Chiang Mai: a Tailândia do Norte

Chiang Mai é a segunda maior cidade da Tailândia e o terceiro destino turístico do país, atrás somente de Bangcoc e Phuket. Conserva até hoje parte da muralha e do fosso que circundavam a cidade (um dos melhores lugares para vê-la é no Thaphae Gate, bem no centro da cidade) e alguns dos mais bonitos templos do país, como o imponente Doi Suthep.  Passeios de elefante e o maior bazar noturno do país também são sua marca registrada. Pequena, é fácil de circular e oferece boas opções em restaurantes, hospedagem e entretenimento, com preços bem mais baixos que na capital ou na região sul do país.O Doi Suthep é o principal templo de Chiang Mai e fica no alto de uma colina, a 12km do centro da cidade. Seu imponente pagode central, o Stup Pagoda, tem 24 metros de altura e 12 de largura e é revestido de ouro. As paredes são pintadas com murais sobre a vida de Buda. Você pode subir a pé, em 306 degraus, ou num simpático funicular.Os grandes acamapamentos, como o Maesa, oferecem shows diários com elefantes que dançam, jogam futebol e pintam arte moderna e abstrata. Os passeios em cadeirinhas duplas no lombo dos animais duram 30 ou 60 minutos e são divertidos. A grande diversão noturna está no Night Bazaar e na região conhecida como “square”, que concentra a maioria dos barzinhos e restaurantes. Você também pode optar por um jantar típico da tribo Kantoke, com os convidados sentados em almofadas no chão e uma seqüência de danças de uma das tribos mais antigas da Tailândia, famosa por suas mulheres de longos dedos.

De Chiang Mai partem excursões para visitar a tribo Padaung, no extremo norte do país, conhecida como a tribo das mulheres-girafa. O passeio é bastante interessante, já que é possível entrar na reserva e conhecer de perto suas casas, cozinhas e trabalhos do dia-a-dia. Mas a viagem é longa: são três horas de viagem para ir e três horas para voltar.

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Mari Campos

Jornalista apaixonada e viajante inveterada, teve a sorte de conseguir, há alguns anos, unir suas duas grandes paixões tornando-se uma travel writer. Seja a trabalho ou, muito mais frequentemente, a passeio, encara uma viagem já planejando a próxima. Viciada em internet, assume que passa muito mais horas em frente ao computador do que deveria; mas não se arrepende nem um pouquinho. Quando não está plugada, pode estar lendo (muito!), papeando (ou gargalhando) com os amigos, inventando novidades gastronômicas...

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