Vir à Bahia e não conhecer o Pelourinho é um pecado, uma heresia. É o mesmo que ir ao Rio e não conhecer o Corcovado.
Fundado em 1549, nasceu junto com a Cidade do Salvador, e foi tombado patrimônio histórico em 5 de novembro de 1985, pela Unesco.
O Pelourinho era o local de açoite dos negros pelos senhores de engenho. Fica no coração da cidade, no centro, e foi construído para demonstrar o imperialismo dos barões da época, açoitando os negros em praça pública, na frente da população.
Durante muito tempo, devido ao seu passado histórico, o Pelourinho foi local de marginalização e prostituição, caído na decadência e no esquecimento. Mas, após um árduo trabalho de restauração por parte do governo, o Pelourinho esqueceu totalmente o seu passado marginalizado para tornar-se parada obrigatória para turistas de todas as regiões.
Hoje a área mantém a sua arquitetura inicial, mas dispõe de comércio peculiar e original, além de restaurantes, espaços para show, e muito mais.
Confesso que ir ao Pelourinho é algo inusitado, mesmo para mim, que moro em Salvador. É como se você se deslocasse da cidade e do corre-corre diário, para entrar em um lugar quase etéreo, onde o tempo passa mais devagar, e o sol brilha mais forte.
Se vir a Salvador, passe no Pelourinho. Ou então, perca a sua viagem!
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Infelizmente terei que discordar! O pelourinho ainda é local marginalizado, mesmo com todo esforço do estado para mudar isso.
Eu Também moro em Salvador !
Sad, But True!
Certo, Rafa… É marginalizado como qualquer lugar, principalmente à noite.
O meu intuito foi mostrar o quanto foi feito pelo Pelourinho, o quanto ele foi melhorado, e o quanto, espero eu, venha a melhorar cada vez mais.
Essa cicatriz histórica da marginalização nunca vai ser apagada por completo, assim como nós, brasileiros, sofremos até hoje as seqüelas da colonização portuguesa, seqüela esta que já se extende por mais de 500 anos.
De qualquer sorte, o Pelourinho ainda é parada obrigatória na Bahia, seja pela importância histórica que ele tem, seja pela sua peculiaridade, ou pelo grande carisma de nós, soteropolitanos (sem demérito a nenhum outro local).
Continuo não resistindo a passar uma boa tarde no Pelô.
Valeu pelo comentário, bom saber que existem conterrâneos por aqui, também!
Ótimo! Mas sinceramente não gosto daquele local, me passa um clima estranho da caracterização da “manha baiana” algo como ludibriar estrangeiros e roubar seu recurso ou usar as crianças para prostituição infantil. Sim existe em muitos outros lugares (não todos!) mas não posso usar isso como parâmetro para elogiar um local que ainda carrega a marginalização de muito tempo, mesmo com as casas pintadas somente por fora (Você já entrou em uma casa normal daquela?) Estranho. Não fico alegre com a situação, mas não posso fechar os olhos.
Nossa, lavagem de roupa suja nos comentários, hehe.
Desculpa! Mas estou fiquei muito triste ao ver o Pelourinho…
Moro em Macapa Ap estou fazendo uma pesquisa sobre os patrimonios historico-cultural da regiao nordeste escoli Bahia e vou me aprofunda na historia do pelourinho pois achei muito interreçante se alguem quizer mi ajudar com mais imformaçães agradeço voltando a fala do Pelourinho existem mas de 800 casarões dos seculos XVII e XVIII. diversas igrejas e museus completam a estrutura deste bairro,que,no passado, era ponto oficial de tortura dos escravos.A cidade destaca-se historicamente, tambem, por ter sido o principal porto do hemisferio sul ate o seculoXVIII.
poxa fiquei muito triste ao ler essa coisas sobre o Pelorinho pois as coisas que eu tinha pesquisado me passaram outra imagem mas isso vai ser otimo para o meu trabalho.
uma boa explicacão que no meu trabalho fex eu tirar a nota máxima.