Erros e Acertos no Rio de Janeiro – Parte 1

Fui ao Rio de Janeiro neste feriadão de 15 de novembro. Foi uma viagem programada para ir ao ENAST (Encontro Nacional de Astronomia) no Planetário – aliás, lindo! Me diverti como criança na Disney.

Aproveitando o ensejo, acabei saindo de São Paulo na quarta-feira, dia 14, para trabalhar (Paulista é assim mesmo, trabalha até na praia!). Passei uma hora dentro da aeronave em Congonhas, na espera de liberação para decolagem.

O vôo foi tranquilo, a chegada idem. O Santos Dumond estava organizado, não demorei para pegar táxi e, embora estivesse sol, o motorista não usou o ar condicionado. Aliás, eu usei e abusei dos táxis no Rio. Metade do preço de São Paulo! Embora a empresa JB – indicada por um chefe – pecou no atendimento. Era só dizer que eu era de São Paulo e que o telefone de contato era meu celular de Sampa que eu já era tratada com desacaso. Ao contrário dos motoristas, todos muito simpáticos.Em termos de hospedagem senti na pele a máxima “o barato, às vezes, sai caro”. Por ter antecipado minha viagem, só consegui um quarto no Hotel Everest, em Ipanema, por uma noite. O quarto era muito bom, incluindo uma banheira (que não tinha hidromassagem). Serviço de quarto excelente. O café-da-manhã, no restaurante Grill 360 valeu pela vista – embora estivesse nublado.

Depois me hospedei no albergue Lemon Spirit. Caí na falsa idéia de albergues no Brasil seriam como internacionais. Embora eu já tivesse reservado um quarto duplo somente para mim, ao fazer check-in foi relatado um problema de logística interna – uma amiga minha estava na mesma situação – em que não se sabia em que quarto iríamos ficar.

Ao ter resolvido, fui encaminhada ao quarto (ou melhor, edícula) em que dormi. Ficava no topo da casa, no quarto andar de uma construção de 3 andares, depois de passar por um lance íngreme de escada a céu aberto. Simples, sem qualquer luxo. Embora um chuveiro com espaço para se esticar perpendicularmente os antebraços ao chão fosse considerado luxo ali.

Não bastasse isso, o café-da-manhã somente começou a ser servido às 8h30min. Fui testemunha de hóspedes e amigos meus numa disputa pelo pão quente. Mas o ápice da hospedagem ainda estava por vir: Ao voltar ao albergue a meia-noite do sábado, solicito a única cópia da chave disponível no hotel, passo pela escada sob chuva pesada e encontro a porta do quarto entreaberta, a cama por fazer, uma toalha nova (embrulhada em saco plástico) em cima da cama.

Não recebi nenhuma satisfação, nem pedido formal de desculpas. Saí do albergue assustada e irritada, pagando metade da diária. Nunca fui tão mal atendida!

Pelo menos consegui um excelente quarto no Scorial Rio Hotel. Excelente serviço, funcionários atenciosos, estrutura nova e limpa e, principalmente, o mesmo preço do quarto duplo do albergue!

Pelo menos minha viagem não se limitou a isso. Os bares, restaurantes e passeios que fui compensaram. Os detalhes eu conto na segunda parte.

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Bia

2 responses to “Erros e Acertos no Rio de Janeiro – Parte 1”

  1. Chris Pessoa

    É meio chato dizer mas o Rio deixa muito a desejar no quesito hospedagem. Tirando os hotéis caros, é um pouco complicado encontrar bons lugares para ficar. A sua dica do Scorial, que aliás nunca tinha ouvido falar, foi anotada! :-)

  2. Nino

    Este é apenas um artigo que critica o lemon spirit, para ver as dezenas que elogiam o hostel os convido-os para acessar nosso site. http://www.lemonspirit.com
    Obrigado
    Nino Marçal

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