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	<title>Goitacá Blog de Dicas de Viagem &#187; Ônibus</title>
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	<description>Turismo, aventura, exploração, dicas no Brasil e no Mundo</description>
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		<title>Santos &#8211; parte 2</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 11:28:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ônibus]]></category>
		<category><![CDATA[Lugares]]></category>
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		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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		<description><![CDATA[(Continuação do passeio por Santos) Passear pelo Centro Histórico de Santos é, também, uma aventura religiosa. Ao longo do caminho você encontra conjuntos tombados e tromba com a história do Brasil. Na Praça Rio Branco (é caminho do Bondinho), você encontra o Panteão dos Andradas e o Conjunto do Carmo. O Panteão guarda os túmulos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="image74" src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2006/12/img_1933.JPG" alt="Santos" /></p>
<p>(Continuação do passeio por <a href="http://www.goitaca.com/2006/12/10/historias-a-beira-do-porto-parte-1/">Santos</a>)</p>
<p>Passear pelo Centro Histórico de Santos é, também, uma aventura religiosa. Ao longo do caminho você encontra  conjuntos tombados e tromba com a história do Brasil. Na Praça Rio Branco (é caminho do Bondinho), você encontra o Panteão dos Andradas e o Conjunto do Carmo.</p>
<p>O Panteão guarda os túmulos de José Bonifácio de Andrada e Silva (Patriarca da Independência) e de seus irmãos Antônio Carlos, Martim Francisco e Padre Patrício Manuel. Inaugurado em 7 de setembro de 1923, o lugar guarda uma escultura de Rodolpho Bernadelli, feita na Itália. Realmente, só vi coisas parecidas em Roma e <a href="http://www.goitaca.com/busca-sua-viagem/?cx=partner-pub-7544340246959729:8w987c-wmrb&#038;cof=FORID:9&#038;ie=ISO-8859-1&#038;q=buenos+aires&#038;sa=Pesquisar"target="_self"title="Tudo o que você queria saber sobre Buenos Aires" >Buenos Aires</a>&#8230;<br />
No vizinho conjunto do Carmo estão a Igreja da Ordem Primeira e a Capela da Ordem terceira. Fundadas em 1589, a igreja atual é do século XVIII, em estilo barroco, com cadeiras em jacarandá e afrescos de Benedito Calixto. Impressionante mesmo é a capela. contruída em 1754, tem uma linda pia de água benta esculpida em peda (1710). Todo segundo domingo do mês,às 11h, missa com canto gregoriano.</p>
<p>Vá ao Santuário de Santo Antônio do Valongo (no final da Rua do Comércio). Esta construção data de 1640 e é recheada de obras de arte. A missa mais bacana acontece às terças-feiras, 12h15. No final, distribuição de pãezinhos com mensagens muito especiais.<br />
A padroeira de Santos, Nossa Senhora de Monte Serrat também tem seu próprio Santuário. Construído entre 1598 e 1603 no alto de uma montanha, a visita pede um passeio no funicular. Alguns preferem pagar as promessas nos 415 degraus decorados com imagens da via-sacra. Lá em cima, além da Capela, um mirante e o antigo prédio do Cassino.</p>
<p>Tome fôlego e vá até a Catedral de Santos. Dedicada à Nossa Senhora do Rosário, ela foi construída pelo alemão Maximiliano Hell, que também é responsável pela Catedral da Sé, em <a href="http://ad.zanox.com/ppc/?18421895C439718494T"target="_blank"rel="nofollow"title="Descontos em São Paulo" >São Paulo</a>. Erguida entre 1903 e 1967 (ano de sua conclusão, mas foi inaugurada em 24), ela tem três naves, dois altares laterais.</p>
<p>Há ainda a Igreja de N. Sra. do Rosário, antigo esconderijo dos escravos fugidos que ainda não visitei.</p>
<p>E, pra fechar, o Museu de Arte Sacra. Instalado no antigo Mosteiro de S. Bento em 1981, tem acervo de 700 peças que contam a história de Santos, entre elas, a imagem de Santa Catarina de Alexandria &#8211; que batizou o Outeiro de Santa Catarina, marco inicial da povoação de Santos no século 16.</p>
<p>Como vocês podem ver, a história em Santos, não acaba nunca&#8230; Para saber mais, há referências bacanas na <a href="http://www.revistamuseu.com.br/naestrada/naestrada.asp?id=4262">Revista Museu</a> e na <a href="http://www.fundasantos.org.br">Fundação Arquivo e Memória de Santos</a>. A Secretaria de Turismo tem um programa &#8220;Vovó sabe Tudo&#8221; em que as senhoras locais guiam visitas por todos esses pontos. Mais informações:  (13) 3201-8000 ou no DiskTur: 0800-172-887</p>
