
De Hong Kong para a China se pode ir de carro, trem, barco ou avião. Escolhemos a mais barata, clara, que foi contratar um motorista particular. Custou 70 reais por pessoa para 3 horas de viagem (incluindo uma hora parados na alfândega chinesa). Valeu a pena, pois foi simples e rápido. De barco precisaríamos contratar um carro para irmos até Dongguan, na China, o trem é lento e o avião é caro. É como ir de São Paulo a campinas voando.
Na China existe o sistema político de separação dos territórios de Hong Kong, Macau e Taiwan (eles consideram território, eu acho eles malucos). É o famoso “dois sistemas, um pais”.
Na pratica isso significa que a mídia é livre do governo nesses lugares e, no caso de Hong Kong, que existe a mão inglesa.

Sendo assim, para simplificar a vida dos oficiais do partido, apenas alguns carros tem permissão (40 mil dólares) para dirigir nos dois lados da fronteira.
No lado de lá de Hong Kong fica Shenzen, uma das maiores e mais vibrantes cidades chinesas. Até 78 quando o PCC liberou geral, Shenzen era uma vila de pescadores. Hoje é em conglomerado urbano do tamanho de São Paulo.
Só que, ao contrario do Brasil onde temos uma cidade grande e outras 10x menores no entorno, ao lado de Shenzen Fica Guangzhou, 12 milhões de habitantes, e um pouco mais adiante fica Dongguan, 7 milhões.
Mas não é bom confundir, as cidades de lá são formadas por vários distritos política e historicamente independentes. Agora, isso eu preciso concordar, chineses são mega exagerados mesmo.

Viajaram