsc. Ah, de quebra ainda ganhei um resfriado. </p>
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