
A cidade de Petrópolis, situada a 42 quilômetros do Rio de Janeiro, tem sua história intimamente ligada ao reinado de D. Pedro II. O clima frio da cidade agradava a Família Imperial, que se mudava para o Palácio de Petrópolis, juntamente com a corte, durante os verões. Com o crescimento da cidade, diversos prédios foram construídos, tanto para as atividades da Família Imperial, quanto para a instalação de diplomatas, membros da nobreza e industriais da época.
Dentre os principais edifícios, que foram preservados e podem ser visitados, destacam-se o Palácio de Cristal, o Museu Imperial, a Casa de Santos Dumont, o Palácio Rio Negro e a Catedral de Petropólis.
A Catedral de Petrópolis, também chamada de Igreja São Pedro de Alcântara, começou a ser construída em 1884, durante o reinado de D. Pedro II. O projeto, de autoria do arquiteto baiano Francisco Caminhoá, propunha um estilo neo-gótico, inspirado nas catedrais francesas.
A construção da Catedral se estendeu até 1930. A torre de 70 metros de altura, entretanto, só foi concluída em 1969. Em 1939, Getúlio Vargas inaugurou o Mausoléu Imperial, para onde foram transferidos os restos mortais do Imperador D. Pedro II e da Imperatriz D. Tereza Cristina. Em 1971, foram realizados os sepultamentos definitivos da Princesa Isabel e de seu marido, Conde D’Eu.

Por essas e mais outras, a Catedral de Petrópolis é um excelente local para se conhecer um pouco mais da história do Brasil-Império, seus personagens e curiosidades.
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