<p id="bte_opp"><small>Originally posted 2006-12-19 15:24:16. Republished by  <a href="http://www.blogtrafficexchange.com/old-post-promoter/">Blog Post Promoter</a></small></p><div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>Mala sem Alça: dicas para fazer sua mala</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 11:28:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Beck</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acessórios]]></category>
		<category><![CDATA[Ônibus]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
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		<description><![CDATA[Considerando que as férias escolares se aproximam, e em alguns casos as férias coletivas (para quem, como eu, já passou da fase das férias escolares) e as tão sonhadas viagens, resolvi escrever sobre a arte de fazer a mala. Parte fundamental mas nem sempre óbvia da viagem, fazer a mala corretamente pode determinar o sucesso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img align="middle" width="350" src="http://img.photobucket.com/albums/v30/uncreated/LV%202/LVDarjeelingLtd2.jpg" alt="As malas criadas por Marc Jacobs para Viagem a Darjeeling" height="510" /></p>
<p>Considerando que as férias escolares se aproximam, e em alguns casos as férias coletivas (para quem, como eu, já passou da fase das férias escolares) e as tão sonhadas viagens, resolvi escrever sobre a arte de fazer a mala. Parte fundamental mas nem sempre óbvia da viagem, fazer a mala corretamente pode determinar o sucesso ou fracasso de uma aventura. Verdade seja dita, eu mesma nem semrpe sigo os conselhos abaixo descritos, mas gostaria de passar a segui-los mais e mais. A verdade, a mais pura verdade, é que com quanto menos coisas se viaja, mais fácil tudo fica (escolher roupas, fazer a mala diversas vezes, se arrastar por ônibus/trens/aviões/hotéis&#8230;.). Porém eu, com toda a carga feminina que me é genética, não consigo levar menos do que muito mais do que eu consigo usar toda vez que viajo. Mas estou “working on it”, e tendo a levar cada vez menos coisas comigo para cima e para baixo – e a pensar mais sobre o que está indo comigo antes de sair de casa, o que é fundamental para não levar coisas inúteis de mais – coisa que eu sempre acabo fazendo.</p>
<p>O site <a href="http://www.onebag.com">Onebag</a> é um dos melhores que eu já encontrei sobre a “arte” de fazer as malas. Vale muito a pena visitá-lo. Apesar de sre um pouco longo, traz <a href="http://www.goitaca.com/category/dicas/"title="Dicas de Viagem" >dicas</a> e idéias valiosas para quem está prestes a carregar um pedaço do guarda-roupa consigo. A idéia central do site é viajar sempre levando apenas uma mala, que, no caso de uma viagem de avião, possa ser carregada como mala de mão. Preciso confessar que acho essa uma tarefa difícil, mas o que vale é a idéia. Abaixo estão algumas dicas puxadas do site:</p>
<ul>
<li>Sempre que possível, opte por viajar com apenas uma mala, que pode ser levada na cabine do avião, e não despachada (O autor do site, Doug Dyment, diz que “só há dois tipos de bagagem: as de mão e as que são perdidas”, num exagero compreensível, principalmente por quem já teve sua bagagem extraviada).</li>
<li>A mala em si é tão importante quanto o que vai dentro dela. Escolha uma mala que seja resistente, com zíperes fortes e tenha compartimentos adequados ao uso que você vai fazer dela. Vale mais a pena gastar mais dinheiro comprando uma mala boa do que passar muita dor de cabeça com uma mala que abre no meio do caminho – tenho duas mochilas de viagem, uma da Curtlo e uma da Deuter, e ambas são ótimas (e o que têm de boas têm de caras, sinto dizer).</li>
<li>Se você escolheu uma mochila, veja que ela tenha uma “barrigueira”, que são as tiras que você amarra em volta do quadril. Esse item faz toda a diferença na hora de carregar muito peso.</li>
<li>É melhor escolher uma mala que aceite cadeados e possa ser inteiramente trancada. Em especial com bagagens despachadas, você não sabe quem pode ter acesso à sua mala antes de você (e na maioria dos lugares, mesmo em hotéis, é melhor deixá-la trancada quando você não estiver por perto).</li>
<li>Roupas de tecido natural ficam mais amassadas do que as de tecido sintético</li>
<li>Tente arrumar sua mala “embrulhando” suas roupas em volta de um objeto inicial (como um saco de viagem com meias e underwear), das mais leves às mais pesadas, que ficarão na parte de fora do “embrulho”. Isso deve ajudar a combater o amassamento.</li>
</ul>
<p>As minhas próprias dicas para malas, acumuladas ao longo de muita pesquisa na internet e bastante viagem própria são:</p>
<ul>
<li>Leve sempre uma lanterna pequena com você, em especial se você for ficar em um quarto com mais gente. Ajuda muito ao chegar no quarto à noite. Um canivete pequeno também pode fazer milagres em várias viagens diferentes.</li>
