
Nesse ano, fiz minha primeira incursao pela Suica. Passei uns dias na vibrante Zurique; chovia a cântaros, mas a cidade me encantou mesmo assim. Agitada dia e noite e, ao mesmo tempo, com um clima nostálgico, rodeando o lago, com as casinhas poéticas do centro histórico e os bondes (rams) rodando o tempo inteiro pra cá e pra lá. Museus formidáveis, gente antenciosa e simpáitca, paisagem incrível, bons restaurantes. Show.
Dali tambem segui a Engelberg, onde fica o passeio predileto dos brasileiros que visitam a Suíça: o Monte Titlis – enfrentei frio e neve em pleno verão suíço no alto do Titlis, num dia lindo cheio de aventura no complexo: teleférico, Titlis Rotair (que é o único teleférico-bondinho giratório do mundo) e a sensacional Iceflyer, um teleférico aberto que sobrevoa o glaciar; inesquecível. Para fechar a viagem com chave de ouro, rumei à paradisíaca região de Interlaken, onde fica Jungfraujoch, conhecido como o Topo da Europa (quase 3.500 metros de altitude) – uma região de beleza rara, grandes montanhas, belos vales, lagos bucólicos – e uma infinidade de belos passeios para turistas de todo canto e toda idade, incluindo bons museus, mini cruzeiros e vistas de tirar o fôlego. E a viagem de trem mais linda que eu já fiz nessa vida, pela Jungfrajochbahn (oh, nominho dificil de pronunciar!).
De Zurique a Interlaken, me hospedei em hoteis do honesto Comfort Inn Royal (www.comfortinn.ch, pertinho da estação, com parada de bonde na frente do hotel e detalhes como café da manhã com champagne, por exemplo) ao estupendo Victoria Jungfrau (www.victoria-jungfrau.ch/en/, luxo puro em Interlaken). E confirmei que a Suica, ainda que destino caro para brasileiros (os francos suicos realmente doem no nosso bolso), vale cada centavo.







Twitter Comment
Por que vale a pena conhecer um país montanhoso, frio, caro e sem praia [link to post]
– Posted using Chat Catcher