Não se assuste com o sempre ultra-valorizado franco suíço; a Suíça é, definitivamente, um país para ser conhecido através dos trilhos, em seus trens históricos, sempre com enormes janelas panorâmicas para apreciarmos paisagens inesquecíveis. Além disso, os trens são absolutamente seguros e pontuais e funcionam sempre em horários interligados perfeitamente com ônibus e barcos, para facilitar mesmo a vida do turista nos deslocamentos. Para fazer tudo isso com economia, aconselho investir num Swiss Pass que, dependendo do tipo, permite percorrer mais de 20 mil km em rotas de trem, ônibus e barco – e ainda dá entrada free ou super descontos em mais de 450 museus e teleféricos. Para calcular os preços do passe (variam conforme a quantidade de dias de viagem) e encontrar o mais adequado para seu roteiro, acesse www.raileurope.com.br/ ou www.swisstravelsystem.ch/
Na hora de ir até Jungfraujoch e fazer a mais bela viagem de trem da sua vida (a minha foi!), também compensa – e muito! – financeiramente adquirir um Jungfraujochpass – por pouco mais do preço de uma viagem ida e volta até o topo da montanha, você pode viajar ilimitadamente por sete dias tanto para lá quanto para todas as cidadezinhas e vilarejos dos arredores. Acesse www.jungfraubahn.ch para comprar.
E uma das coisas que eu acho mais legal do sistema ferroviário suíço é que ele está começando a ficar integrado com os aeroportos também. O Fly Rail Baggage é um serviço bacana que permite, ao custo de 15 dólares por bagagem, despachar suas malas de qualquer aeroporto do mundo direto para o seu destino final na Suíça ou vice-versa, independentemente dos trechos de trem que terá que fazer no meio do caminho. Muita gente pode achar esse custo absolutamente desnecessário, mas para quem viaja com bagagem grande ou pesadada é uma tremenda mão na roda. Viva a liberdade.
Viajaram