<li>Não esqueça de levar uma muda de roupa na mala de mão, com você. Nunca se sabe o que pode acontecer com sua bagagem, e é bom ter o básico por perto em qualquer situação.</li>
<li>Cadeados também são fundamentais, inclusive para a mala de mão – mais importante ainda quando se quer dormir tranquilo no avião ou se está andando distraidamente por um lugar desconhecido, sem prestar atenção em possíveis ladrões – isso já aconteceu comigo na Espanha, por sorte eu deixava a maior parte da mochila trancada e a parte que foi aberta, o bolsinho de fora, só com coisas bobas, como mapas e folhetos.</li>
<li>Uma vez li que uma boa técnica para fazer as malas é organizar o que vai ser levado em cima da cama, e na hora de pôr as coisas na mala deixar metade para fora. Me pareceu extremo, mas já apliquei o método e é mesmo bom, funciona. BEM melhor do que levar coisas demais, que você acaba nem usando.</li>
<li>Outra dica que eu já vi por aí, mas nunca usei (porque fui burra, pois teria me poupado de um bocado de peso nas costas) é, em viagens muito longas, despachar coisas de volta para casa pelo correio, sejam papéis que você acumulou ao longo dos lugares ou roupas que você não vai mais usar. Acaba valendo o preço do correio.</li>
<li>Uma coisa que eu JÁ fiz foi deixar coisas que eu não ia mais usar ao longo do caminho. Roupas que ficaram muito “batidas” pela viagem e uma toalha que não cabia na mala nem ia mais ser usada, pouco antes do embarque, ficaram para trás.</li>
</ul>
<p>Em suma, menos <strong>é</strong> mais, leve sempre o mínimo possível de roupas para viajar com você. Tente fazer uma mala que seja mais funcional do que variada, escolha roupas que combinem entre si e, se você for mulher, força nos acessórios. Brincos, colares, pulseiras e lenços são pequenos e mudam completamente a cara de uma roupa. Uma mesma peça pode ser usada em um lugar mais chique e em um mais simples, dependendo do jeito que se usa os acessórios – e do sapato que a completa. <strong>Boa viagem!</strong></p>
<p id="bte_opp"><small>Originally posted 2007-12-10 14:32:53. Republished by  <a href="http://www.blogtrafficexchange.com/old-post-promoter/">Blog Post Promoter</a></small></p><h4>Buscas relacionadas:</h4><ul><li>o que levar na mala para buenos aires</li><li>mala para buenos aires</li><li>o que levar na mala para bariloche</li></ul><div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>Pra economizar: vá de busão!</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 13:09:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mari Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ônibus]]></category>
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		<description><![CDATA[Aqui no Brasil essa onda ainda é absolutamente insípida. Ultimamente, a maioria dos viajantes frequentes por aqui só lembra dos busões para trajetos curtos ou em datas mega disputadas (e caras!) nos voos, como reveillon ou Carnaval. Mas viajar de ônibus pode ser uma mão na roda no exterior. Na onda das low costs aereas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="aligncenter size-medium wp-image-1378" title="megabus" src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2010/01/megabus-500x374.jpg" alt="megabus" width="500" height="374" /></strong></p>
<p>Aqui no Brasil essa onda ainda é absolutamente insípida. Ultimamente, a maioria dos viajantes frequentes por aqui só lembra dos busões para trajetos curtos ou em datas mega disputadas (e caras!) nos voos, como <a href="http://www.goitaca.com/dicas/festas/dicas-para-o-reveillon-de-2011-2012/"target="_self"title="reveillon" >reveillon</a> ou <a href="http://www.goitaca.com/category/dicas/festas/carnaval/"title="Leia mais sobre o carnaval" >Carnaval</a>. Mas viajar de ônibus pode ser uma mão na roda no exterior.</p>
<p>Na onda das low costs aereas, tem muita empresa de ônibus aderindo à moda das passagens econômicas. Fora de temporada, dá pra encontrar assentos por uma única – e inacreditável – libra. Quem lançou essa moda no Reino Unido foi a <a href="http://www.MegaBus.com" target="_blank">MegaBus</a>, mas a onda andou se alastrando e a filial americana também anda atacando de low cost, assim como a <a href="http://www.boltbus.com" target="_blank">Bolt Bus</a>. E, ainda que as megapechinchas não apareçam, faz muito tempo que os americanos já aprenderam que sai apenas 20 dólares viajar de busão, por exemplo, as quatro horas que separam Washington de Nova York.</p>
<p>Além da economia, vale considerar também que, viajando em ônibus – ainda mais nessas empresas citadas aqui – sobra muito mais espaço para suas pernas, em geral você conta com ótimo serviço de internet wifi incluído, filminho para os que não cochilam e tem empresa que tem até serviço de bordo.</p>
<p>Na hora de pesquisar seus assentos, vale usar buscadores legais como o <a href="http://www.GotoBus.com" target="_blank">GotoBus</a>. E boa viagem.</p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		<title>Mochilão Rio a Salvador: Segunda Parada, Vitória</title>
		<link>http://www.goitaca.com/viagem/mochilao-rio-a-salvador-segunda-parada-vitoria/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 02:22:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Dulcetti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ônibus]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
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		<description><![CDATA[Como havia prometido, estou de volta com minha saga meu mochilão rumo a Salvador/BA. E seguindo o cronograma feito na primeira parte, estarei contando minha jornada por Vitória, capital do Espírito Santo. A grande chegada&#8230; Na verdade não teve naaaada de grande assim. Foi uma chegada normal. Minto, a única coisa grande foi a distância [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como havia prometido, estou de volta com minha saga meu mochilão rumo a Salvador/BA. E seguindo o cronograma feito na primeira parte, estarei contando minha jornada por Vitória, capital do Espírito Santo. </p>
<h4>A grande chegada&#8230;</h4>
<p>Na verdade não teve naaaada de grande assim. Foi uma chegada normal. Minto, a única coisa grande foi a distância e as horas de viagem de Cabo Frio para Vitória. </p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/03/macae.jpg' alt='Vista de Macaé' /></p>
<p>Mas isso também porque eu parei antes em Macaé. Sim, isso mesmo, a cidade do Petróleo, tão famosa agora por causa disso. </p>
<p>Mas não empolgue muito. A cidade não tem muita coisa para se fazer, é um pouco parada. O único movimento maior é por causa da Petrobrás. Mas tem alguns pontos interessantes de se passar como a Praia dos Cavaleiros. </p>
<h4>Ida, realmente, a Vitória</h4>
<p>Bom, tinha chegado a hora, peguei meu ônibus de Macaé para Vitória no horário de 22h30 e chegaria por volta das 5h. A primeira, de muitas, noites de sono dentro de um ônibus.</p>
<p>Cheguei no horário e meu tio veio me buscar na rodoviária, já que ele mora bem perto de lá. E essa foi minha grande vantagem em Vitória e no mochilão. É sempre bom ter parentes pelo caminho, porque você economiza na hospedagem e também na alimentação.</p>
<h4>Diversões e afins</h4>
<p>Cheguei na quarta de madrugada e fui embora na sexta à noite. O tempo estava chuvoso, nublado, não muito agradável. O maldito sol, às vezes, mostrava sua cara. Mas eu não estava ligando, é mochilão e temos encarar tudo.</p>
<p>Fui à praia todos os dias, mas só entrei no último mesmo, que foi quando o sol resolveu sair de vez. Na sexta eu também fui no boliche que tem em Vitória. Não é lá essa coisa, mas pra passar o tempo até que é legal.</p>
<p>Um bom lugar para visitar e beber um pouco é o Triângulo das Bermudas. Lá é onde fica &#8220;a elite&#8221; de Vitória, não chega a ser perigoso e tem boas companhias por lá.</p>
<h5>Pontos Turísticos</h5>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/03/curva-jurema.jpg' alt='Vista da Praia Curva da Jurema' /></p>
<p>Lugares legais para tirar fotos é a Curva da Jurema, que é uma praia fraquinha, não é nada recomendável a entrada na água. Mas tem uma bela vista pra Vila Velha e o Convento da Penha.</p>
<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2008/03/panorama-convento.jpg' alt='Visão Panorâmica do Convento da Penha' /></p>
<p>O Convento é um ótimo lugar para se visitar, pois tem uma vista panorâmica da cidade e vale muito. A Praia da Costa é uma boa praia para se visitar também, recomendo. Esses dois ficam em Vila Velha, que é bem perto de Vitória.</p>
<p>Acabei não indo para Guarapari, mas recomendo visitar, pois o lugar é bem frequentado e tem um belo visual.</p>
<h5>Gastos</h5>
<p>De Cabo Frio até Vitória foi somente uma escala, em Macaé. Segue abaixo as rotas e preços de cada passagem: </p>
<ol>
<li>Cabo Frio » Macaé: Ônibus Convencional R$8,00</li>
<li>Macaé » Vitória: Ônibus R$47,90</li>
<li>Total: R$55,90 </li>
</ol>
<h5>Estadia</h5>
<p>Como havia dito anteriormente, fiquei na casa do meu tio, portanto, não gastei dinheiro algum com estadia. Mas Vitória possui um albergue bem perto da Rodoviária chamado AJ PRÍNCIPE HOSTEL que fica na Av. Dário Lourenço de Souza, 120 &#8211; Ilha do Príncipe.</p>
<h5>Alimentação</h5>
<p>Como fiquei no meu tio, comi pouca coisa fora, foi mais cerveja e aperitivos <img src='http://www.goitaca.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  Nada que eu tenha gasto mais de uns R$20, R$30 no máximo.</p>
<p><strong>Próxima Parada:</strong> Porto Seguro/BA</p>
<p>Mudando de estado novamente, indo pela primeira vez para a <a href="http://www.goitaca.com/busca-sua-viagem/?cx=partner-pub-7544340246959729:8w987c-wmrb&#038;cof=FORID:9&#038;ie=ISO-8859-1&#038;q=Bahia&#038;sa=Pesquisar"target="_self"title="Tudo o que você queria saber sobre a Bahia" >Bahia</a>, pro Nordeste. Eu não esperava a hora desse momento chegar. </p>
<p>Aquele abraço.</p>
<div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Viagem Rio-Cuiabá de busum! :-)</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jun 2007 03:45:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Armadilhas]]></category>
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		<description><![CDATA[Estava ali, browseando o Goitacá, e me deparei com uma imagem do Cristo Redentor. Não era a original [Corcovado], e o fato de ser uma *cópia* me fez recordar uma viagem furada que fiz. Eu estava, digamos, aham “apaixonada”! E o carinha gostava muito de aventuras&#8230; Digamos que ele tinha um certo sangue *Rambo* nas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava ali, browseando o Goitacá, e me deparei com uma imagem do Cristo Redentor. Não era a original [Corcovado], e o fato de ser uma *cópia* me fez recordar uma viagem furada que fiz. </p>
<p><strong>Eu estava, digamos, aham “apaixonada”!</strong> E o carinha gostava muito de aventuras&#8230; Digamos que ele tinha um certo sangue *Rambo* nas veias, sabe como é? Então ele me convidou, de forma irrecusável, a conhecer seus parentes em Cuiabá, Mato Grosso. Mais especificamente, a sogrinha, a irmã e o cunhado dele.Enquanto ele tentava me entusiasmar com a idéia, pensei: <em>“Legal!!.. Até que um passeio de avião não seria nada mal! Conhecer um lugar diferente&#8230;”</em>  E ele continuava a falar, falando sobre o Pantanal, que era lindo&#8230; As paisagens, a natureza&#8230; E eu pensando: <em>“E&#8230; realmente, é um lugar um pouco quente&#8230; e úmido, mas tudo bem&#8230; Afinal, seriam alguns dias, mas é tudo *novidade*&#8230;”</em> E vocês sabem, *novidade* é como acampamento: Pode chover, pode acontecer de você ser literalmente devorada pelos mosquitos, mas você acha graça de tudo, acha tudo bom porque, ora, *É NOVIDADE*!!! Ah, eu estava já entusiasmada com aquela história toda de viagem quando ele finalizou&#8230; <em>“&#8230; e não vai demorar tanto assim&#8230;os ônibus são muito confortáveis!!”</em> HÃÃÃÃ??? Ueeepa? Será que eu ouvi direito? <em>“Mas como assim *ônibus*?” “É, ora.. vão ser apenas ..hum&#8230; 72horas”</em>, ele falou assim com uma certa naturalidade <em>“GULP [engoli em seco]”</em>  E ele acrescentou: <em>“Essa viagem é tranqüila. É só pegar um * lugar bom*, perto da janela.  Meu irmão já fez várias vezes, mas sozinho. Sozinho é ruim porque você nunca sabe *quem* vai se sentar ao seu lado. Minha irmã e o marido também, com a filha ainda bebê, e correu tudo bem”</em>. <em>“Ah.. [riso amarelo] É mesmo? [outro riso amarelo]”</em><em>OBS.: Moro no Rio. De Janeiro. Menos pior do que se fosse no Rio Grande do Sul.. kkk mas ainda assim, foram quase dois mil quilômetros!!! </em> </p>
<p><strong>Não me pergunte *<br />
como* </strong>[epa, também não vou responder.. heheh] mas fui convencida de que seria uma viagem assim&#8230; *diferente*. Iríamos chegar mais descansados. O ônibus, confortável. As poltronas, reclináveis. Seria tudo muito *tranqüilo*. “Ah, ta&#8230; [sorriso amarelo]”Bom, no dia marcado estava eu de malas prontas, mas *vestida a caráter* pra embarcar na Rodoviária. Aliás, malaS não, mala! <em>“Porque, se vamos de ônibus, temos que reduzir a bagagem, não é?”</em> explicou-me ele.OBS: Estar *vestida a caráter* para embarcar na Rodoviária é bem diferente de estar *vestida a caráter* para embarcar em um avião. Então, fui de moleton, tênis velho, tudo muito *confortável* [bleargh] pra Rodoviária, com uma mala velha e uma bolsa tipo saco com coisas extremamente necessárias para as *paradas*. <em>“Paradas? Mas que paradas são estas?”</em>. OBS.: Eu confesso nunca ter feito uma viagem distante de ônibus que levasse mais de 3 horas. <em>“Ah, são os lugares que o ônibus pára, assim os passageiros lancham, almoçam, esticam as pernas, vão ao banheiro, estas coisas&#8230;” “Ah, sei. Então tem lugar legal pra almoçar é?”</em>, perguntei [ingenuamente] animada. <em>“Bom, mais ou menos.”</em> E eu: [GULP]. <em>“Mas algumas são *muito boas*”. “Ah&#8230;sei”</em>, com um sorriso amarelo tentando me recuperar do [GULP].</p>
<p>OBS.: Será que preciso dizer que minha mãezinha ficou preocupada com esta aventura, acho que não né? Vocês são bons em captar as entrelinhas.. hehehe.</p>
<p>Chegando à Rodoviária, era uma espécie de feriado&#8230; Será que você consegue imaginar a Rodoviária Novo Rio lotada??? Claro que sim. Acho que todo mundo na vida, ao menos uma vez, já se aventurou a viajar pra Região dos Lagos no <a href="http://www.goitaca.com/category/dicas/festas/carnaval/"title="Leia mais sobre o carnaval" >Carnaval</a>. É assim que estava o local! Conseguimos chegar à plataforma de embarque com certa dificuldade. Sim, já tínhamos comprado a passagem com antecedência. Ah, outra *coisinha*. A cada parada era necessário ficar de olho no bagageiro do ônibus, sim, pra ver se a bagagem não ia sair de fininho. É, “acontece”. Faltou dizer que durante o percurso, haveria troca de ônibus. Isso, eu ainda ia encarar uma *baldeação*!!!<br />
Bom, sentamos juntos e conseguimos relaxar. Ah, sim, embarcamos no final da tarde, por volta de 16h, por aí. Por que? Ah, imagina no calor sentada o tempo todo, com o sol batendo<br />
em cima. Ar condicionado? Hãã? Nãããooo. Lembro que não fomos de ônibus leito [era meio caro demais ou não tinha mais passagem disponível]. No início da viagem foi tudo tranqüilo. Sentei confortável, comi algumas das coisas que trazia na bolsa enquanto conversávamos. A primeira parada, lembro bem, foi um alívio!! Banheiro, oba!! Kkkk. Foi em Aparecida, a caminho de SP e já era fim de tarde/noite.<br />
Não lembro de *todos* os detalhes, nem de todas as paradas, mas lembro do calor. Muito menos me interessei em saber o nome das cidades pelas quais íamos passando. Algumas delas com nomes estranhos. Pelo caminho que o ônibus fazia era difícil reconhecer certos locais, apesar de alguns deles serem conhecidos. À medida que o tempo passava e a noite chegava, o ônibus ficava mais vazio e mais silencioso. Isso também significava *espaço*. Desta forma podíamos sentar separados e ocupar duas cadeiras para esticar as pernas, pegar um ventinho, estas coisas. Quanto mais o percurso nos distanciava das capitais, e avançava para o interior, notava que a paisagem mudava, e com ela também mais *precárias* eram as paradas. E quando digo *precárias* é isso mesmo que quero dizer. Passamos por várias paradas precárias. Você percebe que a parada é precária quando nota o artesanato local, e a falta de infra-estrutura.<br />
Lembro que comi muito pouco nesta viagem. Não lembro de ter almoçado direito até encontrar um lugar em que as instalações me deixassem confiante pra fazer isso. E como este lugar custou a chegar!! Ainda bem que o carinha me deu algumas *<a href="http://www.goitaca.com/category/dicas/"title="Dicas de Viagem" >dicas</a>* do tipo, beber Toddyinho e comer queijo quente: era o que podia ser menos *venenoso*. Era salgado, não enjoava, enganava a fome e ao menos eu não iria ficar doente e ter uma diarréia durante a viagem.<br />
Um dos pontos altos da viagem foi quando vi o tal Cristo. Era o sinal de que estávamos quase chegando lá, finalmente J. Os outros foram o da *pior parada* e o da *melhor parada*.<br />
A *pior parada* podia ser comparada a uma banca de camelô debaixo de uma árvore sendo o chão de terra batida com umas galinhas ciscando<br />
em volta. Isso mesmo, ficava bem ali, no meio do nada. Tudo bem, não chegava a tanto, mas era muito perto disso: só não era embaixo da árvore. A lanchonete ficava na janela da casa do sujeito. E se alguém quisesse usar o banheiro era lá mesmo.<br />
Ah&#8230; mas tive o prazer de conhecer a *melhor parada*! Nossa!! Ainda me lembro como se fosse hoje: Era Rodo-alguma-coisa! Era noite ou era madrugada. Tive a mesma sensação que teria um ser sedento ao avistar um oásis. No meio do nada, no meio da escuridão, lá estava aquele local  super iluminado. Tinha muitas comidas saborosas *eita fome* e o banheiro além de limpo era cheirosinho. </p>
<p><strong>Banho?</strong> Ah que saudade disso&#8230;.  Não, não dava tempo de tomar um banho decente. O tempo não permitia, nem as instalações. Quando não faltava limpeza faltavam chuveiros. Ou os dois. Em alguns lugares o banheiro estava tão lotado&#8230; Isso foi no início da viagem, em Aparecida, no Santuário. Mas estas paradas técnicas só davam pra usar o pipi-room, lavar o rosto, renovar o desodô, escovar os dentes e comer *alguma coisa*, ou seja: o básico. </p>
<p><strong>Nem precisa dizer</strong> que cheguei com *aquela cara* ao destino. Não, *aquela cara* não significa que cheguei mal humorada. De jeito nenhum. Até que encarei a aventura de bom humor. Cheguei foi toda amarrotada, moída, a cara amassada, me sentindo melada, suja..arghhh.. um horror. Era noite. E tenho a foto tirada na Rodoviária de Cuiabá pra provar que eu cheguei lá! Rss.. Quer dizer, a foto do meu namorado, pois eu estava tão horrível que nem me atrevi a aparecer na frente da lente. Ele *aff* parecia um foragido, ou melhor, um retirante: sandália de dedo, um short amarrotado, camiseta sem manga que não combinava com o short: uma figura! E a mala: no bagaço! </p>
<p>Ah, durante toda a viagem eu havia levado na bolsa saco minha máquina fotográfica: uma olympus automática. Não, isso foi antes da era digital. Essa era uma 35 mm. Mas diante dos locais, das paradas, dos *cuidados* fiquei até com medo de sacar a câmera e registrar os detalhes da viagem. Teria sido interessante.  </p>
<p><strong>Um dos piores momentos</strong> da viagem, depois da *pior parada*, foi quando trocamos de ônibus. Entramos em um veículo tão confortável quanto o primeiro, mas que parecia ser usado para os *trechos internos* do percurso.  Arrgghh.. o busum fedia, era sujo, um horror!! Sim, era no-jen-to! Mais tarde, no trecho próximo à chegada, mudamos para um *melhorzinho*. Sim, quando cheguei na casa da *sogrinha* depois de dizer “oi”, pousar as malas e lavar as mãos, o que eu mais queria, depois de comer algo *decente* era tomar um bom, quente, demorado e limpo banho! Ah&#8230; nunca um banho foi tão bom! J </p>
<p>No dia seguinte, banho tomado, café da manhã tomado&#8230; beleza! Eu era outra pessoa, ou melhor: eu era EU de novo!! Saímos, alugamos um carro e fomos conhecer a Chapada dos Guimarães. Há lugares muito lindos. Tomamos banho em algumas das cachoeiras, mas não fomos muito longe. Neste dia sim, bati muitas fotos. Ficamos apenas 2 ou 3 dias por lá. Conhecemos um casal de vizinhos, gente boa que nos emprestou a câmera de vídeo com uma fita para gravarmos nosso passeio pela Chapada. Nem lembro se guardei a fita. Sabe como é, depois que o namoro acaba [mal] você fica mais é querendo detonar as fotos ou qualquer coisa que lembre aquela pessoa. E fica *ligeiramente* arrependida de ter feito *algumas coisas*, incluindo esta viagem.  </p>
<p><strong>Nossa viagem de aventura</strong> continuaria voltando ao <a href="http://ad.zanox.com/ppc/?18421662C9245894T"target="_blank"rel="nofollow"title="Promoções no Rio" >Rio de Janeiro</a> com uma parada em Brasília, outra em <a href="http://ad.zanox.com/ppc/?18421895C439718494T"target="_blank"rel="nofollow"title="Descontos em São Paulo" >São Paulo</a>: mais alguns parentes para conhecer. Só que chega um momento em que você não agüenta mais conhecer parentes, trocar gentilezas, sentir que esta incomodando os outros, ter que acompanhar os passeios dos outros, se sentir fora da sua casa, do seu conforto, dos seus horários&#8230; Eu queria mais era voltar pra minha casa, pra minha zona de conforto, como dizem alguns. A viagem de aventura já estava perdendo o encanto. E já começava a me incomodar com o fato de dependermos do transporte de outras pessoas para ir daqui até ali&#8230; Sabe como é, em Brasília tudo é longe; em São Paulo, não há como dar um *pulinho ali* sem estar com um carro. Metrô não leva a qualquer lugar. E percebi que meu namorado era um péssimo guia de turismo. Ele só me levava aonde ele queria ir, e não aonde eu queria ir. Em pouco tempo a viagem de aventura virou um pesadelo. Ele me levou para conhecer o interior do MASP quando eu queria conhecer o bairro da Liberdade.  </p>
<p>A volta foi menos emocionante. Demorou mais, como era de se esperar. E não pude evitar uns pulinhos de alegria quando cheguei em *terra firme*.  Algum tempo depois meu namorado sugeriu uma outra viagem que foi rapidamente recusada!!! Estava cansada de *emoções fortes*! </p>
<p>Ah sim&#8230; depois disso o namoro também não durou muito mais tempo&#8230; J</p>
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		<title>Preparando sua bagagem para o ônibus</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2007 01:33:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ônibus]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Tem sites de empresas de viação que são bem ruins, outros, apesar de ainda não fazerem comércio online de passagens (o que seria uma inovação e tanto), pelo menos se esforçam para possuir algum conteúdo. O site da Viasul, de Venâncio Aires, no RS, tem belas dicas de viagem. Veja o que eles sugerem quanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2007/04/foto14.JPG' alt='Ônibus da Viasul' /></p>
<p>Tem sites de empresas de viação que são bem ruins, outros, apesar de ainda não fazerem comércio online de passagens (o que seria uma inovação e tanto), pelo menos se esforçam para possuir algum conteúdo. O site da <a href="http://www.viasulbus.com.br">Viasul</a>, de Venâncio Aires, no RS, tem belas <a href="http://www.goitaca.com/category/dicas/"title="Dicas de Viagem" >dicas</a> de viagem. Veja o que eles sugerem quanto à bagagem para levar no ônibus:</p>
<blockquote><p>O preço das passagens abrange, a título de franquia, o transporte obrigatório e gratuito de volumes no bagageiro e no porta-embrulhos, observados os seguintes limites máximos de peso e dimensão:<br />
1). No bagageiro, 30kg de peso total, e o volume máximo de 300dm cúbicos, limitada a maior dimensão de qualquer volume a 1m<br />
2) No porta-embrulhos, 5kg de peso total, com dimensões que se adaptem ao porta-embrulhos, desde que não sejam comprometidos o conforto e a segurança dos passageiros<br />
3) Excedidos esses limites, o passageiro pagará até 0,5% do preço da passagem correspondente ao serviço convencional pelo transporte de cada quilograma de excesso</p>
<p>É vedado o transporte de produtos considerados perigosos (como explosivos, armas de fogo, produtos corrosivos, <strong>bombas atômicas</strong>*, etc)</p>
<p>Os agentes de fiscalização e os prepostos das transportadoras, quando houver indícios que justifiquem verificação nos volumes a transportar, poderão solicitar a abertura das bagagens, pelos passageiros, nos pontos de embarque.</p>
<p>A reclamação do passageiro pelos danos ou extravios na bagagem deverá ser comunicada à transportadora ou ao seu preposto ao término da viagem.</p></blockquote>
<p>* uma contribuição minha. Originalíssima, né?</p>
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		<title>Ligeirinho, exclusividade Curitibana</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Dec 2006 11:32:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rslonik</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ônibus]]></category>
		<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem já morou pelo menos uma semana em [BP]Curitiba[/BP] sabe que o sistema de ônibus é diferente de qualquer outra cidade. Implantado nos anos 70, esse sistema transporta diariamente quase 2mi de pessoas com um ídice de satisfação de 89%. A principal surpresa de quem visita Curitiba são as 351 estações Tubo da cidade, onde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="ônibus Ligeirinho flagrado em estação Tubo!" target="_blank" href="http://images3.orkut.com/images/album/2/987/21389987.jpg"><img alt="Ônibus Ligeirinho em Curitiba" id="image66" src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2006/12/onibus-curitiba-ligeirinho.jpg" /></a></p>
<p>Quem já morou pelo menos uma semana em [BP]Curitiba[/BP] sabe que o sistema de ônibus é diferente de qualquer outra cidade. Implantado nos anos 70, esse sistema transporta diariamente quase 2mi de pessoas com um ídice de satisfação de 89%.</p>
<p>A principal surpresa de quem visita Curitiba são as 351 estações Tubo da cidade, onde pára o Ligeirinho, uma das muitas &#8220;classes&#8221; de ônibus em Curitiba. Além do Ligeirinho o sistema conta com os lendários bi-articulados, os verdões interbairros, os vermelhos ou branco que ligam a região metropolitana e os humildes <span style="font-style: italic">alimentadores dos bairros da região</span>, os da linha de [BP]turismo[/BP] e outros.</p>
<p><a target="_blank" title="Estação Tubo" href="http://images3.orkut.com/images/album/3/987/21389987.jpg"><img align="left" alt="Tubo" id="image67" src="http://www.goitaca.com/wp-content/uploads/2006/12/tubo-ligeirinho-centro-civico.jpg" /></a>Os Ligeirinhos são o mote da revolução do transporte coletivo que aconteceu em Curitiba. Tudo deve-se ao conceito aplicado na utilização dos ônibus. A pessoa paga a passagem ao entrar no <span style="font-weight: bold">Tubo</span>, o ônibus pára e abre as portas, as pessoas descem ou entram e o ônibus segue. A rapidez que isso proporciona faz com que menos ônibus transportem mais pessoas em menos tempo baixando o custo operacional que no final da cadeia proporciona uma [BP]passagem[/BP] com custo de R$1,80.</p>
<p>Muitas pessoas dizem que os Ligeirinhos deveriam ser considerados ponto turístico da cidade. O Ligeirinho tem um <a target="_blank" title="Perfil do Ligeirinho" href="http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=11376319969928341758">perfil no orkut</a> com muitas fotos dos mais variados ônibus que executam ou executaram a função ao longo dos tempos, vale a visita e fica o aviso dele: &#8220;não adiciono vileiros&#8221;.</p>
<p>Então se estiver de visita à Curitiba não deixe de embarcar no<a target="_blank" title="Comunidade Inter 2" href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm="> Inter II</a>, o mais famoso dos Ligeirinhos. Ele vai te mostrar a cidade toda em uma viagem de mais ou menos 1h30min e só vai cobrar R$1,80 por isso!</p>
<h4>Buscas relacionadas:</h4><ul><li>ligeirinho curitiba</li><li>onibus ligeirinho curitiba</li><li>onibus ligeirinho</li></ul><div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
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